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As safadas do trabalho

Postado 21/10/2011 em No Emprego

Sempre Trabalhei em grandes empresas na função de mecânico de manutenção industrial, mais depois dos 40 muitos patrões acham que você está velho e não vai dar conta do recado, quase dois anos desempregado sem arrumar uma vaga, estava aceitando qualquer negocio.

Uma vizinha amiga da minha esposa levou meu currículo para uma confecção de moda intima feminina. Passei em todos os testes e fui contratado, o salário não era bom mais no momento, era o que eu tinha para sobreviver.

A área da manutenção era separada da produção, mais como quase todos os reparos eram urgentes eu os executava na própria produção para não perder tempo.

Na linha de produção só trabalhavam mulheres e por uma exigência da empresa, elas só poderiam vestir no trabalho uma camiseta grande sobre a calcinha, sem sutiã e com sandálias havaianas, apenas a encarregada se vestia normal com blusa, jeans e tênis. Era por uma questão de segurança patrimonial, já que parte das peças confeccionadas eram furtadas pelas funcionarias, quando elas vestiam uniformes.

Quando comecei a trabalhar eu fiquei louco de tesão com as insinuações maliciosas que a mulherada faziam. Eram mulheres para todos os gostos e nas mais diferentes formas altas, medias e baixinhas, gordas, gostosas e magrinhas, louras, mulatas e moreninhas, solteiras, casadas e safadinhas, velhas, meia idade e novinhas. Tinham algumas mais velhas, mais a maioria girava era assim. Eu as via todos os dias, seminuas com o biquinho do peito furando a camiseta, uma e outra com calcinha transparente ou minúscula, ou sem ela exibindo sua xoxota hora peluda, hora raspada ou aparadinha.

No primeiro mês fui muito assediado, tava tão fácil que parecia que aquela mulherada tarada não via homem a anos, mais procurei me comportar. No segundo tentei ser o mais discreto possível porque minha vizinha também trabalhava na empresa e que se diga de passagem, é muito gostosa, só que era amiga da minha esposa. Só passei a perceber minha vizinha quando fui trabalhar nesta empresa, tentei marcar um encontro mais sem sucesso, após três meses de serviço quando o contrato de experiência acabou eu já estava enturmado com elas e cantava todas na maior cara de pau atirava para todos os cantos sem acertar ninguém, só rolava sacanagem e brincadeiras maliciosas. Nunca tinha sido correspondido ate que certo dia pela manhã, comecei a receber confirmações das minhas investidas, na entrada da empresa a primeira me confirmou para sair no final do expediente. Todo satisfeito com a confirmação do convite não imaginava que na fila do cartão de ponto a segunda também marcaria para o final do dia, fui indeciso para o vestiário me trocar e depois para o refeitório tomar café comentava o ocorrido com os colegas de serviço que não sabiam me dar uma solução, não tinha nem terminado o meu café quando a terceira se aproximou dizendo que queria me falar em particular, levantei-me para ouvi-la e meu problema havia aumentado, ainda tentei desconversar disse que hoje não poderia e ela simplesmente respondeu você sempre quis e agora que eu estou afim você corre, ou é hoje ou é nunca. 

Ligaram para a seção solicitando um mecânico fui para a gerência buscar a ordem de serviço para a troca de peças, que me foi entregue junto com um bilhete da quarta que confirmava o encontro no final do expediente.

O buchicho já começava a circular pela produção quando a minha vizinha veio manhosa me perguntar se eu iria sair com alguém mais tarde, disse que não; e ela respondeu que mais tarde eu não iria escapar dela, eu estava em uma sinuca de bico, com cinco mulheres a minha espera, parecia que tudo estava combinado entre elas, pois foi só uma aceitar meu convite que as outras também toparam.

Na hora do almoço, iniciou-se uma discussão entre elas para saber quem ira sair comigo ou quem eu deveria escolher para sair, o circo estava pegando fogo quando uma das poucas mulheres que tinha mais de 45 anos e que não tinha nada haver com a historia, falou:

Vocês não têm vergonha? Umas moças bonitas brigando por causa de um velho safado. Apontou em minha direção e continuou disparando: olha lá ele se divertindo vendo vocês brigarem, não importa quem ganhe hoje amanhã ele sai com a outra ate passar todas vocês na cara. As palavras da senhora caíram feito uma bomba dispersando a multidão, não sabia se era verdade mais depois do almoço o buchicho que rolava era de que tinham umas dez mulheres a fim de sair comigo.

Foi anunciado pela chefia que haveria hora extra na linha de produção e às 17hs quase todos os outros setores tinham ido embora.

Eu já estava quase saindo aliviado por saber que elas ficariam pressas na produção, quando me pediram para dar uma passadinha por lá. Imaginei que fosse algum concerto rápido ou que minha vizinha me pediria para esperá-la, mais quando entrei na produção vi que o setor estava vazio, aporta se fechou a minhas costa e quando me virei havia um exercito de mulheres atrás de mim, talvez umas 15 ou 20.

Fui agarrado e despido por elas, amarrado a mesa de moldes e vendado. A partir daí o resto foi só no sentimento, eu não saberia dizer quem ou qual eu estava possuindo, foram varias bocas a se revezarem em minha pica ou talvez ate a mesma a me chupar de maneira diferente, mais com certeza eu penetrei varias bucetinhas diferentes, porque tinha umas secas ou apertadas que me esfolavam a cabeça da piroca e outras largas ou molhadinhas que escorregavam gostoso. Fiquei excitado, mais também estava nervoso pela maneira que rolava, fazendo com que a minha primeira gozada demora-se muito, meu sofrimento começou quando elas tiveram trabalho para reanimá-lo para a segunda, ai eu levei tapa na cara, na bunda, fui xingado, mordido, unhado e dedado por elas que ficaram horas se aproveitando de mim ate que ele, desenvolve-se novamente. Quando ele fiou rígido foi uma briga para ver qual delas me usaria primeiro, sentia uma dor na base da piroca com uma puxando pra cá e outra puxando pra lá, aproveitei para morder o grelinho de uma que ficou rebolando a bucetinha na minha boca, não sei se quando travei meus dentes ela começou a gozar ou a mijar na minha cara, só sei dizer que era um liquido quente que me deixou muito excitado.

Percebi que a brincadeira estava acabando depois da minha segunda gozada, pois as vozes e o revezamento de mulheres em cima da minha piroca haviam diminuído. A que restou estava com muito tesão ou apaixonada por mim, porque era muito carinhosa e me fez uma chupeta tão maravilhosa que eu quase gozei em sua boca, mais ela parou antes não me permitindo gozar, montou em cima de mim e começou a cavalgar suavemente, depois foi acelerando aos poucos seus movimentos em quanto me unhava o peito e por ultimo deitou-se sobre mim movimentando apenas o quadril, não resisti ao seu balanço e esporei em seu útero.

Cansado e exausto, adormeci amarrado e fiquei no maior desespero quando acordei porque chamei por elas em vão, eu estava completamente sozinho e quando o expediente começou às 7hs da manhã, eu era a atração da empresa, ao invés de me soltarem todos iam lá rir e da uma olhadinha em um homem completamente pelado, amarrado com langeri e cheio de hematomas de uma noite de amor.

Quase fui despedido mais como estava preso e vendado consideraram que foi um estrupo e me aliviaram. É claro que tenho outras boas estórias dessa fabrica, por que fui funcionário dela por três anos.


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