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Tive minha primeira experiência gay mesmo sendo hétero

  • 3 de abril de 2019
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O leitor hétero curtiu ter uma experiência gay com um amigo

Me chamo Gabriel e sempre me considerei hétero, mas tive uma experiência gay com um cara que conheci, vou chamar ele de Toni, pra não expor tanto a história e alguém de fora de repente possa ler e reconhecer a gente. Bom, tenho 27 anos, engenheiro, gaúcho, cabelos loiros, barba por fazer, 1,86 de altura, 80 quilos bem distribuídos por conta da academia e pau de 21 centímetros. Eu conheci uma garota na faculdade e a gente começou a namorar firme, sempre fui pegador quando era mais novo mas depois que conheci minha namorada Lua, acabei me aquietando. Ela sempre foi safada, do tipo de mulher que deixa o homem louco de tesão. Sempre me dei bem com ela na cama, tanto que faz 6 anos que a gente namora. Eu sempre transei muito com ela, desde o começo a gente manteve aquele fogo, transar em todos os cantos do ap, trepar no carro, na rua, quanto mais inusitado, com mais tesão eu ficava, mas minha vida virou de cabeça pra baixo e esse relato, apesar de repleto de detalhes safados, é como um desabafo também.

Eu sempre curti malhar, na minha academia tem muitos caras gays, sempre foram de boa, sempre respeitaram todos, eu sempre respeitei eles mas acho que até por ser engenheiro, nunca tinha um amigo gay. Na faculdade, meus amigos que se mantém até hoje são estilo hétero topzeira, odos pegadores ou com namoradas, uns caras meio caretas mesmo e eu sempre fui assim, nunca pensei que teria algo com outro homem, mas cai do cavalo. O Toni, é um cara que antes eu diria ser boa pinta, hoje, mais livre, digo que ele é bonito mesmo. Meio malhadinho como eu, só que um pouco menos, mais baixinho, moreno, cabelos negros, sorriso bonito e educado com todos. Ele tinha acabado de se mudar aqui para a minha cidade, no interior do estado e não conhecia praticamente ninguém. Ele é de São Paulo, passou num concurso e conhecia somente duas pessoas aqui na cidade, então ele tava doido pra se enturmar. Cara, eu não sei se é porque sempre fui lerdo pra essas coisas, mas pra mim ele não tinha jeito de gay, era um brother como qualquer outro.

Começamos a conversar na faculdade, rolou uma afinidade instantânea, eu sempre tentava marcar com ele de apresentar minha namorada e uma amiga dela mas ele ficava meio sem jeito. Pensei que era um cara tímido ou que não curtia essas paradas de apresentar, então não toquei mais no assunto com ele. Depois de duas semanas que a gente tava se conhecendo, marcamos um choppinho ali perto. Ele me falou mais da vida dele, disse que tinha 23 anos, tinha passado num concurso do estado e tinha trancado a faculdade de fisioterapia, mas que iria retornar. Falou que tava solteiro a muito tempo, e nesse bate papo descobrimos muitas coisas em comum, livros, filmes, comida, pow, era muita coisa, ele também curtia MMA e combinamos de ver uma luta juntos lá no meu ap. Eu não moro com minha namorada, mas ela dorme aqui em casa praticamente de sexta até segunda então em um sábado comentei com ela que queria apresentar um amigo e ela disse que levaria a Natália, uma amiga dela bem gostosa mas bem piriguete.

Na hora da luta as meninas chegaram, compraram uns frios, umas comidas legais pra gente curtir e umas bebidas. Eu lembro que até comentei que meu amigo ia achar uma viadagem beber ice, que com certeza ele ia querer bebida de macho, cerveja e tal, claro que tudo em tom de brincadeira. Pow, nesse dia não sei porque, fiquei super nervoso só de pensar em encontrar com meu novo amigo e apresentar ele pra minha namorada. Na hora marcada ele chegou bem arrumado, todo bonitão, achei que era pra impressionar as garotas e até tirei uma ondinha com ele.

-Pow cara, veio todo bonitão assim porque? tá muito engomadinho hein? desse jeito vai espantar a Nath.

-Ih Gabriel, você ainda tá com essa ideia de me apresentar mulher, cara?

-Ahh mano, você fica com ela se quiser, sem compromisso, beleza? vamos curtir essa luta, quero ver muita porrada hoje, comprei umas bebidas pra gente.

Bom, a luta começou, as garotas ficaram entediadas, o meu amigo conversava com elas e as duas adoraram ele, eu nem tava prestando atenção no papo porque quando rola uma luta eu fico vidrado com os olhos na tela da TV. Bom, a gente encheu a cara, a luta acabou, me despedi dele, ele me deu um abraço, achei tudo estranho nessa hora. Estranhei a despedida com abraço, estranhei a minha reação. Puta que pariu, meu coração disparou na hora, me arrepiei e senti meu pau dar uma leve latejada. Fui dormir e achei tudo tão estranho, fiquei pensando mil merdas, quem não pensaria?

Eu lembrei do abraço dele e fiquei de pau duro. Como minha namorada tava dormindo do meu lado, comecei a beijar ela, aos poucos ela foi acordando e a gente acabou transando, comi ela como sempre mas dessa vez a sensação foi estranha, foi como se eu tivesse sendo filho da puta com ela e eu nem entendia porque. Na segunda encontrei ele na academia, fiquei meio frio, não queria que ele desconfiasse e eu perdesse um amigo tão bacana, mas ele estranhou e perguntou o que eu tinha. Dei uma desculpa qualquer e perguntei o que ele achou da Nath. Ele disse que achou as duas maravilhosas mas que não era pra ele. Em casa minha namorada e eu batendo papo, ela comentou que a Natalia tinha achado o Toni um gato, e que ele era um desperdício, depois comentou que achava legal eu não ser preconceituoso e aceitar meu amigo. Nessa hora a ficha caiu.

-Cara, tu tá falando que o Toni é gay? ele nunca me disse isso, eu nunca notei nada suspeito.

-Ai amor, não é porque ele é discreto que não é gay, tá na cara que ele é, pelos papos e tudo mais, a Nath também desconfiou na hora.

-Puta que pariu, que doideira, eu nunca imaginei cara, não sei como vou agir com ele agora.

-Deixa de frescura Gabriel, se eu não tivesse te dito você nem ia desconfiar.

-É mas os caras vão dizer que sou viado também, na boa, levar a fama sem ser é foda, vou conversar com o Toni pra saber se isso não é só doideira da cabeça de vocês duas.

Fui pra academia, cumprimentei ele e no fim da malhação a gente foi tomar banho como sempre, o vestiário aberto e tudo mais. Tinha mais uns 2 caras tomando banho lá e notei o Toni olhando pra o meu corpo depois desviando os olhos, baixando a cabeça. Eu olhei pra ele e disse que a gente tinha que conversar. Ele já tinha percebido que eu tava estranho, fomos pra um barzinho ali, tava com pouca gente pelo horário e escolhi uma mesa bem isolada pra gente ficar a vontade.

-Bom cara, eu vou levar um papo reto, sem enrolação. Você é gay?

-Gabriel, eu queria ter te contado, achei que você ia perceber, mas como você não percebia, perdi a coragem de falar cara, mas isso não muda nada nossa amizade.

-Porra, Toni! era pra ter me falado cara, imagina o que os caras estão falando de mim.

-Pensei que você fosse um cara diferente Gabriel, mas já que te incomoda tanto, não precisa ser amigo de um ‘viado’ não.

Ele disse isso, levantou e foi embora. Depois disso ele ficou uns dias sem ir pra academia e pra mim foi foda, não conseguia ter nada com minha namorada, fui entendendo que eu tava atraído por ele. Era foda de aceitar, a gente repensa a vida inteira e fica se questionando se é gay ou não e é uma doideira. Minha namorada me notou meio estranho mas entendeu na cabeça dela que é porque tinha me desapontado com meu amigo. Cara, dava uma saudade dele, das conversas, comecei a pensar no corpo dele, ficava envergonhado ao lembrar dele no vestiário e ficar de pau duro. Eu batia punheta imaginando mil putarias com ele, as vezes perdia até o sono por conta da adrenalina que o tesão me dava. Tava uma situação complicada. Passei a ir nas baladas, encher a cara, arrumar desculpa pra não ver minha namorada até que um dia bêbado pra caralho liguei pra o Toni.

Era 1 da manhã, ele atendeu o celular meio sonolento e eu como um belo filho da puta, ao invés de falar algo útil, falei que ele era um viado do caralho, que tinha me enganado e nem era homem pra aparecer na academia. Ele mandou eu me foder e desligou na minha cara. Não satisfeito, fui dirigindo bem bêbado para o apartamento dele, liguei no celular dele, ele atendeu puto e eu disse que tava na porta dele e só ia sair se ele me deixasse subir, senão eu não saíria de lá até ele falar comigo. Ele autorizou o porteiro a me deixar subir e quando ele abriu a porta tudo que consegui fazer foi seguir meus instintos e beijar a boca dele. Foi estranho beijar outro homem, bem diferente da delicadeza feminina, mas eu curti, ele correspondeu o beijo depois parou e disse que eu tava bêbado e que ia me arrepender. Eu percebi que tava apaixonado por ele, com tesão, com raiva, um misto de coisas ao mesmo tempo.

-Você é um viadinho do caralho, vai dizer que você não tá doido pra dar esse cu pra mim.

Empurrei ele para o sofá, a pegação ficou selvagem, a gente começou a se beijar com brutalidade, ele pegou no meu pau, depois de abrir meu zíper e começou a tocar uma punheta pra mim deixando meu pau durão igual uma rocha.

-Você é um escroto sabia?

-E você querendo fuder comigo né? eu vi quando você olhou meu pau no vestiário, vou te comer bem gostosinho, vou arregaçar esse teu cu.

Ele então se ajoelhou e começou a me chupar bem gostoso, fazia carinho nas minhas bolas e mamava meu pau com vontade, engolia até o talo, eu ia maltratando e socando bem fundo na garganta do safado. Ele chupava tão gostoso, mulher nenhuma me chupou desse jeito. Ele engolia tudo sem frescura, deixou minha pica toda babada.

-Você chupa bem gostoso, putinho, engole a pica do teu macho, engole todinha.

-Que delícia, quero chupar seu pau todinho assim.

Depois de me mamar gostoso, perguntei onde era o quarto dele, a gente começou a se beijar gostoso, beijei o pescoço dele, o peito, como eu fazia com minha namorada, só ainda não tava pronto pra cair de boca no pau dele, que tava tão duro quanto o meu, mas era menor, a pica dele deve ter uns 16 centímetros. Coloquei ele de quatro na cama, ele pegou um lubrificante na gaveta e me deu. Lambuzei aquele cu lisinho inteirinho, enquanto eu passava os dedos pra deixar ele lubrificado, meu pau latejava de tesão só com a visão daquele rabo todo empinadinho pra mim.

Depois de deixar ele meladinho de K.Y. ele abriu a bundinha pra mim. Comecei a roçar a cabecinha nele só pra provocar, ele iniciou uma punheta gostosa e só faltou implorar para eu meter logo, mas eu queria torturar ele um pouquinho, queria que fosse inesquecível, que fosse a melhor foda, que ele não pensasse mais em nenhum cara que já comeu ele. Fiquei ali passando a cabecinha entre as nádegas, ele ajudava mexendo na minha pica e com a mão livre tocando punheta, até que eu disse:

-Tá querendo? pede pra mim vai!

-Me fode! come meu cu, cara!

Nessa hora perdi o resto da sanidade que eu ainda tinha e introduzi meu pau de uma vez só naquele cu e meti feito louco, eu tava desesperado pra sentir meu cacete dentro dele, comecei a bombar gostoso. Bati na sua bunda, mandei ele empinar mais e abrir o cuzinho pra mim. Um tesão, delícia de cu, super apertadinho, me deixava cheio de prazer, a gente ficou um tempão naquele vai e vem gostoso.

-Que delícia de cu, nunca pensei que seu cuzinho fosse gostoso desse jeito.

-É todo seu, pode me fuder o quanto quiser! Que pau gostoso, cara, delícia de pica.

-Isso, seu puto, mexe na pica do seu macho, tô doido pra leitar esse teu cuzinho todinho.

Continuei bombando com força, uma perna no chão e a outra apoiada na cama, minhas bolas batendo com força no rabo dele, eu segurando o safado pelo pescoço e socando de uma maneira louca, com toda força naquele cuzinho, mas queria mais, pedi pra ele abrir as pernas pra mim, ficar de frango assado, tudo porque me deu uma vontade louca de beijar a boca dele. Quando ele abriu as pernas subi em cima dele, continuei metendo e beijando gostoso, foi uma delícia, segurei bem as pernas dele lá no alto e continuei socando até sentir o gozo se aproximar. Ele disse que tava pertinho de gozar também e enquanto eu metia nele ele acabou gozando primeiro. Não demorou e acabei gozando também, dei uma leitada grossa, farta e bem quentinha dentro do cu dele.

A gente terminou a trepada pingando de suor, respirando ofegante de tanto cansaço. Fomos tomar um banho juntinhos e acabamos na cama de novo. Dormi na casa dele e a gente trepou várias vezes até amanhecer o dia e ele reclamar que tava todo assado. Não tem muito tempo que isso aconteceu, mas acabou sendo inevitável não querer repetir todo dia e sempre que dá acabo encontrando com ele pra matar a vontade. Ainda preciso me acostumar com tudo isso e tomar coragem de terminar com minha namorada, eu não acho que seja gay, devo ser bi porque também sinto tesão por mulheres, mas o Toni entrou igual um furacão na minha vida e virou meu amante.

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