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Marie e sua amiga

Postado 21/10/2011 em Lésbicas

Era tarde de sexta–feira. Marie, uma das belas alunas do nono ano, estava no home office, sentada à escrivaninha, diante da tela colorida do laptop. Atrás dela, sem que a adolescente sequer tivesse percebido, estava irmã Perpetua, a freira devassa responsável pela republica feminina Lesbitche, parada sob o vão da porta, de pé, com aquela cara de quem não acredita no que está vendo. Na tela widescreen do computador portátil, a mulata assistia pela internet a um vídeo de incesto lésbico – no qual uma mãe seduzia a filha adolescente e com ela praticava um envolvente jogo de submissão sexual –, onde a ultima mandava e a primeira obedecia.
– Quem me dera com a minha assim me relacionar – disse Marie, balbuciando nervosamente, o que não era para menos, pois um frêmito convulsante percorria a calidez de suas entranhas.
Olhando para os lados a fim de ver se não era observada, a mulata foi levantando sua minissaia rodada – que lhe descia até cerca de quatro dedos acima dos joelhos –, tratando, em seguida, de abrir as pernas afiladas em demasia. Então, numa volúpia insana, Marie escorregou uma das mãos para dentro da calcinha rendada cor–de–rosa que usava e, após cerrar seus grandes olhos verdes, põe–se a dedilhar, com movimentos cadenciados, as carnes tenras, macias e flácidas, porém, elásticas, de sua vulva cálida e latejante.
“O que terá acontecido?”, perguntou–se Marie, algo intrigada com a estranha de Claire, sua melhor amiga. “A morango disse que voltava logo...”, pensou a mulata consigo mesma.
A outra mão de Marie, enquanto isso, passeava livremente pelo seu torso roliço de linhas curvas, subindo e descendo entre a cintura e o pescoço, detendo–se mais, é claro, no belo par de pequenos seios rijos, cujos mamilos, absurdamente intumescidos e duros feito pedra, espetava a ponto de quase perfurarem o fino tecido justo da camisa de botão sem manga na qual a mulata estava vestida.

De repente, porém, Marie, que recém havia iniciado aquele ato impudente, teve sua atenção despertada pelo ruído dos passos de alguém, que ressoavam sobre a madeira do piso laminado. 
“Até que enfim, heim?”, pensou a mulata, sem abandonar sua siririca matinal. 
Tratava–se, justamente, de Claire, uma outra adolescente, também de quinze anos, ruiva, que retornava, finalmente, à sala de estar da já citada republica feminina Lesbitche, onde ela e Marie moravam, juntamente com outras trinta e duas adolescentes – todas loiras e com idades variando entre os doze e os dezessete –sob o olhar atento e a tutela legal de uma freira, a irmã Perpetua, desde a quinta serie, quando o internato misto Shupaxota fora inaugurado nos arredores de Brasília, em meados de fevereiro de 2008.
– Pronto, cacau, acho que já podemos conv... o que você está fazendo, menina?
Algo disse à Marie que era chegada à hora de saciar seu desejo, e ela, fazendo jus à indecência que herdara da mãe, não hesitou em aproveitar a ocasião.
– É que hoje eu acordei... aaahn!... sentindo um fogo danado... GLUB!... bem aqui na minha “kikita”... – respondeu, de maneira entrecortada, a da pele ebenácea, entre as mil e uma delicias que lhe proporcionavam os seus afilados dedos longos. – D–duvido que haja... hu–hummm... a–alguém capaz de... apaga–galo... – completou gaguejando a sedutora Marie, antes de dar um giro rápido de cento e oitenta graus junto com a cadeira estofada, o que a deixou, agora, de costas para o laptop.
Vendo e ouvindo tamanho absurdo, Claire, que também vinha nutrindo uma atração secreta pela melhor amiga, a bela Cacau dos médios cabelos negros – repicado em camadas, mantendo a base reta e quadrada -, franziu bem seus belos olhos azuis, para indagar, perplexa:
– Posso tentar?!
– Acho que pode! – respondeu Marie, passando a língua molhada sobre os lábios carnudos. 
Durante alguns poucos segundos estiveram as duas mergulhadas num estupor, até que morango – como Claire também era conhecida –, não podendo mais conter a chama ardente daquele desejo mutuo, arrojou–se em direção a cacau, que, por sua vez, levantou–se da cadeira estofada num pulo e correu ligeiro de encontro à ruiva. Uma vez unidas – em frente ao lavabo –, Marie e Claire não hesitaram em colar suas bocas úmidas num sôfrego beijo, durante o qual despiram avidamente, com o auxilio pratico das tremulas mãos alheias, as vestes escolares uma da outra.
“É isso aí, gatinha!”, pensava cacau, enquanto sua língua se entrelaçava a de morango. “Liberta essa lésbica que vive dentro de você!”
Num instante estavam as duas adolescentes inteiramente nuas sobre um dos sofares, o de três lugares, tendo cada membro de seus belos corpos reunidos; seus beijos eram agora mais intensos e o mesmo acontecia com suas caricias, tornando impossível saber – nem mesmo o autor deste conto, o qual tem controle absoluto sobre as ações reações de suas personagens – seria capaz de narrar o que se passava pelas mentes delas naquele momento sublime e de puro êxtase.
♦♦♦
Tudo evoluiu rapidamente, como se ambas fossem amantes desde suas mais tenras idades. Da boca, Marie avançou gulosamente – NHAC! –abocanhando o pescoço de Claire, que se contorce e geme – AAAHN! –, como que mergulhada num profundo transe sexual. Depois, com a mesma gula desmedida, cacau passou a chupar os igualmente pequenos seios rijos de morango, alternando entre um pomo e outro, detendo–se mais, é claro, nos seus belos mamilos de grandes aureolas rosadas, que além de estarem ainda mais intumescidos do que os da mulata, davam à Marie a nítida impressão de que iam estourar de tão duros.
– Marie, regozija–se Claire, erguendo o peito: estou nas nuvens!
– Mmmmg... nas nuvens estou eu... nhammm... Morango querida... mmmmg...
Após saciar sua fome – que não era pequena! – de seios alvos por incontáveis vezes, Cacau abandonou aquele belo e babado par de mamilos em riste – deixando–os à mercê da língua colossal de Claire – e foi descendo com sua boca habilidosa pela barriga lisa de Morango, alternando entre beijos e lambidas ao redor do umbigo, até chegar, finalmente, a xoxota virgem de Claire, que neste ínterim havia aberto as pernas afiladas em demasia – repousando um pé à beira da mesa de centro e pendendo o outro atrás do sofá –, o que deixava entrever, em meio a uma delicada penugem rubra, seus grandes lábios, tão rosados quanto os mamilos, pulsando. 
– Argh, Puáá! – fez a privilegiada Marie, cuspindo uma baba espessa sobre as carnes igualmente tenras daquela xerexa imaculada, antes de pôr–se a lambê–la toda com sua língua comprida e absurdamente grossa.
Morango, a não menos privilegiada, já nas primeiras linguadas, explodiu em gozo. Cacau, a impetuosa, contudo, parecendo não dar a mínima para o orgasmo precoce de Claire – cujo esbelto corpo tremia convulsamente –, não cessou de lamber. Um grito surdo partiu então da extasiadissima Morango, que jogava desesperada o quadril largo para frente – ao mesmo tempo em que beliscava fortemente ambos os mamilos –, procurando obter assim mais contato com a língua igualmente colossal de Marie.
♦♦♦
De repente, porém, a mulata, interrompendo momentaneamente os movimentos que fazia com a língua, pegou a ruiva pela mão e a levou as pressas do sofá para a mesa de centro. Uma vez sobre o móvel retangular e de superfície acolchoada, Morango e Cacau caíram, sôfregas, nos braços, respectivamente, alvos e ebenáceos uma da outra e, após um longo beijo, quase tão intenso quanto o primeiro, que fora dado ainda no home office, ficaram em posição para curtirem um 69 (meia–nove), no qual poderiam dar e ao mesmo tempo receber prazer.
– Aahhnng... nhammm... aahhnng...
– Mmmmg... aahhnng... mmmmg...
E foi assim que dali a alguns poucos minutos ambas, Marie e Claire, explodiram num delicioso orgasmo. Cacau, a experiente, que estava por baixo, foi contemplada com – imaginem! – uma densa e rara ejaculação feminina, cujo liquido quente e leitoso acabou por lambuzar todo seu rosto ovalado de feições delicadas. “Uma cachoeira daqui me parece”, pensou a mulata consigo mesma. Morango, a marinheira de primeira viagem, por sua vez, bebeu aos sorvos o manjar acre e ao mesmo tempo doce que manava com abundancia da xana – todos sabemos – cálida e latejante de Marie. “Um vulcão em erupção daqui me parece”, pensou consigo mesma a ruiva.

A seguir elas fizeram uma pequena pausa, a fim de recuperarem suas forças, pois estavam mais do que exaustas de tanto prazer. Ao cabo deste breve período – durante o qual falaram única e exclusivamente a respeito de um fato ocorrido na manhã daquela mesma sexta–feira, 21 de dezembro de 2012 – Morango e Cacau colaram o velcro melado de suas bocetas ejaculantes e, ainda sobre a mesa de centro, puseram–se a esfregá–las uma na outra, cada qual no seu ritmo, como se não tivessem feito nada até então.
– Vai, gotosa, roça! – dizia Marie, aos brados. – Roça com força, caralho!
– Vem... aahhnng!... delicia! – gemia Claire, sôfrega. –... aahhnng!... roça...!
Mal sabiam, contudo, a mulata e a ruiva, que irmã Perpetua, a freira devassa responsável pela republica feminina Lesbitche, estivera o tempo todo do terraço, oculta por detrás da cortinas balouçantes, a testemunhar de olhos deliciados o que se passava na sala de estar entre elas.
– Oohhnng... isso, Morango, sua puta, não para... uuhhnng...
– Aahhnng… continue assim... mmmm… Cacau querida... Aahhnng...
Nisto àquela que a tudo assistia não mais agüentou: retrocedeu alguns passos, o suficiente para encostar–se ao parapeito – que lhe chegava à altura dos ombros –, deslizando, em seguida, suas costas para baixo. Uma vez sentada no chão de um gélido porcelanato – com as pernas grossas entreabertas e flexionadas num ângulo de noventa graus – a freira devassa levantou seu habito em demasia, escorregou uma das mãos para dentro de suas vestes intimas e põe–se a tocar uma siririca frenética, embalada pelos gemidos emitidos por suas alunas diletas.
– Aaahn... parece que eu vou... Aaahn...
– mmmm... vamos juntas... aahhnng...
Justo no instante, porém, em que as adolescentes Marie e Claire estavam prestes a explodirem noutro delicioso orgasmo – que seria o terceiro da ultima e o segundo da primeira –, elas tiveram o dissabor de serem pegas no flagra pela reverenda madre superiora, a não menos devassa Jocasta, que passou aquele sermão nas duas, antes de submetê–las ao seu apetite voraz. 


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