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Orgia na piscina

Postado 17/05/2012 em Orgias

Esse caso começou num domingo pela manhã quando eu e meu marido estávamos nospreparando para ir ao clube. íamos nos encontrar com um amigo que estava sozinho, o
carlos – a mulher tinha viajado – e já tínhamos fantasiado muitas vezes a participação dele nas nossas trepadas. no começo eu ficava meio constrangida, mas fui acostumando com a idéia e já gostava mesmo de falar sobre ele, quando a coisa estava quente e eu conseguia soltar o verbo.
nesse dia eu já acordei excitada e meu marido, mauro, ficou brincando no meu ouvido, que eu tinha que colocar um biquíni que deixasse os dois de pau duro. ele sempre falava que
achava que o carlos se masturbava pensando na minha bunda e isso me deixava molhada.
escolhi um biquíni fio dental bem pequenininho e fui mostrar para o mauro. ele reclamou que não era de lacinho e assim não poderia desamarrar para passar óleo em mim.
fiquei meio chateada, mas fui trocar para não deixar ele bravo. escolhi o menor biquíni que eu tinha, um azul minúsculo, com lacinho.
estava me olhando no espelho quando ele se aproximou , me agarrou por trás e disse que eu estava uma coisa de louco e que ia matar o carlos de tesão.
coloquei um vestido quase transparente, bem leve, tipo uma saída de praia, por cima e fomos para o clube.
eu estava pegando fogo e o mauro ficava falando cada coisa que me deixava ainda mais quente. acho que até molhei o banco do carro.
quando chegamos ao clube fomos para o ponto combinado, um lugar gramado com várias cadeiras de piscina , afastado e sossegado.
o carlos já estava de sunga deitado numa cadeira e tomando sol. eu tirei logo o vestido e fiquei só de sandália e biquíni. ele levantou pra dar um beijinho e disse: “olha só fernanda !! e me fez dar uma voltinha. o mauro ficou só olhando e rindo com cara de sacana.
passei bronzeador rapidinho e deitei no meio dos dois. ficou a minha cadeira no meio e os dois me ladeando.
o mauro foi buscar uma bebidas e nós ficamos no papo. depois de uma hora tomando sol,cerveja e conversando a coisa já estava quente e começamos a falar de praias de nudismo e como seria gostoso ir à uma.
resolvi então deitar com o bumbum pra cima e pedir ao mauro que passasse bronzeador.
senti a eletricidade no ar. os dois sentados nas cadeiras virados pra mim e conversando,
enquanto o mauro soltava os nós da parte de cima do biquíni e começava a massagear minhas costas, bem devagar usando óleo.
fingi que estava distante, quase dormindo e deixei a coisa correr.
ele foi baixando a mão até desamarrar um dos lados da parte de baixo do biquíni e lambusou minha bunda com óleo de montão. eu abri um pouquinho a perna e senti o bronzeador escorrendo até a xoxotinha – nessa hora o carlos estava a meio metro da minha bunda vendo meu marido me massagear de um jeito meio sacana.
virei um pouquinho a cabeça e percebi que ele estava tentando esconder o volume descomunal que tinha se formado na sua sunga vermelha.
mas o mauro não quis nem saber e prosseguiu com a massagem chegando mesmo a colocar a pontinha do dedo no meu cuzinho. quase gozei. ia ser engraçado - eu ali no meio dos dois gemendo.
mas o clube começou a encher e a situação ficou meio perigosa – meu marido amarrou então meu biquini e eu sentei na cadeira.
quando olhei para a cara do carlos notei que ele estava transtornado. resolvemos então ir embora.
meu marido se ofereceu para levá-lo em casa, pois ele tinha vindo para o clube de bicicleta e nós numa camionete saveiro.
enquanto meu marido e ele colocavam a bicicleta no carro fui até o vestiário e tirei o biquini, ficando só de vestido.
estava sentindo um tesão enorme e cheguei a alisar de leve a xoxotinha.
o carlos queria ir junto com a bicicleta no bagageiro por que não tinha espaço na cabine, mas depois de muita insistência do meu marido e minha, ele entrou e sentou-se ao meu lado.
fiquei no meio dos dois e me deu vontade de rir quando lembrei do sanduíche que sempre fantasiávamos.
quando o carro começou a andar meu marido colocou a mão em minha perna e começou a alisar devagarinho. ele estava de pau duro e não resisti a tentação de passar a mão. ele
quase deu um salto surpreso e o carlos olhou na hora e percebeu a situação. mas não me abalei e continuei a alisar o pau de mauro por cima do calção.
que situação - eu sem nada por baixo de um vestidinho transparente, sentindo o corpo de carlos me apertando inteira por falta de espaço no carro e alisando mauro que subia a mão pela minha coxa.
mas faltava alguma coisa e numa curva meio fechada (acho que foi de propósito) fui jogada para o lado de carlos e com minha mão livre segurei na sua perna, pertinho da virilha e senti que ele estremeceu.
deixei a mão ali um pouco e toquei de leve no seu saco por cima do short. ele pegou minha mão e colocou em cima do pau. levei um susto, mas deixei e comecei a alisar devagarinho. era muito grosso e estava duro como pedra.
quando chegamos ele saiu do carro, pegou sua bicicleta e veio se despedir. aí falou:- eu tenho uma garrafa de vinho em casa ... vamos tomar?
topamos na mesma hora ... eu estava até um pouco tonta com o que tinha acontecido.
entramos no elevador um pouco constrangidos, os três meio sem graça.
quando entramos no apartamento pedi para usar o banheiro ... queria tomar um banho. os dois foram abrir o vinho e ficaram conversando na sala.
tirei o vestido e fiquei vendo espelho com estavam as marquinhas de biquini. então cheirei minha mão direita, com a qual eu tinha tocado o carlos, e veio aquele cheiro de homem, uma mistura de suor e esperma. me deu um tesão enorme ... comecei a alisar o clitoris e quase gozei. lembrei daquele cacete enorme na minha mão e me veio uma vontade enorme de lamber cada pedacinho.
entrei no chuveiro e deixei a água morna escorrer pelo corpo.
aí me veio uma idéia. resolvi procurar um barbeador e me depilar inteira. havia um novo no armário e com o creme de barbear do carlos deixei toda a região do ânus até o umbigo lisinha.
depois de enxugar coloquei o vestido, ainda sem nada por baixo, e voltei para a sala.
os dois estavam tomando vinho e o carlos foi pegar uma taça na cozinha para mim.
o mauro (meu marido) ficou me olhando com uma cara de sacana ... aí falei que tinha uma surpresa e levantei um pouco o vestido. quando ele viu a bucetinha peladinha ficou louco.
veio prá perto de mim e ficou alisando devagarinho, sentindo como estava depilada. aí disse no meu ouvido que tinha falado para o carlos que meu sonho erótico era ser “devorada” pelos dois ao mesmo tempo, um sanduíche daqueles.
quando carlos voltou com o vinho resolvemos começar uma brincadeira com um dadinho. quem tirasse o menor número pagava uma prenda para quem tirasse o maior.
na primeira eu ganhei e o carlos perdeu. mandei que ele ficasse só de short. ele tirou a camisa simulando um striptease com aquela cara de sacana que só mesmo ele tem. mas pude perceber uma ereção daquelas e ele não tinha como esconder.
na rodada seguinte o mauro ganhou e eu perdi. ele mandou que eu mostrasse o que sabia fazer com a boca usando a garrafa de vinho, que estava quase vazia.
no começo fiquei meio sem graça, mas coloquei o gargalo na boca e comecei a lamber. os dois observavam extasiados. deixei a garrafa escorregar quase até a garganta e o vinho escorreu para minha boca. mostrei aos dois minha língua cheia de vinho e engoli. percebi que mal se aguentavam com o meu show. dava para sentir o gosto do tesão no ar.
na terceira rodada carlos ganhou e meu marido perdeu. mandou que ele ficasse nu e alisasse o cacete até endurecer. ele não precisou nem de incentivo – tirou a camisa e o short – também não precisou fazer nada porque estava com o pau duríssimo. ele brincou um pouco fingindo uma punheta e nós caímos na gargalhada.
neste ponto eu ainda estava vestida e o carlos só com o short. então ele ganhou e eu perdi.
ele mandou que eu fosse até a cozinha, apoiasse as mãos na mesa e levantasse o vestido deixando o bumbum à mostra. ele queria ver a marquinha do biquini. fiz o que ele queria – senti ele me observando e podia ouvir sua respiração acelerada. olhei prá trás e vi que ele segurava aquele pau enorme e iniciava uma punheta. então ele o encostou na minha bunda – estava quente – e disse no meu ouvido que eu ia sentir aquilo tudo dentro do meu rabo. eu falei que não aguentaria – que só com muito lubrificante suportaria. ele riu e mordeu de leve minha orelha.
voltamos para a sala e encontramos o mauro no sofá com o pau duro ... nos observando.
a próxima rodada foi vencida pelo meu marido e carlos perdeu. ele determinou que o carlos colocasse o pau para fora e tocasse com ele de leve no meu rosto. claro que ele adorou pagar a prenda.
quando senti aquela glande roçando minha bochecha não resisti e passei a língua deixando minha saliva escorrer por ela. carlos ficou louco. mas ainda faltava a última rodada.
e eu perdi. meu “castigo” foi tirar o vestido para os dois assistirem. fui para perto da parede e comecei a dançar e tirar devagarinho. os dois sentaram no sofá, ambos nus, e começaram a alisar os cacetes que brilhavam de tão duros.
tirei tudo e fiquei só de sandálias. apoiei as mãos na parede e deixei que os dois apreciassem meu bumbum – forcei para trás e eles puderem ver um pouco do meu cú. isso me deu um tesão enorme.
neste ponto eles não reisitiram e partiram prá cima de mim. os dois tentaram me beijar a boca ao mesmo tempo, mas o carlos acabou sendo mais rápido e nossas línguas se enroscaram. mauro mordeu o bico do meu peito com vontade e senti uma mistura deliciosa de dor com tesão.
a coisa estava tão forte que mal me aguentava em pé.
então os dois se ajoelharam – parecia que tinham combinado – e um começou a chupar a bucetinha enquanto o outro enfiava a língua no meu cuzinho. uma sensação incrível.
depois de algum tempo eu estava a ponto de explodir ... então eles se levantaram e empurraram minha cabeça de encontro aos dois cacetes. comecei pelo mauro a chupar com vontade engolindo tudo – cheguei a sentir seus pelos dentro da minha boca e a cabeça fazia cócegas na minha garganta. quando ele estava a ponto de gozar passei para o carlos (nosso amigo) – aí foi diferente porque mal cabia na minha boca. primeiro lambi bastante e depois suguei aquele monumento com toda força ... fiquei olhando o rosto dele ... parecia se contorcer de tanto tesão. quase explodiu, mas não deixei.
pedi que os dois subissem no sofá e ficassem de quatro virados prá mim. então comecei a lamber o cú de um enquanto colocava o dedo indicador no outro e mexia devagar. foi gostoso sentir os dois como minha putinhas ... e eles chegaram mesmo a rebolar pedindo mais.
então carlos, nosso amigo, levantou e saiu da sala. enquanto isso meu marido me pegou pela cintura e me sentou com força no seu pau ... senti ele entrar inteiro na bucetinha que estava úmida e latejante. assim ficamos ... eu de costas prá ele sentada no colo.
o carlos voltou do banheiro trazendo um tubo de lubrificante. ele em entregou e pediu que passasse bastante naquele pauzão. lambuzei todo, até o saco.
então mauro me virou e beijando minha boca me fez sentar no cacete. senti que carlos começava a lamber meu cú e colocar um dedo, depois dois ... naquele momento senti uma mistura de medo com um tesão incrível.
então ele encostou o cacete na entrada e forçou um pouco ... cheguei a ver estrelas. mas com a ajuda do lubrificante ele foi enfiando devagar. tentei fugir mas meu marido me segurava pela frente e carlos por trás – quase não podia me mover.
ele continuava a penetrar e parecia que não teria fim ... em um determinado momento não aguentei e comecei a chorar. mas eles não vacilaram. depois de alguns segundos, com o pau enorme todo dentro, comecei a mexer devagar e senti uma onda de prazer tomar meu corpo todo.
mauro falava no meu ouvido: - olha aí seu sonho sendo realizado. que sanduíche mais gostoso.
e foi mesmo. gozamos os três juntos e senti meu corpo ser inundado por esperma. acho que desmaiei porque quando abri os olhos estavamos os três deitados no tapete, nus e relaxados.
depois de algum tempo carlos começou a me beijar e tocar meus seios. quando olhei ele estava novamente de pau duro. e mauro também.
falaram que eu não saíria dali sem um banho de “leite”. comecei a bater uma punheta nos dois e eles se ajoelharam, um de cada lado, deixando os paus próximos ao meu rosto.
fiquei deitada chupando os dois. ao mesmo tempo eles alisavam os cacetes e tentavam enfiar na minha boca.
meu marido me perguntava se e tinha gostado do cacete do carlos no meu rabo e eu respondia que sim, que queria provar outras vezes, que queria foder com ele num motel, que sempre sentira um tesão enorme por aquele sacana ...
aí mauro começou a gozar .... a porra foi toda para a minha boca ... deixei que ele visse e engoli de uma só vez.
carlos não resistiu e começou a ejacular muito forte ... coloquei meus lábios em volta da glande e não deixei pingar nada no tapete. ele adorou e veio ávido me beijar a boca, ainda cheia de esperma. engolimos juntos a porra ... deixei escorrer para a boca dele uma parte e ele ficou louco.
cansados e saciados fomos para casa – nossa fantasia foi realizada e abrimos caminho para várias outras.

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