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Masturbação anal.

Postado 06/10/2011 em Masturbação

 

Bem tudo começou quando ainda era adolescente, lá nos anos oitenta. Eu e meus amigos costumávamos comprar revistas eróticas e pornôs também. E rolava a troca de revistas que nós apelidamos de “intercâmbio cultural”. As vezes comprávamos sozinhos e depois fazíamos as trocas. Mas as vezes comprávamos juntos. 
 
Certa vez, comprei junto com meus amigos uma revista Fiesta e lá, havia um ensaio de duas mulheres lésbicas. Não eram fotos explicitas, eram só beijos e toques de línguas. Mas uma foto em especial me chamou atenção: Era uma foto onde as duas modelos estavam deitadas lado à lado de bundinha pra cima e uma delas estava passando a mão na bunda da outra e só o dedo médio entrando de leve entre as nádegas, dando a entender que estava tocando com a ponta bem no cuzinho dela.
 
Ao ver aquilo, ali mesmo entre meus amigos, senti uma vontade enorme de sentir a mão entre minhas nádegas. Fiquei quieto e não esbocei qualquer reação que fosse me entregar perante meus amigos.
 
À noite, já em casa, na hora do banho, completamente fixo na imagem, comecei de leve a passar a mão da mesma forma. Entrei no banho e continuei acariciando meu cuzinho virgem com o dedo até não agüentar mais o tesão. Comecei então de leve à enfiar o dedo. Como nunca havia feito isso, doeu um pouquinho no começo, mas logo a dor deu lugar a um prazer que eu não conhecia.
 
O tempo foi passando e eu continuava à me masturbar assim, só que variando e aumentando a espessura do que usava, um dedo, depois dois dedos, cabo de chave de fenda, cabo de vassoura, e o meu favorito até pouco tempo atrás: uma chave Phillips, de cabo curto, grosso e rombudo que tenho desde muito antes de ter essas sensações anais. Foram muitas e muitas boas enrabadas por parte dessa chave. Mas como sempre separei minhas masturbações anais de minhas masturbações normais, e fazia isso porque sempre me masturbava a noite, na cama e não podia gozar ali porque gozo muito e como explicar depois aquilo tudo.
 
Mas a medida que cresci e me tornei homem adulto, namorei, casei e esta parte caiu no esquecimento até que em setembro deste ano, minha esposa precisou viajar e ficou três dias fora. Foi então que bateu à vontade relembrar os velhos tempos. Peguei a velha chave phillips e durante o banho, comecei a exercitar até conseguir colocar todinha lá dentro. Mas não foi o suficiente. Eu queria mais. Queria algo mais parecido com um pênis, com o meu pênis. Comecei à pensar em objetos que teriam medidas e densidade parecidas. Concluí que o mais parecido seria uma lingüiça do tipo comum.
 
Fui ao mercado e comprei uma que não estivesse muito seca e que fosse bem compatível com o comprimento e a espessura do meu pau. Já que acho ele muito gostoso.
 
Cheguei em casa, e já fui preparando tudo para a sessão de masturbação que viria. Peguei duas camisinhas e coloquei na lingüiça deixando-a com a aparência de um pau mesmo. Ela era meio curvada e tinha uns 20cm x 4.5cm, mais ou menos as mesmas medidas do meu pau.
 
Sem pensar muito, tomei um banho bem demorado e ali já comecei a masturbação do meu cuzinho aproveitando para deixá-lo bem limpinho e cheiroso. Fui para o quarto e comecei a assistir alguns vídeos de sexo anal na internet pra ficar ainda mais exitado. Lambuzei meu cuzinho com saliva a lingüiça com o líquido delicioso que já saia do meu pau e antes de enfiar, chupei ela por um tempo para sentir o gosto gostoso da minha exitação.
 
Só então coloquei na entrada da minha bunda e devagar ela começou entrar. Coloquei até onde dava para eu continuar segurando. A dor é muito gostosa... Depois que passou a dor, comecei no vai e vem. A lingüiça deslizava sem resistência. Uma delícia. Fodi meu cuzinho em todas as posições que pude. De quatro, de ladinho, de barriga pra cima e até mesmo sentado sobre ela. Foi mais de uma hora de foda sem parar. Quando já não agüentava mais, deitei novamente de barriga pra cima segurei o meu pau que estava muito duro e todo melado apontado para cima enquanto, com a outra mão, mandava ver na minha bunda. Foi então que senti que o maior gozo da minha vida estava por vir. Sem masturbar o meu caralho, mas fodendo forte o meu cuzinho, gozei em jatos poderosos como jamais havia gozado. A porra caindo no meu peito, meu rosto, minha boca enquanto meu cú se contraía com a lingüiça todinha la dentro, foi algo indescritível.
 
Depois disso, fiquei um tempo deitado, quieto curtindo cada segundo do prazer daquele momento. Foi demais. 
 
Daqui pra frente, vou repetir a dose sempre que puder. Afinal, se não posso fazer sempre então tenho de fazer bem feito.
 

Tags: masturbação masturbação anal masturbação anal gay

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