Comeram meu rabo e eu adorei

  • 6 de maio de 2020
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Ola! Sou advogado, tenho 39 anos, me considero uma pessoa atraente, além de ser bem-sucedido na minha área. Sou casado com a Carla* há 5 anos, mas já namoramos há 10. A Carla é uma mulher deslumbrante. Morena, alta, 1,80m, tendo sido inclusive procurada por algumas agências de modelo para ingressar na carreira. Mas, acabou desistindo por conta de v ários obstáculos causados por aquilo que é a sua maior qualidade: o seu rabo descomunal.

Isso mesmo, o rabo da Carla é uma coisa de outro mundo e chama atenção por onde passa. E a sua bundona parece maior ainda por conta da sua cintura abaixo da média. Quando a Carla usa uma roupa de tecido fino, não consigo segurar a minha ereção – e imagino que muita gente também não! Pois o seu cu mastiga o tecido todo. Ainda mais nas raras ocasiões em que ela utiliza uma calcinha fio dental. Aí é punheta na certa!

Em grande parte do nosso relacionamento eu era muito ciumento. Tinha tanto ciúme da Carla que teve uma época que ela terminou comigo porque não aguentava mais. Nesse período, ficamos 6 meses separados. Quando voltamos, eu queria saber a todo jeito se alguém tinha comido ela. Ela sempre negava, mas eu achava que ela tava diferente na cama e tinha certeza que tinham enfiado a rola nela. O fato é que eu sempre fui muito viciado em pornografia e, a cada dia que passava, eu ia tendo uma fantasia mais e mais diferente nas minhas punhetas. Até que chegou ao ponto de eu só conseguir bater punheta imaginando a Carla no lugar da mulher do vídeo.

Minha fantasia sexual

Passado algum tempo, resolvi contar pra ela a minha fantasia. Ela se mostrou bastante surpresa, entendeu que fazia sentido agora todo o meu ciumes no passado (dizia ela que na verdade aquilo ali é porque eu tinha muito tesão com ela me chifrando, mas que na verdade eu estava reprimindo), mas ela disse que aquela vibe não era pra ela. Que ela só queria a mim etc. O fato é que eu fiquei muito decepcionado com a resposta dela. As minhas punhetas, contudo, não paravam. Às vezes eu chegava a bater duas ou três punhetas por dia imaginando um macho comendo a Carla. O tempo foi passando e eu comecei a imaginá-la nas situações mais loucas do mundo, até que um certo dia, nesse s blogs de corno, começaram a aparecer umas postagens envolvendo humilhação do marido, sissy, cinto de castidade etc. Aquela porra começou a me dar tesão pra caralho e eu comecei a bater punheta por aquilo.

O negócio foi evoluindo rápido e, quando eu dei por mim, já estava nos sites pornô procurando vídeo de hipnose sissy, vídeo de traveco que tinha a piroca do dobro do tamanho da minha (nunca fui muito bem dotado!) e essas coisas. Porém, ao menos até então, na minha cabeça eu tinha tesão por comer as travestis. Imaginava comendo aqueles rabos do tamanho do mundo e me esbaldando naqueles cus… lambendo, chupando, enfiando o dedo, a piroca, chupando de novo, enfim…. me imaginava como ativo.

Até que certa feita eu tive de fazer uma viagem profissional. Iria passar uma semana. Lá chegando, nos primeiros dois dias foi tudo normal: trabalhávamos durante o dia e à noite eu saía com o pessoal do trabalho. Mas, como eu falei, eu sempre fui muito tarado e viajei ansioso para comer mulher todos os dias. Já era o segundo dia e eu ainda no zero a zero. No terceiro dia, eu estaria livre durante a tarde. Trabalhei pela manhã, almocei e fui descansar um pouco no hotel, pois queria depois ir tomar um café em uma livraria. Quando voltei pro hotel, com o saco cheio de porra acumulada de dois dias sem fuder, resolvi bater uma punheta. Fiz meu login no site Porno e botei rápido na aba de favoritos, pois não queria perder muito tempo e queria realmente descansar.

Mas aí, meu amigo, começaram a aparecer os vídeos dos travecos e eu ali, me punhetando feito um condenado até que me dei conta que a travecona do vídeo, uma puta de uma gostosa, era justamente da cidade para onde eu tinha viajado. Nessa mesma hora pensei: “Será?”. Resolvi que tava viajando, que aquilo ali era só fantasia, fiquei até com peso na consciência e meu pau baixou um pouco. Continuei navegando e voltei a bater a minha punheta gostosa. O fato é que ali, naquele tesão fudido da punheta, pensei: “Foda-se, vou comer essa rapariga, ninguém vai saber.” Me decidi e comecei a procurar o telefone dela na internet, até que achei. Após um ou dois minutos refletindo, resolvi ligar. Ela atendeu com uma voz sexy e, percebendo que eu estava nervos o pela minha voz trêmula, me disse: “Calma, gato, é a sua primeira vez né? Vem me visitar que você não vai se arrepender”. Antes de eu pensar em responder pra ela verbalmente, a minha piroca respondeu pra mim mesmo naturalmente, pois estava quase pra estourar de tão dura. Combinei com ela para dali a 1h.

Fui tomar um banho, dei uma aparada nos pêlos. Quase me antecipo e bato uma punheta ali no banho mesmo, pois o tesão tava foda. Mas me controlei. Fui lavar o meu rabo e, quando percebi, meu cuzinho tava piscando, irmão. Como eu tava dando uma aparada antes nos pêlos, na mesma hora eu pensei: “Porra, depilo meu cu ou não?” Pensei comigo mesmo que eu não era viado e não ia jamais dar o rabo, mas, ela podia querer dar uma lambidinha e eu não ia ali ficar de frescura, já que j á estava mesmo rompendo com todas as minhas barreiras de preconceito. Então aproveitei e depilei logo. Me arrumei como se fosse sair pra balada, botei o melhor perfume e peguei o Uber pra casa da travecona.

Dei o cuzinho e amei

Chegando lá, avisei pro porteiro pra onde ia, mostrei a minha identidade (preocupado que esse fdp anotasse meu nome e depois fosse jogar isso na internet, ou sei lá o quê), ele interfonou e autorizou a minha subida. Quando eu tava entrando, o filho da puta olhou pra minha cara com um sorrisinho miserável e disse assim: “Tá indo visitar a Agatha* né? rsrsrs”. Tive a impressão ainda de ele ter me chamado de “viadinho” depois da pergunta, mas como não tive certeza e eu queria logo era sair dali, fui pro elevador e subi. Chegando lá, bati na porta da gata, ela demorou um pouquinho e veio abrir.

Meu irmão, quando essa mulher apareceu, eu quase tenho um infarto. Ela era simplesmente mais gostosa que a minha mulher. A bicha era grande e ainda tava de salto, tava muito maior que eu. Cara, na hora que ela abriu, me cumprimentou, pediu pra eu fechar a porta e foi andando na minha frente em direção ao quarto, eu quase não me aguento e já ataco ela ali no meio do apartamento. Na prática mesmo eu meti a mão dentro da calça e já comecei a bater uma punheta ali andando mesmo. Agatha olhou pra trás e me falou ainda: “Calma, amor, eu te deixo desse jeito? É sua primeira vez né?”. Companheiro, eu não estava nem pensando direito, só queria comer logo aquele rabo descomunal rebolando na minha frente e engolindo aquele fio dental minúsculo. Eu estava tarado como nunca estive antes.

A gente desceu uma escadinha e chegamos no quarto dela. Lá, começamos a conversar e ela veio beijando meu pescoço, lambendo minha boca e, quando eu vi, estávamos os dois atracados se beijando deitados na cama. Ela começou a tirar a minha roupa e eu ia também tirando a dela, desabotoando o sutiã, até que ela mesmo tirou a calcinha e deitou sobre mim, nós dois pelados. Estava deitado por baixo e ela por cima, nos beijando um de frente pro outro e eu apertando com as duas mãos a bunda dela. Até que ela desceu e começou a chupar meu pau olhando pra minha cara com um olhar sexy do caralho, quase eu gozo ali mesmo. Ela até percebeu e falou: “Calma, amor, teu pau tá pulsando, já quer gozar?” Nisso, continuei deitado e ela se levantou. Pensei que ela iria pegar algum brinquedo ou alguma coisa, mas não, ela sentou meio que no meu peito/barriga e começou a me beijar na boca, de repente ela, ainda sentada sobre mim, sobe um pouco mais na direção  do meu peito, ficando um pouco ereta e olhando pra minha cara lá de cima. De repente, ela diz: “Chupa, amor, me deixa te fazer de meu viadinho…” . Enquanto isso ela estava com a mão para trás me punhetando.

Na hora, eu nem pensei duas vezes, somente abocanhei a piroca dela e comecei a chupar. Enquanto eu chupava ela, ela ainda estava com a mão pra trás, me punhetando. Nunca imaginava que eu poderia sentir tanto prazer com uma piroca pulsando na minha boca. Meu apetite era tão grande que, quanto mais a piroca dela ficava inchada e pulsava, com mais furor eu chupava. De repente, ela para de me bater punheta, segura com as duas mãos na minha cabeça e começa a bombar na minha boca. Isso tudo me chamando de viado, putinho, bichinha. E eu, embora muito rapidamente pensasse “que porra é essa que eu tô fazendo?”, estava adorando. Ela ficou assim por alguns minutos, bombando na minha boca e eu chupando sem p arar, até que ela se levantou.

Começou a me perguntar se eu estava gostando, me chamando de viadinho, perguntou se eu era casado… Ao que confirmei, ela me disse: “eita viadinho, imagina se tua mulher tá aqui olhando isso? Imagina se ela olhar o que eu vou fazer contigo agora?”… Eu respondi: “Vem cá, deixa eu comer esse teu rabão deixa..”… Aí ela: “Só depois… deita… de barriga pra cima e abre as pernas… Vou te comer e te mostrar o que é uma mulher de verdade..” Ali naquele momento eu já estava entregue há muito tempo e não disse mais nada, só abri as minhas pernas enquanto ficava batendo punheta… Eu estava deitado na cama, de perna aberta (como que na parte de baixo de um papai-e-mamãe) e ela, de joelhos na cama, pegou uma pomada ou sei lá o que, passou na mão e começou a passar o dedinho devagar ao redor do meu cu. Aquilo ali tava gostoso pra caralho, ainda mais porque ela mesma tirou minha mão e começou a ficar enfiando devagar o dedo com uma pomada no meu cu e, com a outra mão, me batendo punheta. Baixei um pouco a cabeça pra olhar e, quando vi, ela estava era já enfiando dois dedos inteiros no meu cu. Àquela altura, eu já não estava mais nem aí se aquilo era coisa de viado ou não, estava adorando e queria mais.

De repente, ela para, vem pra cima de mim e começa a me beijar, nossos paus se tocando e ela continua batendo uma punheta pra mim com a sua m ão… Pego no pau dela e começo também a bater uma punheta pra ela… Ficamos algum tempo assim, até que ela larga o meu pau e começa a punhetar o pau dela mesma. Daí, ela encapa o pau com uma camisinha, passa o creme e começa a rebolar com a pontinha do pau dela n o meu cu. Meu amigo, eu não sou viado, mas ter uma cabeça de piroca rebolando na entrada do seu cu é a melhor sensação do mundo, melhor que comer uma buceta. Ela continuou rebolando ali por algum tempo e foi forçando a entrada. De repente, ela dá uma estocada forte e o pau dela entra de vez. Pronto. Eu estava dando o cu. Pior que isso, eu queria pra ela enfiar mais forte e me comer logo com força. Não podia nunca mais falar de viado nenhum, nem mandar ninguém tomar no cu, a não ser que isso fosse um elogio e convite pra pessoa sentir prazer como eu estava sentido, com aquela piroca pulsando ali no meu rabo.

Cara, aquela travecona era muito gostosa e conhecia do riscado. Eu olhava pro lado e tinha um espelho onde eu só olhava o rabo dela mexendo pra cima e pra baixo, enquanto a pirocona dela entrava no meu cu. Ela bombava forte e era tão hábil que conseguia me comer e bater punheta pra mi m ao mesmo tempo. Ficamos uns 5 minutos assim, ela me comendo, de repente ela me vira de costas e me bota de quatro na cama. Naquele momento eu arqueei bem a costa e me lembrei de como eu gostava quando a minha mulher ficava de quatro e se arqueava toda pra mim, ao contrário de um monte de mulher que não sabia ficar de quatro. Ali naquele momento eu só imaginava na minha cabeça que eu era a Carla e que aquele viado estava comendo ela. Meu pau começou a doer de tão duro que estava, enquanto isso, o traveco segurava na minha cintura e me comia com muita força.

Acho que ficamos uns 3 a 4 minutos nessa posição comigo de quatro . Ali naquela posição ela somente estava me comendo e eu, como es tava de quatro, não conseguia mais bater punheta e pegar no meu pau, senão desequilibrava. Eu sei que de repente eu comecei a sentir uma contração involuntária no meu cu e comecei a sentir um prazer do caralho. Olhei pra baixo e meu pau tava babando, enquanto eu era arrombado. Um fio de baba descendo e pegando até a cama. As contração no cu iam aumentando e a travecona, percebendo que eu tava entregue, só me chamando de viado gostoso, de playboy safado, de viadinho, e, quando eu vi, eu já tava gemendo e rebolando no pau dela. Ali, naquela hora, eu já nem me perguntava se eu era viado, se não era eu só queria gozar. Continuei rebolando por mais um tempo e a travecona intensificou a bombada, até que chegou num ponto que ela já tava me comendo muito forte e as contrações começaram a ficar mais rápidas, fortes e involuntárias.

Quando percebi, estava gozando. Isso mesmo, ejaculando. Sem nem tocar no me u pau! E ejaculando com uma intensidade que eu nunca vi antes. Tudo isso enquanto eu inconscientemente estava rebolando pra caralho na piroca da Ágatha. Quando eu vejo, ela mesma começa a gemer e me comer mais forte. Não demora muito e ela goza. Achei que era fingimento e ela tava fingindo. Mas ela, após gozar, e ainda com o pau dentro do meu cu, começou a me dizer: “Porra, gato, que foda gostosa… esse teu cuzinho era muito apertado. Não aguentei.”… Daí ela foi tirando devagar a piroca do meu cu e eu sentindo o vazio deixado pelo pau dela. Nisso, eu olho pra trás e vejo a camisinha dela repleta de leite e vi que ela gozou mesmo.

Após isso, ela entrou no banheiro, se limpou e, depois, eu entrei e tomei um banho rápido. Conversamos um pouco ainda, eu paguei. E fui embora. Na saída, eu ainda estava um tanto arregaçado, com o rabo ardido e mancando um pouco. Quando a porta do elevador se abre, o porteiro está lá, com a mangueira regando o jardim e fumando e me olha com um sorriso de canto de boca. Um pouco constrangido por ele ficar me olhando fixamente, falei pra ele: “Até logo, amigo.”. Ao que ele me responde: ” A Ágatha te arrombou, né viadinho? Gostei de ti. Da próxima vez que vier aí, dá uma parada aqui na portaria antes.”. Eu fiquei puto e disse: “Vai tomar no cu, seu viado. Me respeita, porra.”.

Ele deu uma gargalhada e eu fui embora. Enquanto esperava o táxi eu só ficava me perguntando: “Caralho, será que eu sou viado agora?” Preferi acreditar que não. Liguei pra minha mulher, o táxi chegou. Entrei, e ela atendeu dizendo: “Oi amor, tô morrendo de saudade. Tô com muito tesão… queria você aqui.” Eu, ali, naquele momento, tava de cu arrombado e já sem tesão nenhum, mas ainda assim respondi: “Eu tb amor, tô doido pra te comer.” O taxista olhou pelo retrovisor, viu que eu não tava sincero, deu um sorrisinho e arrancou o carro. Aquele dia foi foda!

*Os nomes são fictícios.



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3 comentários para “Comeram meu rabo e eu adorei

  1. C. • 10 de maio de 2020

    Delicia de relato. Adoro ejacular dentro da calcinha sentindo meu cu sendo alargado. xxx

    • C. • 27 de maio de 2020

      Delicia.

  2. Denilson • 24 de maio de 2020

    Porra que tesão. Tenho loucura pra da o cu pra uma travesti. Ainda não criei coragem.

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