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Escrava do sexo.

Postado 10/10/2011 em Sadomasoquismo

Como esquecer o dia em que minha vida começou a virar um inferno? Dor, humilhação e subserviência total não são palavras que possam expressar tudo que passei.

Estou escrevendo esta história para servir de alertas a todas as garotas que ingenuamente acreditam não haver nenhum problema em deixar sua intimidade registrada em seu próprio computador.
Eu fui vítima de um hacker que se apoderou de meus emails, dos catálogos de endereços e o pior, de fotos íntimas que meu namorado havia tirado de mim. 
Antes de continuar, vou me apresentar: meu nome é Danielle (nome fictício), tenho 17 anos, sou branca, queimada de sol, olhos castanhos e cabelo liso, comprido e preto. Apesar de ter um corpinho bem feito e um rostinho lindo, sou muito tímida.
O meu namorado vinha insistindo durante muito tempo que queria me fotografar nua e em algumas poses mais ousadas e ele só quebrou minha resistência e a minha timidez porque eu gostava muito dele e principalmente porque acabou concordando que as fotos digitais ficariam sobre minha guarda.
No mesmo dia em que meu namorado bateu as fotos, deixei ele curtir um pouco sua arte (morrendo de vergonha) e em seguida, a primeira providência que tomei foi descarregar as fotos no meu micro e apagar as memórias da máquina digital de meu namorado, pois não sou tão burra a ponto de deixar essas imagens com ele.....vai saber se no futuro a gente não briga e aí já viu, né?
Eu me lembro bem o dia e a hora em que liguei meu computador e fui ler meus emails. O susto foi enorme, quase cai da cadeira. 
O email que começou a mudar minha vida vinha com o título “gostosinha” e o nome do remetente era “Sr.sabetudo”. Fiquei curiosa e abri a carta.....e qual foi minha surpresa ao me deparar com uma das minhas fotos nua.
Imediatamente comecei a tremer de raiva do meu namorado, pois concluí que ele devia ter arrumado um jeito de ficar com as fotos sem que eu soubesse. Pensei em pegar o telefone e xingá-lo, mas antes que eu fizesse isso, reparei que caiu outro email com o título “gostosinha2”.
O sangue subiu a minha cabeça, estava com muito ódio do meu namorado, pois desta vez ele enviou uma outra foto onde eu estava nua, sentada sobre uma mesa, com uma perna pendurada e a outra eu estava com meu pé apoiado sobre a mesa e olhando com carinha de sapeca para a câmera.
Comecei a ler a carta e dizia assim: “Ola Danielle, você não me conhece mas eu tenho invadido seu computador constantemente, pois adoro ler seus emails e suas confidencias com suas amigas......e qual foi minha surpresa ao ver fotos suas tão lindas no seu arquivo de imagens. Você é um TESÃO, menina!!! .......assinado: Sr.sabetudo”.
Na mesma hora comecei a chorar, pois não era meu namorado......era algum desgraçado de hacker que tinha feito isso. 
Imediatamente teclei para responder ao maldito do Sr.sabetudo, mas minhas mãos tremiam tanto que mal dava para digitar. Tentei me acalmar mas era muito difícil, pois ficava imaginando as minhas fotos e os meus emails completamente revelados a esse desconhecido.
Depois de muito custo consegui mandar um email implorando para que ele apagasse tudo aquilo e que tivesse um mínimo de dignidade. 
Fiquei hipnotizada olhando a tela do computador esperando a resposta daquele crápula e creio que levou uns 30 minutos antes do terceiro email.
Com as mãos tremulas, cliquei para abrir o email, que dizia: “Percebo que você está muito perturbada Danielle, mas não é para menos, eu entendo sua situação, você deve estar pensando....[já pensou se esse cara resolve mandar minhas fotos para todos os endereços que estavam no meu catálogo?] ....rs......pois é.....eu sei até o endereço eletrônico do seu pai, já pensou ele receber várias fotos suas assim? ....e os colegas da escola? .....nossa....rs....é desesperador, não é mesmo? ....mas não se preocupe menina, eu sou um cara bem razoável e posso negociar isso numa boa......assinado: Sr.sabetudo”.
Chorando compulsivamente escrevi perguntando quanto ele queria para parar de me atormentar.
Ele adorava me deixar angustiada, pois levou mais de uma hora para escrever novamente. O seu quarto email dizia: “Quanto?.....rs......dinheiro é muito bem-vindo, mas por enquanto eu vou te dar uma missão a ser comprida e se fizer direitinho, suspendo temporariamente a ameaça....rs.”
E continuava: “Vamos fazer o seguinte, quero te conhecer pessoalmente, portanto quero sua presença aqui na minha casa amanhã às 14h e caso você não apareça, às 14h15 todos os seus amigos e inclusive seu pai, vão conhecer as maravilhosas fotos que você tirou. Anote meu endereço: Rua..........”.
Tranquei a porta do meu quarto para que ninguém de casa percebesse meu descontrole e meu choro. Aquele dia, eu me lembro bem, não consegui jantar e nem dormir. Passei a noite toda pensando no que fazer e por mais que eu esquentasse minha cabeça não achava solução, pois em hipótese nenhuma meus pais poderiam tomar ciência daquelas fotos. Meu pai estava em tratamento, pois seu coração estava com batidas cardíacas fracas e eu morria de medo dele ter um treco.
No período da manhã eu fazia o 3o.ano do ensino médio e a tarde eu tinha aulas preparatórias para o vestibular no final do ano, porém não consegui me concentrar nas aulas da manhã, minha preocupação era visível e meus amigos de classe me perguntavam se eu estava passando bem. Apenas disse que estava com dor de cabeça e fui embora mais cedo para minha casa. 
Em casa, procurei disfarçar o máximo que pude. Almocei normalmente, trêmula é verdade, mas me esforcei em participar das conversas para não levantar nenhuma suspeita.
Comecei a me preparar para sair, coloquei uma sandalinha e um vestido discreto. Ajuntei todas as minha economias das mesadas que meu pai me dava, pois iria tentar suborná-lo com dinheiro, era minha única alternativa.
Saí de casa com as apostilas do cursinho para que me mãe pensasse que eu estivesse indo às aulas, porém peguei o ônibus para outra direção....rumo ao desconhecido.
Enquanto o ônibus me conduzia, pensei na hipótese desse hacker ser alguém conhecido, mas seus emails não deram mostra de ser alguém de meu convívio.
Assim que desci do ônibus procurei a rua que o crápula havia me dito no email. Meu coração parecia que ia sair pela boca, estava muito nervosa.
Finalmente achei a rua. O lugar era meio ermo e a casa era bem grande com um jardim imenso na frente. Olhei para o relógio e faltavam apenas 5 minutos para as 14h. Respirei fundo, procurei me controlar e toquei a campainha.
Uma voz saiu do interfone: “Pode entrar”. Ouvi um “click” e o portão da frente destravou. Empurrei lentamente o portão e fui caminhando entre o jardim até a porta da casa. A porta estava entreaberta e então fui entrando.
Logo na entrada dava para uma sala de estar bem grande. Ao fundo da sala eu pude ver um homem na penumbra sentado diante de um notebook. Assim que dei os primeiros passos em sua direção, ele disse:
“Seja bem-vindo Danielle”.
A voz não me era conhecida, portanto tive a certeza que não era ninguém de meu convívio. Eu estava ansiosa e muito afoita e fui logo dizendo:
“O que você quer de mim? Olha, eu trouxe dinheiro, te dou tudo que tenho para você me deixar em paz”.
Reinou um silêncio e eu fiquei parada perto da porta com medo de me aproximar. Indiferente ao meu comentário, ele teclou durante mais alguns segundos e então virou-se, e disse com voz autoritária:
“Feche a porta, e fique de pé dentro daquele circulo desenhado no chão em frente à poltrona e deixe suas apostilas e bolsa na mesinha ao lado da poltrona”.
Naquele momento eu tive vontade de sair correndo. Tentei me controlar para não botar tudo a perder. Pensei no meu pai vendo as fotos e tendo um enfarte. Creio que fiquei quase um minuto inteiro parada diante da porta, até que resolvi me mexer.
Fechei a porta e localizei o tal circulo no chão que o crápula havia me indicado. O circula havia sido improvisado através de fita crepe e tinha aproximadamente um metro de diâmetro. Coloquei meus pertences sobre a mesinha e fiquei de pé dentro do círculo.
Ele levantou-se calmamente segurando um copo de whisky. Aproximou-se e sentou-se na poltrona que estava bem à minha frente. Pela primeira vez pude vê-lo. Era um homem de cabelos grisalhos nos lados, forte e aparentando ter uns 45 anos. Completamente desconhecido.
O jeito folgado dele me despertou uma fúria e disse alterada:
“Porque você não pega logo o dinheiro que eu trouxe e me deixa em paz?”
Com um sorriso nos lábios ele retrucou:
“Claro que vou pegar, mas eu quero muito mais do que isso, eu quero sua obediência”.
Nesse momento ele esticou seu braço até a mesinha que estava ao seu lado e pegou minha bolsa. Sem cerimônias, abriu a bolsa e jogou todos os meus pertences sobre seu colo. Imediatamente reagi:
“O que está fazendo? Quem lhe deu permissão para mexer nas minhas coisas?”
Sem ligar a mínima para mim, continuou a mexer em tudo até pegar o dinheiro e o resto ele jogou no chão. Fiquei de boca aberta ao ver o atrevimento daquele crápula.
Com muita raiva eu disse:
“Muito bem, agora que você já pegou o dinheiro, estamos quites, vou embora e espero que cumpra o prometido”.
Ele olhou para mim com um semblante muito sério e disse:
“Eu disse a você que quero sua obediência e é isso que exijo em troca de meu silêncio”.
Aquelas palavras me irritaram muito, pois não sabia do que estava falando. Sem falar nada, me agachei e comecei a recolher minhas coisas do chão para ir embora enquanto ele só ficava me observando.
Peguei minha bolsa e minhas apostilas e saí do círculo rumo a porta, foi quando ele disse:
“Meu computador está preparado para enviar todas as tuas fotos para os vários endereços que estavam no seu catálogo, inclusive o do seu pai, basta eu me levantar daqui e digitar o ícone . Se você sair por aquela porta, vou fazer isso imediatamente e antes que você chegue em sua casa, todos tomarão ciência de seu erotismo. Será que o coração do seu pai agüenta? Eu li num dos seus emails você relatando a uma amiga que teme muito pela saúde dele. Tenho certeza que se ele ver estas fotos, vai ter um desgosto enorme da menininha dele, e isso é a pior coisa que pode acontecer para um pai.....você não quer ser responsável pela morte dele, quer?”
Comecei a chorar compulsivamente diante da porta de saída, e ele aguardou pacientemente eu ficar mais calma. Entre lágrimas eu disse:
“O que você quer mais de mim?”
Antes de me responder ele tomou um gole de seu whisky e em seguida disse:
“Eu quero sua obediência cega e para começar, volte ao círculo e só abra a boca quando eu permitir”.
Eu não tive escolha. Deixei minhas coisas novamente sobre a mesinha e me posicionei de pé na frente dele, dentro do círculo. 
Ele ficou me olhando dos pés a cabeça em silêncio. Me senti despida com seu olhar malicioso. Depois de um tempo, ele levantou-se, dirigiu-se até um barzinho que havia na sala, repôs seu copo de whisky e voltou com um copo numa mão e com uma vara de madeira comprida na outra mão.
Sentou-se diante de mim e disse secamente:
“Tire toda sua roupa”.
“O que? Tirar minha roupa? Ficou maluco?”
“Você é quem sabe, ou tira roupa e fica peladinha só para mim, ou todos verão você peladinha através de suas fotos .....a decisão é sua”.
Eu comecei a chorar ininterruptamente a ponto de soluçar alto. Eu fui criada com muito pudor e apesar de ter o corpo bem feitinho, sou muito envergonhada. A única pessoa que me viu nua foi meu namorado e mesmo assim levei muito tempo antes que isso acontecesse. 
Pensei: “Como ficar nua diante de um estranho e muito mais velho que eu? Ele tinha idade do meu pai”.
Fiquei absorta por um longo tempo, pensando em tudo que pudesse acontecer. Por mais que eu pensasse, não enxergava saída. Creio que fiquei muito tempo meditando e chorando, até que ele perdeu a paciência e me deu com força uma varetada nas pernas.
“Vamos, eu te dei uma ordem, estou esperando....estou louco para ter ver nua...estou com muito tesão, a minha vida inteira desejei ver uma menina da sua idade se despindo só para mim”.
A dor da varetada na minha coxa doeu muito e reclamei:
“Isso doeu, para com isso senão vou embora”.
Ele caiu na gargalhada e disse:
“Vai nada, você não é louca de matar seu pai”.
A fúria transbordou pelos meus olhos e bradei:
“Seu cretino, seu...seu...”.
Antes que eu concluísse minha frase, ele me deu uma segunda varetada com toda força na outra perna e gritou:
“CALE-SE SUA CADELA, EU JÁ DISSE QUE VOCÊ DEVE OBEDECER EM SILÊNCIO. TIRE TODA SUA ROUPA E EM COMPLETO SILÊNCIO. FAÇA LENTAMENTE PARA EU APRECIAR O SHOW”.
Esfreguei minhas mãos no local em que ele me bateu para tentar amenizar a dor, enquanto chorava muito. Eu tremia demasiadamente, minhas pernas estavam trêmulas e permaneci imóvel durante muito tempo, sem coragem de obedecer.
Repentinamente ele se levantou do sofá, pegou meu queixo com sua mão e me disse olhando diretamente em meus olhos:
“Cansei de ser condescendente , vou apertar a porra daquele ENVIAR e você que se foda”.
Ele largou meu queixo e caminhou rumo ao computador. Um desespero tomou conta de mim a ponto de gritar:
“PARE POR FAVOR, EU OBEDEÇO...JURO...”. 
Ele demonstrou indiferença às minhas palavras e se aproximou do computador esticando seu dedo próximo ao mouse para digitar o ícone (ENVIAR) e antes de apertar ele disse:
“Eu quero obediência cega a todas as minhas ordens, você vai cumprir?”
“Vou, obedeço....prometo”
Completamente dono da situação, ele continuou:
“....mas tem que ser tudo, tudo, tudo”.
Desesperada ao ver o dedo dele quase tocando no mouse para enviar o email, arrisquei as últimas palavras:
“Faço tudo que quiser, obedeço em silêncio sem contestar, por favor volte a poltrona, me dê uma chance, não faça isso comigo, eu imploro”.
Naquele momento ele não teve dúvida que era dono da situação e que me tinha completamente em suas mãos, pois não tive como disfarçar meu desespero.
Ele pareceu gostar demais do pavor que estava me impondo diante do mouse de seu computador, e continuou em tom de ameaça:
“Não sei não.....eu gosto de obediência cega as minhas ordens e você está deixando muito a desejar”.
Completamente apavorada eu mudei a estratégia, invés de implorar novamente, criei coragem, puxei as alcinhas do meu vestido e deixei que ele caísse por inteiro sobre meus pés. Em seguida, me agachei, peguei o vestido e coloquei sobre a mesinha lateral, ficando apenas de sandalinha, calcinha e soutien. Como ele continuava próximo ao mouse, em mais uma atitude desesperada, eu disse chorando e gaguejando:
“Por favor, sente-se aqui, venha me ver, venha me dar ordens”.
Com um sorriso enorme nos lábios, ele disse:
“Só espero não ter que me levantar de novo para enviar tuas fotos, pois não haverá próxima oportunidade, entendeu?”
“Si..sim.. entendi”, respondi gaguejando.
“E de agora em diante só me chama de Senhor, entendeu?”
“Si....sim....Se...Senhor”.
Finalmente ele voltou e se sentou na poltrona diante de mim. Para testar minha obediência, ele pegou novamente minha bolsa e abriu-a jogando todas as minhas coisas no chão. Pegou meu vestido, e estendeu ele sobre a mesinha lateral fazendo de toalha e colocou seu copo de whisky sobre ele. Dando-se por contente, ficou segurando a vareta em sua mão e em tom ameaçador, disse:
“Tire as sandalinhas para eu conhecer bem seus pezinhos”.
Num gesto lento, eu me agachei para tirar a fivelinha que segurava a sandália aos meus pés, mas imediatamente senti a ponta da vara em meu queixo forçando-me a ficar de pé. Fiquei sem entender nada e demonstrei meu medo através do olhar.
Ele simplesmente disse: 
“Antes de cumprir minha ordem quero sempre ouvir da sua boca as palavras: (sim Meu Senhor) e em seguida obedeça gentilmente....bem feminina”.
Apesar da raiva, o medo era maior, então disse:
“Sim Meu Senhor”.
Voltei a me agachar e tirei as duas sandalinhas.
O olhar de satisfação dele era indisfarçável o que me deixava ainda mais constrangida.
Como eu estava de pé dentro do círculo praticamente quase encostada nele, ordenou-me:
“Coloque seu pezinho direito sobre minha perna”.
“Sim Meu Senhor”.
Obedeci sem nenhum tipo de contestação. Ele pegou meu pezinho e ficou olhando, mexendo em cada dedinho, abria eles e olhava, cutucava, e tecia comentários. Fiquei muito constrangida com tudo aquilo, mas permaneci imóvel.
Quando ele deu-se por satisfeito, deu um tapa ardido em minha coxa direita e disse:
“Tire o soutien, deixe-me ver ao vivo esses peitinhos deliciosos”.
Minhas mãos tremiam demais para abrir o gancho de trás do soutien, meu constrangimento era muito grande e isso servia como fonte de mais prazer àquele monstro.
Depois de várias tentativas, consegui abrir o soutien e jogá-lo sobre a mesinha. Num gesto impensado e instintivo, cruzei meus braços sobre os seios procurando encobri-los, mas logo fui repreendida com uma varetada nas coxas.
Gritei de dor e descruzei os braços rapidamente para coçar a região que levei a varetada. Imediatamente fui advertida:
“Nunca mais se cubra diante de Seu Senhor, muito pelo contrário, sua obrigação é de se expor ao máximo para o meu prazer”.
Humilhada e chorando disse: “Sim Senhor”.
Ele levantou-se de sua poltrona e começou a acariciar meus seios longamente. Apertava meus biquinhos e dizia que eram bem durinhos.
Prolongou meu constrangimento por vários minutos, até que voltou a sentar e ordenou-me:
“Está na hora de mostrar a bocetinha meu bem, tire a calcinha neném, tire....”.
Nesse instante eu soltei um suspiro alto de desespero. Ele riu e continuou:
“Você já ficou nua diante de um desconhecido? ....há....há.....há....”
“Não Senhor”.
Minhas mãos tremiam muito, tive que me concentrar para conseguir pegar nas laterais da minha calcinha e puxar para baixo. Aos poucos fui puxando para baixo, até que ela caiu sobre meus pés. Ele estendeu as mãos num gesto de pedir minha calcinha, então me agachei e entreguei em suas mãos.
Ali estava eu. Completamente nua diante de um homem desconhecido e que tinha idade para ser meu pai. Tudo que me restava fazer era chorar....e chorar muito.
Aos poucos fui compreendendo que ele nunca se daria por satisfeito e o seu grau de exigência ia aumentando a cada instante, tanto que aquele constrangimento que eu sentia naquele momento não era praticamente nada perto do que ele ainda iria fazer comigo nos dias que viriam.
Eu não conseguia mais olhar para ele, minha vergonha era imensa e a única coisa que pude perceber era seu membro estar muito grande dentro de suas calças, pois o volume que aparentava era assustador. Ele descruzou as pernas para poder se ajeitar melhor e então disse calmamente enquanto tomava mais um gole de seu whisky:
“Está na hora de você aprender como se posicionar diante de Seu Senhor”.
Eu fiquei muda e estática, aquele momento não estava sendo muito fácil para mim, mas mesmo assim ele continuou:
“Eu exijo que daqui para frente, sempre que estiver diante de mim, você fique de cabeça baixa olhando para os seus próprios pés, mantenha os joelhos bem afastados e caso eu esteja na sua frente, você deve cruzar as mãos para trás e se eu estiver atrás de você, deve imediatamente colocar as mãos na frente para que fique sempre exposta, entendeu putinha?”
Aquilo era absurdo demais, simplesmente não estava acreditando no que estava ouvindo e, portanto não consegui esboçar uma só palavra se quer.
Vendo meu estado de paralisação, ele resolveu não me castigou por não ter dito “Sim Senhor”, mas em compensação, pegou a vara comprida e enfiou entre minhas coxas e começou a dar batidinhas de leve empurrando uma coxa para cada lado.
Desta maneira fui abrindo minhas pernas diante de seus olhos, enquanto ele ia batendo até ficar aberta o suficiente para sua satisfação.
“Pronto, assim está bom, memorize o quanto você está aberta, pois é assim que te quero sempre na minha frente”.
Fiquei com vontade de mandá-lo a puta que pariu, mas a consciência falou mais alto, pois a todo instante eu ficava pensando na reação de meus pais, caso vissem a fotos e também imaginava meu pai enfartando. Procurei obedecer bem resignada e isso fazia ele perceber o quanto ele era o dono da situação.
Acredito que cheguei a ficar uns 15 ou 20 minutos, parada de pé diante dele, completamente nua, cabeça baixa, mãos cruzadas atrás do meu corpo e com as pernas bem afastadas e tudo em completo silencio.....ele apenas bebia seu whisky e ficava me admirando e me constrangendo ao máximo.
Não consegui parar de chorar um só minuto e aos poucos fui percebendo que o medo e a vergonha alimentavam o prazer daquele crápula.
“Vire-se, quero ver sua bundinha”.
Timidamente me virei, ficando de costas para ele. Coloquei meus braços para frente para que ele pudesse ter total visão de mim.
“Incline-se para frente, coloque as mãos sobre os joelhos e empina bem essa bundinha”.
Obedeci sem acreditar que estava me submetendo a tamanha humilhação.
Ele me manteve assim durante uns 5 minutos e fez muitos comentários elogiosos do meu corpo e também falou muita obscenidade. Permaneci imóvel e quieta durante todo esse tempo, até que ele ordenou-me a virar novamente de frente para ele.
Com os olhos vermelhos de tanto chorar, virei de frente e voltei a me posicionei como ele exigia. 
De rabo de olho, pude observar que ele estendia seu braço em minha direção e num gesto instintivo de proteção as minhas partes íntimas, empinei meu quadril para trás me afastando de seus dedos.
Aquele meu gesto irritou tanto ele, que de forma ríspida ele disse:
“Você tem duas opções, ou você se coloca imediatamente de 4 com a bundinha na minha direção para apanhar ou eu me levanto e envio tuas fotos agora mesmo...”
Ele nem acabou a frase e quando dei por mim, já estava de 4 oferecendo minha bundinha para castigos.
Ele riu muito, mas muito mesmo e antes de bater, acariciou e apalpou toda minha bundinha. Num ato de maior atrevimento, abriu-a para expor mais meu ânus e eu simplesmente não tive coragem de reagir.
Senti seu dedo deslizando pelo meu buraquinho e em seguida um tapa muito forte foi desferido na minha bunda. Gritei de dor e meu único recurso foi dizer:
“Desculpa Senhor...me perdoa, por favor, foi sem querer....vamos começar de novo....eu imploro...”
Mas antes que eu completasse minha frase, senti novo tapa. SPLAAAT.
“Quem lhe deu permissão para falar? Eu não te ordenei que era para obedecer em silêncio e só abrir a boca quando eu permitisse? Estou ficando de saco-cheio de sua desobediência”.
O tom ameaçador de sua voz, me impôs muito medo e então para que ele não cumprisse sua eterna ameaça de enviar minhas fotos, fiquei bem calada e empinei mais minha bundinha em sua direção, apresentando minha submissão.
Ele apreciou meu gesto e desferiu mais três tapas ardidos. Agüentei calada e imóvel, apenas chorando das lágrimas caírem no chão.
“Posicione-se de frente”
Senti um alívio enorme por saber que tinha acabado os tapas e mais do que depressa me levantei e me posicionei de frente para ele com as pernas bem abertas como ele queria. Abaixei bem minha cabeça mostrando minha submissão diante daquele monstro.
Novamente pude perceber que seus dedos se aproximavam de mim e desta vez, completamente apavorada, para acalmá-lo, resolvi empinar meu quadril para frente, em sinal de oferecimento e submissão.
Ele retribui meu gesto, mordendo os lábios, demonstrando o tesão que sentia por me ver assim completamente nua e obediente.
Seu dedo indicador aproximou-se da minha virilha esquerda, e ficou brincando de deslizar sobre ela, subindo e descendo várias vezes. Depois, começou a enrolar seus dedos nos pelinhos da minha púbis e dava leves puxõezinhos. 
O sorriso ficava estampado o tempo todo em seu rosto, demonstrando total prazer em me ver nua e me humilhando. Tive que ouvir muitos comentários obscenos em silêncio, mostrando-me totalmente resignada.
Eu não apenas sentia como via também, pois era obrigada a ficar de cabeça baixa. Depois que ele cansou de brincar com meus pelinhos pubianos, enfiou sua mão direita entre minhas coxas e ficou apalpando a parte interna.
Tudo que ele fazia parecia um ritual, gestos estudados para se deleitar com meu corpo todo exposto. Desceu e subiu sua mão entre minhas coxas várias vezes, sentindo a textura e a maciez. Por fim, seus dedos em busca de maior atrevimento, começaram a deslizar pelos lábios de minha vagina.
Minha vontade era de sair correndo e gritando por socorro, mas tinha que manter o equilíbrio para o meu próprio bem.
Depois de um longo silêncio, sendo apenas apalpada, ele ordenou:
“Sempre que você sentir meus dedos na tua boceta eu quero que você se abra mais ainda e empine bem para frente, mostrando total oferecimento ao Seu Senhor”.
“Como eu posso me curvar mais ainda Senhor?”
Calmamente, ele responde:
“Simples, dobre os joelhos e abra mais ainda as pernas, mostre como você pode se arregaçar para Seu Senhor”.
Aquilo era humilhante demais para suportar, como pude cair nessa chantagem? Que mal eu fiz para merecer isso? ...pensei.
Eu não tinha escolha, dobrei meus joelhos e afastei mais ainda minhas pernas e também procurei empinar meu quadril para frente para ver se ele se dava por satisfeito. Enganei-me e ele continuou: 
“Vamos mais aberta, quero bem arregaçada....mais.....isso....mais um pouco....mais.....ok....está bom.....há...há....ha.... que maravilha, fantástico te ver assim, uma menininha de 17 anos nuazinha se arregaçando toda.....há ...há ....há..... estou quase gozando sem tocar no meu pau.....isto é incrível, quantas vezes me masturbei imaginando esta cena......quantas conversas em chat que ficaram só na promessa e nunca houve oportunidade de realização.......há ....há .....há......e agora......há ....há .....você aí completamente a minha disposição.....com certeza serei invejado por muitos homens....há ....há....há....”.
O monólogo foi longe, ele não parava de falar enquanto brincava com os lábios de minha vagina. Parecia incansável, pois diversas vezes segurava meu clitóris entre seus dedos indicador e polegar, dando apertões e pequenos puxões. Depois voltava a tocar nos lábios, completamente à vontade.
A posição era muito incomoda, já não agüentava mais ficar tão aberta e tão empinada para frente. O meu choro era contínuo e em nenhum momento demonstrou compaixão, muito pelo contrário, o meu medo e a minha vergonha serviam de estímulo para que buscasse cada vez mais um grau de exigência maior. Ele sabia muito bem o quanto eu estava em suas mãos.
Naquele dia, ele não fez nenhum tipo de penetração dentro de meu corpo, nem mesmo seus dedos, o que me deixava com um certo alívio, porém o que viria nos outros dias na casa dele, seria algo inimaginável.
Depois de vários minutos brincando com minhas partes íntimas, ele voltou a bebericar um gole de whisky e em seguida estendeu sua mão até o chão e pegou meu batom que ele havia jogado junto com os utensílios que estavam na minha bolsa.
Levantou-se de sua cadeira e começou a passar o batom nos lábios de minha boca, deixando tudo bem borrado, depois começou a contornar os mamilos dos meus seios, desenhando pequenos círculos em volta dos bicos.
Fiquei muda e imóvel, pois imaginei que ele devia estar testando minha submissão. Em seguida voltou a se sentar na poltrona e começou a esfregar o batom nos lábios da minha vagina, deixando-a bem vermelha.
Por fim, voltou a encostar as costas na poltrona e com a ponta da vara de madeira, começou a roçar entre minhas coxas e vagina. Começou a rir sem parar, chegando até se engasgar.
Eu pensei naquele momento pedir de joelhos para ele parar, não agüentava mais tanta humilhação, mas a verdade é que sentia muito medo da reação dele.
Assim que passou o acesso de riso, ele disse:
“Você conseguiu algo inédito em minha vida”.
Fiquei muda apenas aguardando ele concluir a frase:
“Você me fez gozar em abundância dentro das minhas calças sem nenhum toque....isto é incrível, mas não tem importância, haverão muitas outras oportunidades, há... há... há...”.
Em seguida, levantou-se e disse: “Por hoje está muito bom, pode se posicionar normalmente”.
Nossa! Aquilo foi um alívio. Recolhi minhas pernas em posição normal e procurei enxugar as lágrimas.
Ainda me comendo com os olhos ele disse:
“Vou liberar para você ir embora, mas te darei uma missão a ser cumprida até amanhã quando você deverá retornar às 14h”. 
Um calafrio enorme subiu pela minha espinha: “Amanhã? ...o Senhor me quer amanhã? ...não foi o suficiente? ...eu imploro, me libere, eu fiz coisas aqui que nunca imaginei....e....”
Nem cheguei a completar a frase e levei um tapa no rosto que me fez cair no chão e ele então gritou: “SERÁ QUE VOCE NÃO ENTENDEU QUE É MINHA ESCRAVA? EU EXIJO SUA PRESENÇA AQUI A HORA QUE EU QUISER”.
Aquela palavra “escrava” fez eco na minha cabeça. Foi horrível ter ouvido aquilo, fiquei completamente descontrolada. Comecei a gritar e chorar compulsivamente e ele então me puxou pelos cabelos e disse cara-a-cara comigo:
“Eu sei que de manhã você faz o 3o.ano e a tarde o cursinho e estou sendo muito legal em lhe dar a oportunidade de ir de manhã para o colégio para ter como disfarçar na sua casa, entendeu putinha?”
Aos prantos apenas acenei afirmativamente com minha cabeça. Ele então continuo:
“Bem, agora que estamos entendidos, vamos continuar..... eu disse que te darei uma missão e quero ela muito bem cumprida, entendeu?”
“O que quer, Senhor?”, perguntei trêmula.
“É uma afronta a escrava ostentar pêlos pelo corpo diante de seu dono, portanto, eu quero que você se depile completamente do pescoço para baixo, ficando bem lisinha”.
Que loucura!?! Até onde ele iria?, eu me perguntava. Naquele momento não disse nada, fiquei apenas atônita ouvindo as barbáries que saiam de sua boca.
Minhas coisas estavam espalhadas por todo chão, as únicas coisas que ele recolheu foi minha calcinha e meu soutien. Estendi minha mão para que ele me desse, mas ao invés de me devolver, pegou um isqueiro e ateou fogo na minha frente dizendo:
“Você está proibida de usar calcinha e soutien e daqui para frente só pode usar mini-saia ou vestido bem curto”.
Definitivamente ele estava maluco, como eu iria sair assim pela rua? Naquela hora eu não me agüentei e me atrevi dizendo:
“Não posso fazer isso, vão mexer comigo, vão me xingar, vão....”
Nem cheguei a completar a frase, pois vi o seu olhar de reprovação e me deu muito medo, e então calei-me. Claro que esse meu atrevimento não iria passar em branco, então ele pegou uma tesoura e começou a recortar meu vestido, deixando super curtinho e me ordenou vesti-lo.
Sem falar mais nada, pois saberia que qualquer palavra dita por mim sem sua permissão me colocaria em situação pior do que já estava.
Coloquei o vestido e observei que ficaram vários fiapos nas pontas por ter sido mal cortado. Ele ficou olhando para mim dos pés a cabeça e disse que dava para cortar mais um pouco.
Por muito pouco eu não abri minha boca. Segurei-me calada e deixei ele cortar mais um pouco até que ele se deu por satisfeito:
“Pronto, agora está perfeito”.
O vestido ficou tão curtinho que eu teria que andar com o corpo bem ereto, pois qualquer movimento ou aparecia minha bundinha ou aparecia minha vagina.
Tudo que eu pensava naquela hora era: como pegar o ônibus daquele jeito? E como entrar em casa?.
Me bateu o desespero, mas ali, na presença daquele maldito, não podia falar e nem fazer absolutamente nada, aceitei resignada.
Finalmente coloquei minha sandalinha, recolhi todos os meus pertences do chão, voltei a guardar na minha bolsa e peguei as apostilas.
Lentamente fui saindo em direção a porta morrendo de medo de cometer algum erro e ainda ser punida, então me virei para ele e perguntei:
“O Senhor me permite ir embora agora?”
Ele se aproximou de mim e disse: “Fique sabendo que tudo que você fez aqui foi filmada por aquela câmera que instalei naquele canto estratégico da sala, está vendo?”
Ele disse isso apontando o lugar da câmera e continuou: “Esse filme vai gerar belíssimas fotos, muito melhores do que o viadinho do seu namorado fez, não acha?”
Um frio repentino tomou conta de todo meu corpo, pois agora sim eu estava mais ainda nas mãos daquele crápula.....chorei muito naquele momento.....e ele indiferente ao meu desespero, me puxou para um beijo na boca do qual eu sabia muito bem que não podia recusar.
Ali estava eu, na porta da casa daquele homem desconhecido, muito mais velho que eu, num vestidinho super curto, me beijando ardentemente e eu sendo obrigada a beija-lo de língua como se fosse meu namorado. 
Eu sabia que tinha que retribuir o beijo, e por muitos minutos fiquei entrelaçando minha língua com a dele, enquanto sua mão apalpava minha bunda.
Fiquei beijando até ele liberar minha saída. Depois de algum tempo, ele mesmo abriu a porta me conduziu para a saída e ainda disse:
“Não se esqueça!!! Amanhã as 14h completamente depilada, não admito atrasos”.
Antes de me deixar sair, levantou mais uma vez meu vestido para ver minhas partes íntimas e eu completamente apavorada com todas as ameaças mostrei minha subserviência abrindo as pernas e abaixando minha cabeça, deixando que me visse mais um pouco.
Foi minha sorte eu ter feito isso, pois em agradecimento, ele mandou me virar e assim que obedeci, ele enfiou uma nota de cinco reais no meu rego dizendo que era para o ônibus.
Eu tinha esquecido completamente que aquele canalha tinha ficando com todo meu dinheiro.....e .....como eu iria embora se ele não me desse pelo menos um trocadinho?
Agradeci, sentindo muita raiva de mim mesma por estar tão subserviente....mas o que eu poderia fazer?
Caminhei por entre o jardim do carrasco até chegar ao portão, e finalmente pude me livrar daquele pústula, pelo menos naquele dia.
Rumei até o ponto do ônibus, andando em posição bem ereta, para que minhas partes íntimas não ficassem expostas, e ainda assim deixava meus braços esticados segurando as apostilas para que elas pudessem me encobrir um pouco mais.
No ônibus foi um sofrimento, pois muitos homens ficaram me encarando, mas por sorte consegui sentar e colocar as apostilas sobre meu colo.
O trajeto todo fui pensando na triste situação que me encontrava e por mais que eu tentasse achar uma saída, sempre concluía que não tinha o que fazer, ainda mais agora, que o desgraçado filmou tudo me registrando em poses humilhantes.
Não podia nem contar para o meu namorado, pois eu sei que ele iria querer tirar satisfação com aquele maldito e com certeza ele não teria compaixão de mim....iria me expor para todo mundo. Naquela altura eu já nem estava mais preocupada se os carinhas da escola ou do meu bairro me vissem nua em poses humilhantes, o que me deixava realmente amedrontada era a idéia de meu pai não suportar e acabar tendo um treco, .....enfim....não tinha saída.....teria que dar um jeito de entrar em casa sem que me vissem e ir ao banheiro me depilar.


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