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Começando a dar o cúzinho

Postado 24/10/2011 em Gays

Minha primeira experiência sexual aconteceu quando eu tinha cinco anos de idade aproximadamente, eu não tenho certeza. Eu era um menininho banquinho, lourinho, olhinhos azuis, bem mimadinho, mas não era e nem nunca fui, assim como não sou, afeminado. Mas, me lembro que foi na casa de um coleguinha da rua onde eu morava. Na cena que me recordo, eu me encontro deitado de bruços, nu da cintura para baixo, com o Serginho tentando me penetrar com seu pirulitinho... Se eu não me engano, ele deve ser um ou dois anos mais velho que eu. Não me recordo como eu fui parar lá, nem em que circunstâncias, mas me lembro de sentir o pauzinho dele esfregando no meio da rachinha de minha bundinha de menininho inocente e gostar daquilo! Depois de um tempo, nos vestimos e quando estávamos para sair de sua casa, Serginho pediu para fazer de novo, o que prontamente eu topei, e pouco depois, estava eu deitado novamente de bruços com meu amiguinho tentando enfiar o seu birrinho dentro do meu anelzinho virgem. Desta vez, ele conseguiu, creio que devido à lubrificação natural que teria vazado de seu piruzinho, pois não me lembro dele ter lubrificado a piroquinha, nem nada! Pois, bem... O fato é que ele conseguiu me penetrar, e eu adorei a sensação. Entretanto, para minha surpresa e decepção, ele mijou dentro de mim... Molhando-me todo, já que a urina não se reteve dentro e acabou vazando! Fiquei muito envergonhado, me vesti correndo e fugi para minha casa. Enquanto corria, eu podia ouvir Serginho rindo de mim...
Nos dias que se seguiram, Serginho e a família dele acabaram mudando do bairro em que eu morava, mas a lembrança daquele dia nunca mais saiu de minha cabeça... A sensação da penetração permanecia em minha cabeça, eu queria experimentar aquilo de novo!


Algum tempo depois, minha própria família mudou-se para outro bairro, para um condomínio fechado, onde minha iniciação sexual continuou, ou de fato, como quiserem, começou!
Nosso novo lar, como eu disse acima, era um condomínio fechado, com várias crianças da mesma faixa etária que a minha, entre sete e dez anos, inclusive vários primos e primas. Dois meninos, logo se tornaram meus amiguinhos, o Índio e o Aílmo, andávamos sempre juntos, brincávamos e íamos para a escola, que ficava dentro do próprio condomínio, juntos. Não sei como começou ao certo, mas sei que foi com o Índio, durante uma brincadeira de pique-barrilhe, um tipo de esconde-esconde. Estávamos escondidos no depósito de material de construção do condomínio quando ele começou a me encoxar... Ele mandou que eu me abaixasse para ficar vigiando se alguém que estivesse no pique se aproximava de onde nós estávamos escondidos, e assim eu o fiz, com isso ele se aproveitou para ficar atrás de mim e encostar a sua piroquinha em minha bundinha, empurrando e esfregando. Mesmo através do tecido do calção, eu podia sentir que ele estava com o piruzinho duro me espetando bem no meio da minha rachinha. A lembrança da sensação que havia sentido com Serginho, daquele pintinho entrando no meu buraquinho, voltou forte em minha mente, por isso eu fiquei quietinho, só aproveitando, deixando que ele fizesse o que queria... Durante dias ficamos assim, sempre à tardinha, reuníamos a molecada para brincarmos de pique-barrilhe, depois nós dois nos escondíamos no depósito, eu me posicionava para ficar vigiando e o Índio se colocava atrás de mim para ficar me encoxando.

Eu me lembro que ele chegava a me segurar pela cintura para controlar melhor a encoxada. Certo dia, durante uma dessas brincadeiras, quando eu já me posicionava para ficar vigiando, ele me propôs que nós fizéssemos uma meínha, um tipo de troca-troca, que na teoria funcionaria da seguinte maneira: primeiro um menino come e o outro, para depois, aquele que deu inicialmente, comer o que o já havia comido, mas na prática não funciona bem assim... Ou seja, o mais espertinho só come o mais bobinho, e o mais bobinho só dá para o mais espertinho! Depois de ouvir a proposta de Índio, fingi ficar preocupado, dizendo que não sabia se aquilo era certo, que saliência era feio, etc. Mas, por fim, acabei cedendo, e logo estava eu na minha posição de vigia, com o calção arriado até o joelho, com a bundinha empinadinha na direção de meu coleguinha. Índio, por sua vez, tomou sua posição atrás de mim, colocou o pau para fora, e eu passei a sentir o membrozinho duro dele, pele a pele, forçando a entradinha de meu anelzinho... Fiquei todo arrepiado com aquele contato! É claro que a seco, não entrava de jeito nenhum... Mesmo com Índio me segurando pela cintura, não adiantava. Eu fiquei agoniado, pois eu queria ser penetrado de qualquer jeito e a falta de experiência de meu coleguinha impedia que a penetração se consumasse! Um misto de expectativa, medo e frustração tomou conta de mim: expectativa por que eu queria muito ser penetrado outra vez; medo por que eu temia que ele mijasse em mim como o Serginho havia feito; e frustração por que eu pensava que ele não conseguiria me penetrar de jeito nenhum, a não ser se me mijasse... Quando já estávamos quase desistindo de nossa brincadeira, Índio teve a idéia de molhar, ou lubrificar, seu pintinho com saliva e tentar a penetração pela última vez... E para meu alívio, e para a alegria do meu amiguinho... Funcionou! Todavia, não passamos disso... Índio me penetrou, e eu adorei, ficou com o pintinho dentro do meu cuzinho um tempão, paradinho sem fazer absolutamente nada! Depois, ele fingiu ter ouvido um barulho qualquer, nos vestimos rapidamente e saímos dali assustados. Não sem antes, prometermos um para o outro que não contaríamos o nosso segredinho para ninguém!


Com o passar do tempo, nossa brincadeirinha de meninos travessos, passou a não ter hora nem lugar, bastava nós nos encontrarmos, seja na escola, no playground do condomínio, durante uma brincadeira qualquer, em qualquer tempo e lugar, sempre arrumávamos um jeito de fazermos uma meínha. Onde o que valia era o nosso acordo tácito dele sempre me comer e eu sempre dar, eu nunca sequer aventei a possibilidade de haver a tal troca, isso nem passava pela minha cabeça, estava completamente satisfeito com o meu papel de ser mulherzinha. Tudo corria as mil maravilhas para nossas brincadeiras, até que, não me lembro o motivo, o Índio ficou de castigo durante um bom tempo, não podendo descer para brincar, só nos restava nossos encontros furtivos no banheiro da escola, o que era muito arriscado e cada vez mais perigoso, por conta de um primo dele que recebera a incumbência de delatar aos pais do Índio tudo que ele fazia na escola. Por fim, nos demos por vencidos, desistindo de continuar com nossas brincadeiras. No entanto, durante uma brincadeira de pique-barrilhe no condomínio, o Aílmo, um dos meus amiguinhos inseparáveis, me chamou para que nós nos escondêssemos juntos, justamente no depósito do condomínio. Mal chegamos lá e Aílmo me cantou, literalmente, para que nós fizéssemos uma meínha. Fiquei meio espantado com o convite, mas isso até seria normal, já que eu ficara sabendo que a maioria dos garotos do condomínio fazia meínha uns com os outros, o que me assustou, de certo modo, foi ele já estar passando a mão na minha bunda e dizendo que ele me comeria primeiro e depois eu poderia comê-lo... Como eu estava muito a fim de voltar com as minhas brincadeiras, disse que aceitaria somente se ele prometesse a não contar para ninguém que nós faríamos meínha, principalmente para o Índio. Ele jurou que assim o faria, beijando os dedos em cruz, e eu concordei. Ele me virou de costas para ele, mandou que eu abaixasse o calção, apoiasse as mãos nos joelhos a fim de que minha bundinha branquinha e lisinha ficasse apontada em sua direção. Ele se posicionou atrás de mim, assim como Índio fazia e ordenou que eu me mantivesse quietinho e vigiando se não chegaria ninguém para que não fossemos surpreendidos. Aílmo era bem mais espertinho que o Índio, pois ele não perdeu tempo tentando uma penetração a seco, foi logo lubrificando meu cuzinho com cuspe e enfiando a piroquinha em mim. Meu novo amante tinha um pauzinho bem mais grosso do que o de Índio, tanto que, mesmo com a saliva espalhada por ele em meu cú, assim que a cabecinha saltou para dentro de mim, eu senti uma dor horrível e pedi para ele tirar, pois doía muito. Contrariado, Aílmo concordou, mas não se deu por satisfeito, pediu, então, que eu chupasse o seu pirulito! É claro que eu não concordei de início, porém, como ele era mais forte do que eu...

Me senti ameaçado e acabei concordando. Nú da cintura para baixo, ajoelhei em cima do calção e coloquei o pinguelinho de Aílmo na boca. No início senti certo nojo, mas depois de experimentar o gosto de ter uma piroca em minha boca, me deliciei. Chupava e lambia, alternadamente, como se fosse natural para mim, sem que ninguém tivesse me ensinado nada. A essa altura, Aílmo, estava cada vez mais excitado e, quando já não estava mais agüentando de tanta excitação, ele me levantou pelos cabelos, me fazendo voltar para a posição inicial e sem qualquer demonstração de piedade, enterrou seu cacetinho em mim de uma vez só! Mas, desta vez não doeu tanto... Talvez, por estar muito lubrificado devido a minha chupadinha, ou por que meu cuzinho já estivesse mais larguinho, ou ainda pelo fato de eu também estar muito excitado... O fato é que desta vez não doera quase nada. Sem se preocupar com isso, Aílmo, enterrou seu pauzinho em mim e continuou me puxando para si, como se quisesse enterrar mais do que podia, me apertava, me abraçava e suava como se tivesse acabado de jogar uma partida de futebol no campinho! De repente, ele deu uma tremidinha e estancou. Ficou parado por um tempo até que, lentamente, seu pirulitinho foi escapulindo de dentro de mim, murchinho, murchinho... Nesse instante, ele começou a se vestir e me mandou fazer o mesmo. Quando estávamos prestes a sair do depósito, ele disse que sabia que o Índio me comia e que agora eu teria que dar para ele também, do mesmo jeito que eu fizera naquele dia... E antes que eu disse alguma coisa, ele ameaçou me bater se eu não fizesse o que ele dissera! Concordei, e concordaria mesmo sem a ameaça, pois eu havia gostado mesmo de tudo que acontecera naquele dia.
Tempos depois, quando Índio saiu do castigo, Aílmo me fez contar para ele que agora o Aílmo também me comeria, se ele, Índio, quisesse poderia continuar me comendo, mas o Aílmo teria que estar junto também! Assim, a partir daquele dia, passamos a nos esconder os três juntos quando brincávamos de pique-barrilhe, e em outras oportunidades em que nos encontrávamos a sós eles se revezavam entre meu cú e minha boca. Passei a ser a mulherzinha dos dois...
Durante os dois anos que se seguiram, continuei a servir aos meus dois amiguinhos, éramos chamados de os três mosqueteiros, de tanto que andávamos juntos. Entretanto, num certo dia, minha família se mudou para outro bairro, e nossas brincadeirinhas tiveram fim. Mudamos para outro bairro, mais urbano, com mais crianças, mais meninos... E meninos mais espertos!
Mas isso, já é uma outra história...


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