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Masturbando a aluna.

Postado 10/10/2011 em Masturbação

 

Quando tinha 17 anos fiquei com um professor de educação física e ninguém nunca soube disso. Só algumas poucas amigas confidentes. Ele era um cara muito legal e acabou me conquistando. Depois nos afastamos e nunca mais nos encontramos, mesmo morando próximo, até que pouco tempo atrás nos reencontramos e trocamos contatos. Depois de um pouco de papo pelo MSN, acabamos marcando de sair e daí para começarmos um namoro foi um pulo que já dura mais de um ano. Hoje eu tenho 26 anos, 1.68m, 69kg, branquinha com um corpo bem delineado, cabelos claros longos e lisos. Faço o estilo romântica, fiel e tudo o que vou narrar aqui foge em todos os aspectos de tudo o que poderia imaginar um dia ter que passar.

 

Logo que começamos a ficar mais íntimos, notei algumas coisinhas que me deixaram com um pé atrás. Nas primeiras noites, na cama, ele era como muitos, carinhoso, romântico, dizia tudo o que uma mulher gosta de ouvir. Aos poucos ele começou a me pedir para bater nele, dar tapas na sua cara e dizia que aquilo o deixava muito excitado. E as revelações se seguiram até o dia em que, no meio da nossa transa, ele começou a me pedir para fantasiar que eu estava com outro naquele instante. Ele queria que eu fantasiasse que aquela transa estaria ocorrendo com um outro homem. Realmente pude sentir que sua excitação estava mais elevada, mas o que me impressionou mais foi o fato dele sequer sugerir aquilo, de fantasiar a namorada transando com um outro cara. Depois da transa começamos a conversar e ele confessou tudo sobre ele. Disse que já freqüentara casas de swing, que tinha amigos e amigas no meio e que, além de curtir muito, gostaria também que eu me integrasse, que me inteirasse a respeito e me aventurasse com ele nesse prazer. Claro que começamos uma bela discussão. Brigamos feio e ficamos sem nos falar por um dia inteiro. No segundo dia ele me ligou e pediu para conversarmos e aceitei, com a cabeça mais leve e disposta a aceitar seu passado. Depois de muito conversarmos, ele aceitou que eu não estava disposta a aceitar a idéia de freqüentar, nem muito menos de que ele freqüentasse casas de swing e, a muito contragosto, ele aceitou minha imposição, ou ao menos demonstrou que estava de acordo com a proposta para nosso relacionamento seguir adiante.

Certo dia estava no trabalho e recebi uma mensagem muito esquisita no celular. A mensagem era para ele, mas pareceu ter sido enviada por engano para mim. Era mais ou menos assim “Galera, reunião na casa da Sari – bate-papo 19h”. Achei estranho, pois a mensagem era dirigida para mais 2 casais, e nem liguei mais para a mensagem, mas logo em seguida uma complementação ”Seria bom se tivesse mais uma mulher…”. Aquela segunda mensagem fez minha cabeça pensar. Sou muito ciumenta e sabendo do passado dele, logo interpretei a mensagem com segundas intenções. Dei uma de louca e então peguei o número que enviou a mensagem e liguei. Era a tal da Sari. Disse que era amiga do professor e queria saber se a reunião seria só para um bate-papo mesmo, mas ela riu e disse que não, que depois rolaria swing. Fiquei branca. Mais branca do que sou. Logo depois fiquei foi com tanta raiva que tratei logo de ligar para ele e tirar satisfações sobre o que tinha descoberto. Ele desligou o telefone na minha cara. Depois dessa ficamos uma semana sem nos falar. Ele então novamente tentou conversar comigo e me convenceu, não totalmente, de que tudo tinha sido um tremendo engano. Eu, como não fiquei totalmente convencida, fingi que estava de bem com ele e tracei um plano ousado. Criei um MSN falso fingindo ser ele e em 3 dias consegui descobrir tudo o que aconteceu após aquela mensagem.

O tal encontro aconteceu e rolou swing, como eles estavam combinando. Estavam presentes o meu namorado, Mauro (professor, 48 anos, careca e um pouco acima do peso), Breno, Sari, Jeise e o Dudu, primo do Mauro. Ela relatou que eles logo que chegaram abriram uma garrafa de vinho e colocaram um filme pornô no DVD. Aos poucos Mauro e Jeise começaram a se agarrar enquanto Breno, Sari e Dudu se divertiam em separado. Jeise foi logo arrancando a roupa do Mauro e se pondo a chupá-lo. Sari era beijada vorazmente por Dudu, enquanto Breno acariciava seus seios pelas costas. Mauro desfrutava da bela chupada de Jeise e era observado pela Sari, que agora tinha seus seios sugados pelo Breno, enquanto Dudu se despia para ser chupado por ela. Mauro trocou de posição com a Jeise e passou a chupá-la avidamente. Breno aproveitou a posição da Jeise e se sentou próximo de sua boca, para ser chupado por ela ao que Sari agora estava com o pau do Breno totalmente enfiado em sua garganta. Breno ajeitou Sari no chão e começou a penetrá-la. Sari aproveitou sua posição e agarrou o pau do Mauro começando a chupá-lo enquanto levava ferro de Breno. Estava ainda nessa posição quando Breno anunciou que estava prestes a gozar. Sari então mudou de posição com Breno e colocou-o deitado para que ela pudesse montar nele. Nisso Mauro aproveitou que Jeise já estava totalmente encharcada e a penetrou com vontade tirando um urro de gozo dela que quase chegou a morder o pau do Dudu. Ele acariciava os seios da Jeise e tinha seu pau completamente sorvido por ela, mas ainda estava longe de gozar e assim que viu que ela tinha chegado ao primeiro orgasmo, ficou louco de vontade de meter também. Mauro logo trocou de posição e levou seu pau para ser chupado novamente pela Jeise, pois queria gozar em sua boca. Dudu aproveitou a oportunidade e meteu sem dó na Jeise. Ele ainda não estava próximo de gozar, mas estava muito tarado e isso fez com que a Jeise chegasse a um novo orgasmo rapidamente. Ao ver que Breno estava prestes a gozar também, Sari se aproveitou da posição e controlou a velocidade para retardá-lo um pouco, mas não conseguiu por muito tempo e logo que ele gozou, ela saiu de cima dele e ficou se masturbando na poltrona, assistindo à tudo que acontecia com a Jeise e os outros dois. Mauro não tardou a gozar na boca de Jeise e sentou-se ao lado da Sari para descansar. Dudu, voraz como estava, ainda trocou de posição mais duas vezes com a Jeise que, vendo que ele não gozaria tão cedo, trocou de posição com ele e tratou de sentar por cima, cavalgando-o como uma verdadeira amazona. Aquilo foi o suficiente para que Mauro voltasse a ativa e, posicionando-se por trás de Jeise, penetrou-a no cu. Jeise não agüentou e começou a ter múltiplos orgasmos, ao que Dudu também se excitou ainda mais com a situação e, juntamente com Mauro, passaram a bombar com força em Jeise. Assim que eles gozaram, ela quase desmaiou. Seu corpo ficou todo mole e ela tremia de prazer. Mauro saiu de dentro dela e se soltou no chão, enquanto Dudu permanecia dentro de Jeise, que estava entregue totalmente ao prazer. Sari, que até então estava se sentindo meio esquecida, continuava se masturbando e ainda não tinha conseguido gozar, mas Breno, notando tudo, jogou-a no sofá, abriu suas pernas e mergulhou de cara em sua boceta, chupando, mordendo, enfiando um, dois, três dedos, e finalmente levando Sari a um orgasmo.

Fiquei furiosa, pois ele tinha dito que nunca tinha tido nada com nenhuma delas, e inclusive que não praticava mais swing, afinal tinha sido o que combinamos. Fiquei sem saber o que fazer, totalmente indecisa. Ainda gostava dele, mas estava extremamente magoada e minha cabeça não parava de pensar em querer dar o troco. Pra piorar ainda descobri que a tal da Sari é apaixonada pelo Mauro e que eles já tiveram mais íntimos anteriormente. Nossa, eu me segurei muito pra não sair fazendo besteira ali mesmo, nas conversas. Foi então que calmamente coloquei os pensamentos em ordem. Ele não sabia que eu tinha descoberto tudo, então eu estava com a bola da vez. Eu podia dar o passo que quisesse. Terminar tudo, ou fingir que nada tinha acontecido. Não queria terminar tudo, mas não tinha como fingir que nada tinha acontecido e, furiosa por ele ter me enganado, pensei bem e preparei um plano…

Liguei para ele e avisei que dormiria na casa dele. Cheguei, tomei um banho, conversamos amenidades e fomos para a cama. Eu já sabia mais sobre ele do que ele imaginava e, aproveitando-me de seus fetiches por ser dominado, comecei a atiçar suas fantasias. Primeiro amarrei suas mãos com lençóis na grade da cama. Depois montei em cima dele e fiquei chamando-o de Corno, de idiota, de babaca, falando que ele não era homem o suficiente para mim e que eu ia arrumar outro pra conseguir fazer tudo aquilo que ele não é capaz. Tentei desmoralizá-lo por completo em sua própria fantasia, mas parecia que o tiro estava saindo pela culatra, pois ele estava cada vez mais excitado com toda a situação. Tanto que quase me esqueci que o que eu queria era fazê-lo brochar, e ao invés disso ele estava ainda mais excitado do que o normal. Dei tapas na sua cara, arranhei seu peito, estava aliviando toda a minha raiva indiretamente, mas aquilo tudo estava me deixando ainda mais brava, pois ele estava curtindo tudo o que eu ousava fazer de ruim. Ele logo gozou um monte e eu desabei sobre o seu peito, ofegante. Ele me elogiou e disse que adorava a idéia de ser Corno, que fantasiava sempre com isso tudo que eu tinha feito com ele e tentou me convencer novamente de ir à casa de swing. Tentei manter a calma e me segurei muito para não colocar todas as minhas cartas na mesa, e apenas agi como sempre agia quando ele levantava essa idéia. Fiquei com raiva, mas demonstrei apenas a raiva de sempre que eu sentia quando ele me perguntava sobre isso. Percebi que não ia conseguir realizar minha vingança da forma que eu planejava e, depois de muita conversa, fomos dormir.

No dia seguinte, no trabalho, estava lendo sobre swing, tentando entender mais a respeito e acabei lendo um conto erótico que muito me excitou. Entrei em contato com o autor e começamos a conversar a respeito. Falamos sobre tudo, inclusive sobre minha atual situação com meu namorado. Seguimos conversando e ele foi sendo de muita ajuda, me confidenciando alguns segredos do “mundo do swing” e algumas verdades e mentiras nesse meio. Eu fiquei excitada com toda a nossa conversa e confesso que me interessei pelo autor, por tudo o que ele se mostrou ser. Ele se apelidava Pê e se descreveu como sendo um moreno claro, atleta, 1.78m, praiano, e que morava no RJ, ou seja, estávamos um estado de distância. Talvez por isso eu tenha sido tão confidente com ele, mesmo sem o conhecer realmente. Os dias foram passando e ele foi cada vez mais me ajudando com o meu relacionamento e com isso foi também me conquistando. Sabia que estava começando a criar fantasias gostosas em minha cabeça e estava gostando de tudo aquilo e então passei visualizar uma nova forma de me vingar do meu namorado. Eu já estava pensando seriamente em terminar meu relacionamento e Pê passou a me criar fantasias que nunca imaginei um dia pensar. Li mais de seus contos e cada vez mais fui ficando intrigada por ele. Quando ele então disse que faria uma viagem até SP e que gostaria de ter a oportunidade de se encontrar comigo, fiquei nervosa, ansiosa, e diante de tudo o que acontecia, aceitei e marquei com ele num Shopping perto da minha casa. Fiquei muito excitada com tudo aquilo que estava acontecendo comigo e, no dia em que Pê estava chegando, tratei de colocar meu plano de vingança em ação e liguei para meu namorado para avisá-lo de que iria fazer uma surpresa para ele. Ele estava no meio de uma de suas aulas e não entendeu nada. Tanto que assim que terminou a aula, me ligou de volta para compreender a mensagem. Não estávamos tão bem intimamente para ele saber interpretar minha ligação e eu apenas complementei dizendo que iria realizar uma fantasia dele que ele era louco para que eu topasse. Ele ficou eufórico e quis saber de imediato o que eu estava tramando, todo excitado. Tenho certeza de que ele imaginou que eu fosse dizer que iria aceitar ir à casa de swing com ele. Falei para ele apenas aguardar, e que ele ia ficar muito surpreso. Desliguei em seguida e, mesmo ele tentando ligar novamente, não atendi. Pouco depois quem me ligou foi Pê e, se tudo corresse conforme o que eu tinha planejado, tenho certeza de que meu namorado ficaria tão louco de raiva que terminaria comigo na hora. Cheguei no local marcado e eis que ao identificar Pê vi que meu plano estava prestes a dar certo, pois ele era tudo o que eu esperava. Fiquei excitada na mesma hora. Nem podia acreditar no que estava acontecendo comigo. Parecia uma adolescente prestes a fazer besteira das boas. Quase como no passado, quando conheci o meu namorado e me aventurei com ele. Nos cumprimentamos e sentamos numa das mesas da praça de alimentação e começamos a conversar. Não parecíamos dois desconhecidos, pelo contrário. Quem visse ou ouvisse como conversávamos diria no mínimo que nos conhecíamos há anos. Ele já sabia tanto sobre mim e eu sobre ele que tudo fluía de forma deliciosa. Ficamos mais de 1 hora conversando e então ele propôs que fôssemos para um lugar melhor, mais calmo, com menos barulho, onde pudéssemos ter um pouco mais de privacidade. Apesar de tudo eu não queria sugerir meu apartamento, pois estava receosa de que meu namorado inventasse de aparecer por lá por conta do que disse ao telefone para ele. Ele sugeriu um motel e eu topei. Nem acreditava que estava sendo levada assim, de forma tão direta e simples, a aceitar tudo o que ia acontecer.

Seguimos em direção ao meu carro no estacionamento e assim que enfiei a chave na porta do carro ele segurou a porta e não me permitiu abri-la. Me virei para falar alguma coisa, mas ele investiu em um movimento surpresa em minha direção, me beijando deliciosamente. Me senti entregue. Ele me dominou com aquele gesto. Eu não esperava por aquilo, mesmo sabendo que estávamos nos dirigindo até um motel e que lá fatalmente faríamos sexo. Aquele beijo surpresa e apaixonado me fez derreter e sentir amada. Senti todo o prazer de ser desejada ali mesmo. Aquele beijo foi tão gostoso e inesperado que senti que me faltava chão. Ele me abraçou, me envolveu e me dominou por inteira. Meu corpo o desejava. Eu não esperava aquilo. Aquele beijo quente me esquentou por completa e foi o suficiente para indicar que meu plano estava indo além das expectativas. Entramos no carro, eu dirigindo e ele no carona me fazendo carícias maravilhosas, beijando minha orelha, nuca, acariciando meu pescoço, meus ombros, braços. Estava ficando extremamente difícil dirigir daquela forma e fui obrigada a pedir que ele parasse. Ele apenas sorriu e se afastou, mas permaneceu com sua mão sobre meu pescoço, me fazendo carinhos que sempre esperei de meu namorado. Nossa, eu estava louca de tesão. Tudo aquilo era fora do comum para mim. Trair meu namorado, encontrar-me com alguém que mal conhecia, ir num primeiro encontro para a cama com alguém… Claro, para cada uma destas observações, eu tinha um belo motivo, uma bela explicação e um bom instinto. Entramos no motel e pedimos uma suíte com hidro. Assim que passamos a recepção e guardamos o carro na garagem, ele me surpreendeu novamente, me tratando com todo o respeito. Ele sabia. Ele já me conhecia. Nossa, eu estava ficando maluca só com o tratamento que ele me dava. Assim que entramos no quarto ele fechou a porta e nem acreditei, mas simplesmente tomei a iniciativa e voei em seu pescoço, exigindo aquele maravilhoso beijo que ele me dera no estacionamento. O beijo foi apaixonante. Ele me pegou no colo gentilmente, me levou até a cama e ali me tomou para si. Ele me beijava e ia me acariciando todo o corpo. Eu fechava meus olhos e atirava minha cabeça para trás de tanto prazer. Ele passou a desabotoar minha blusa e a tocar meu seio esquerdo, ao mesmo tempo em que me beijava o pescoço, fazendo com que eu retesasse ainda mais e liberasse por completo o espaço entre meu colo e sua boca. Ele desceu seus lábios e pousou entre os meus seios, lambendo suavemente e me fazendo tremer. Em seguida ele afastou minha blusa e seguiu com sua boca até meio seio, contornando-o com a língua e em seguida beijando o biquinho do me seio. Tive a sensação de estar prestes a gozar ao toque da sua língua. Acabei por me deitar, suspirando. Ele aproveitou e começou a me despir. Assim que abriu minha calça, tive um súbito susto e toda a situação finalmente caiu em mim. Percebi tudo o que estava fazendo e não estava nervosa, pelo contrário, estava feliz em estar fazendo tudo aquilo. Estava sentindo muito prazer e foi no mesmo momento em que pensava nisso que Pê terminara de tirar sua calça e lhe beijava a barriga ao mesmo tempo em que fazia carícias em minha boceta por cima da calcinha. Ele notou o quanto eu estava molhada, excitada, entregue, dominada, e mesmo assim se preocupava ao máximo em apenas me dar prazer, sem esperar nada em troca. Nossa, foi pensando e sentindo tudo isso que acabei gozando em sua mão, sem sequer ter sido ainda tocada diretamente. Ele percebeu através de meus suspiros que eu havia gozado e então ele desceu ainda mais sobre meu corpo e, apenas afastando minha calcinha para o lado, sorveu todo o meu gozo e pôs-se a me chupar com maestria, levando-me rapidamente a um novo orgasmo. Este novo orgasmo veio de forma mais expressiva e gemi alto, como nunca fizera antes. Talvez por estarmos em um motel, mas ainda assim, algo nunca experimentado. Quando finalmente consegui abrir os olhos, ele estava sorrindo, deitado ao meu lado, acariciando meu rosto, me observando. Enrubesci na mesma hora e levei as mãos ao rosto, mas ele gentilmente abaixou minhas mãos, acariciou novamente meu rosto e voltou a me beijar de forma apaixonada. Ele ainda estava de calças e eu já estava apenas de calcinha. Sabia que ele me desejava e, em troca de tanto prazer que ele me proporcionara, avancei sobre ele e fui devolvendo todas as carícias que tinha recebido dele. Assim que abaixei sua calça, notei que ele estava usando uma boxer branca, linda, manchadinha de um pré-gozo na altura da cabeça do seu pênis e assim notei que tudo aquilo dera-lha também tanto prazer quanto a mim. Arranquei sua cueca e tratei de chupá-lo vagarosamente, fazendo com que ele sentisse ondas de prazer que eram devolvidas com espasmos em seu pau. Imaginei que ele estivesse próximo de gozar e parei de chupá-lo para aplicar-lhe novas carícias, mas ele então me ergueu novamente na cama, montou sobre meu corpo e novamente me dominou com seus beijos, ao que suas carícias iam ao mesmo tempo me colocando na posição perfeita para que ele me penetrasse, o que não tardou em acontecer. Mal pude perceber que ele já estava com a cabeça de seu pau apontada para minha bocetinha. Assim que ele encostou a cabeça de seu pau em mim tive um novo susto e mal pude acreditar: “estava traindo meu namorado, assim como ele me traíra”. Então, lentamente ele enfiou apenas a cabeça e parou. Senti-me maravilhosamente bem sendo preenchida por ele, mas ao mesmo tempo nervosa, pois sua morosidade nos movimentos me deixavam ansiosa, nervosa. Eu estava prestes a implorar para que ele me penetrasse, que se enfiasse fundo dentro de mim, e percebi que esse era o jogo dele, fazer com que eu chegasse em tal ponto que precisasse pedir, não, implorar para que finalmente me penetrasse e me fizesse totalmente dele. Ele viu nos meus olhos a minha súplica chegando e assim enfiou de uma só vez todo o seu pau. Meus olhos se reviraram, minha coluna se entortou, meus braços o apertaram com todo a força do meu ser. Eu estava gozando com o simples fato de ter sido penetrada. Ele me preencheu por completo, mas novamente não se moveu. Teve a paciência de aguardar enquanto eu voltava a mim. Assim que abri os olhos, olhei para ele e ele sorria. Devolvi um sorriso de prazer, meio que como se estivesse agradecendo pelo orgasmo e ele então começou a se movimentar, devagar, para frente e para trás, apenas na cintura, esfregando seu corpo no meu e assim pressionando meu clitóris e me fazendo rapidamente voltar ao estado de prazer que sentira pouco antes do orgasmo. Eu não estava me reconhecendo. Estava totalmente nas mãos daquele “desconhecido”. Ele aumentou a cadência de seus movimentos e em poucos minutos já estava indo e vindo firme, porém insistente. Eu já estava prestes a chegar a um novo orgasmo quando ele anunciou que iria gozar. Ele então acelerou ao máximo seus movimentos e me penetrou fundo, o que fez com que minhas últimas energias surgissem e eu o apertasse fortemente contra mim, como se querendo que me penetrasse ainda mais do que o possível. Travei minhas pernas ao seu redor e gozei. Gozei e gozei intensamente. Em seguida senti seus jatos fortes dentro de mim. Ele gozara também. Senti minhas pernas tremerem e precisei liberar seu corpo de meu abraço com as pernas. Precisei largar meu corpo na cama e relaxar meus braços estirados ao meu lado. Pê mantinha-se firme, rígido e totalmente dentro de mim, mesmo após ter me feito gozar como nunca antes me lembrasse ter gozado, e erguendo-se sobre seus braços que pareciam dois pilares ao lado dos meus seios. Senti seus últimos espasmos de gozo e ainda assim ele permaneceu duro e dentro de mim, como se ainda nem tivesse começado a diversão. Eu respirava, ofegante, balançando minha cabeça de um lado para o outro, quase que não acreditando em tudo aquilo, mas ao mesmo tempo percebendo que aquela fora apenas a primeira batalha. Percebi que meu plano para vingança do meu namorado não contava com tamanho prazer e me desconcertei quase totalmente ao sentir-me quase desfalecida de tanto gozar. Meu amante me movimentou como se fosse uma boneca, tamanho era minha falta de força. Ainda dentro de mim, sem demonstrar que pretendia abandonar minha boceta, meu amante sentou-se e me puxou para ele, fazendo com que a penetração tomasse novas proporções. Minhas pernas tremeram novamente e ele gentilmente ergueu-me como se não fosse nenhum esforço demais para ele e esticou minha perna direita, dobrando a esquerda e me fazendo girar sobre ele, tendo seu pau como ponto de apoio. Ao invés de me relaxar, aquilo me deu um novo tesão. Ele então me colocou de costas para ele e me abaixou, penetrando-me novamente até o fundo. Eu suspirava e quase delirava de tanto prazer. Como poderia estar assim, tão entregue a um desconhecido? Assim que ele me abaixou e minha bunda se apoiava por sobre suas pernas, ele esticou minhas pernas e empurrou minha coluna para a frente. Ao mesmo tempo em que ele me alongava e relaxava minha coluna, conseguia fazer com que seu pau atingisse ainda nova distância e me penetrasse ainda mais como se realmente ainda houvesse algum espaço extra escondido a ser preenchido. Não consegui permanecer assim por muito tempo e então pedi que ele parasse. Não agüentava mais. Ele me atendeu prontamente, me deitando e colocando-se ao meu lado. Sabia que ele queria mais e estava disposta a proporcionar da mesma forma todo o prazer que havia recebido, mas estava sem forças para nenhuma tentativa. Fiquei de costas para ele e ele me encoxou, ficando com seu pau duro tocando-me por trás. Eu ri e apenas levantei um pouco minha perna, ao que ele percebeu que eu estava me liberando para o que ele quisesse fazer e ele prontamente encaixou-se em mim e tratou de me levar a um novo orgasmo ao mesmo tempo em que ele finalmente alcançava um novo orgasmo e finalmente demonstrava algum sinal de que havia se cansado.

Conversamos muito na cama. Rimos de tudo e aos poucos fui contando como planejava finalmente concluir meu plano. Meu amante topou sem medo, afinal fora dele que conseguira bolar todo aquele plano que começava justamente com aquela maravilhosa cena de sexo, mas que não fora tão bem imaginada quanto realmente fora a experiência real. Pediu que ele fosse até o carro e pegasse uma mochila no banco de trás. Nela estavam uma câmera, lingeries e uma máscara. A máscara era uma idêntica a usada na casa de swing que o namorado freqüentou e que insistia em dizer que nunca mais havia ido nem se encontrado com as mulheres que também freqüentavam a casa. Sabia que aquela máscara seria um ponto forte do plano. A máquina já continha algumas fotos e eram justamente da casa de swing. Apenas a fachada. Fazia parte do plano. Então me vesti com as lingeries que estavam na mochila e para cada uma delas, pedi ao meu amante que tirasse várias fotos. As fotos também contavam com participações do Pê, que entre as trocas de roupa, simulava alguma cena de sexo comigo. As fotos eram muito provocantes, totalmente explícitas. A idéia era mostrar as fotos ao namorado e fazê-lo pensar que teria ido à casa de swing, mas em companhia de outra pessoa. Sabia que isso o irritaria. Tinha certeza de que seria o golpe derradeiro para terminar a relação e assim que terminei de tirar as fotos, tive uma nova sessão de sexo com meu maravilhoso amante. Quando fomos ver, ultrapassamos as 6 horas do quarto. Começamos a nos arrumar para sair e só então liguei meu celular. Bastou retomar sinal de recepção e recebi 26 apitos de mensagens de ligações recebidas e mensagens armazenadas, todas dele. Estava prestes a ouvir a primeira quando recebia mais uma ligação do namorado. Atendi e ele, do outro lado, falava nervoso. Não estava mais ansioso ou esperançoso sobre qualquer que fosse a fantasia que eu dissera que iria realizar. Falei pouco, mas ele entendeu que eu não estava em um ambiente qualquer. O eco do quarto fazia-se perceber que eu estava em algum ambiente fechado e, supostamente, sozinha. Eu ri e disse que estava indo até a casa dele para conversarmos. Meu futuro ex- ouviu um barulho ao fundo e começou a falar bravo e querer saber o que estava acontecendo, onde eu estava e com quem. Apenas falei que ele teria uma surpresa quando nos víssemos e desliguei. Feliz por todo o plano estar seguindo conforme o planejado, olhei para o Pê, desliguei o celular, liguei para a recepção e disse: – “Esquece a conta. Vamos ficar mais um pouco…” E a minha aventura continuou até o dia seguinte. O futuro ex-? Ah, deixei ele esperando…


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