Eu amo o pau do meu irmão

  • 24 de novembro de 2020
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Meu nome é Jéssica(*) e esta é a história de como eu me apaixonei pelo meu meio-irmão por parte de pai e tive um caso com ele por vários anos.

Minha mãe faleceu quando eu era muito nova e meu pai se casou com outra mulher que também tinha um filho da minha idade. Crescemos juntos, sempre fomos muito próximos e tínhamos um bom relacionamento. Quando eu  comecei a ter uma vida sexual extremamente ativa, já tinha ficado com todos os garotos da rua onde eu morava e com alguns dos amigos do meu irmão também, mas nunca tinha olhado para ele como eu olhava para os outros, afinal, ele era como um verdadeiro irmão pra mim que me protegia e pelo qual eu tinha grande admiração.

Ele também me olhava dessa maneira e me respeitava pois eu podia andar só de calcinha pela casa que nunca percebia seus olhares. Na verdade, eu achava ele meio nerd e tímido e que não gostava muito de sexo pois nunca via ele com namoradas, mesmo sendo muito bonito. Eu sempre chamava ele para sair com as minhas amigas, pois tinha certeza que elas se interessariam por ele, mas ele nunca animava.

Até que um dia, quando estávamos sozinhos em casa, eu dei falta de uma sandália minha e comecei a procurar pela casa. Não achava de jeito nenhum e fui perguntar se ele tinha visto. Estava tão nervosa porque não conseguia encontrar que esqueci de bater na porta pra pedir licença e entrei de uma vez, perguntando aflita se ele sabia onde tava. Foi quando eu vi uma cena marcante, o meu meio-irmão assistindo um filme pornô batendo punheta. Eu fiquei com muita vergonha e sem-graça, só consegui pedir desculpas e virei de costas como se nada tivesse acontecido. Me senti muito errada porque ele estava num momento particular e não respeitei a sua privacidade.

Rapidamente esquecemos isso e agimos normalmente. Porém, alguns dias depois, eu estava no meu quarto me masturbando, como sempre faço quando estou sozinha, e não sei porque mas de repente pensei na cena do meu irmão com o pau na mão e como o pau dele era grande e quando eu percebi estava imaginando o pau dele gozando dentro de mim. Comecei a ficar confusa e me sentir muito errada por pensar essas coisas do meu irmão. Será que eu estava com problemas psicológicos? No fundo, eu sabia que isso era errado e poderia dar um grande problema para a família inteira. Mas não adiantava reprimir esses pensamentos, pois justamente por ser errado essa situação me dava mais tesão. A minha cabeça fez tipo um click, como se tivesse caído uma ficha. De repente, se despertou uma curiosidade enorme de saber como ele gozava.

Tesão no meu irmãozinho

Se passaram alguns dias, eu esqueci esses pensamentos e estava saindo com outros gatotos, mas teve um dia em que estávamos sozinhos e me deu vontade de provocar ele pra ver sua reação. Ele estava deitado no sofá da sala assistindo TV e fui conversar com ele:

– E aí, o que você está fazendo?

– Assistindo TV – respondeu desinteressado.

– Meu Deus, como você é chato – eu falei dando um soquinho nele – Quando você vai sair comigo e as minhas amigas pra se divertir?

– Eu não gosto de festa. Quero só ficar em casa, ok? – falou me tirando.

– Como você é chato e nerd, nem acredito que somos irmãos, eu não puxei esse lado da família.

Eu comecei a passar a mão na coxa dele, fazendo carinho e ele disse, me zoando:

– Eu não sou chato, só não gosto de fazer as merdas que você e suas amigas fazem.

– Que merdas que você está se referindo? Olha, você é muito bonito. Eu realmente acho que você deveria sair com as minhas amigas pois elas com certeza adorariam tem conhecer.

– Eu não quero pegar as suas amigas putas.

– Você não precisa pegar as minhas amigas putas – eu comecei a rir – Eu posso te arrumar outras garotas da festa também.

– Tô de boa, também não gosto de dançar.

– Vamos, por favor, você é tão lindo, eu posso te ensinar a dançar também.

Ele continuou negando minhas investidas, me zoando de puta e falei desafiando ele:

– Mas mesmo assim, qual o problema? A não ser que você tenha uma namorada. Afinal, cadê a sua namorada, irmãozinho?

– Eu não tenho namorada – ele era virgem mas não queria admitir.

– Por que não? Você é tão gato – continuava passando a mão na coxa dele e comecei a morder o meu lábio e inclinar o corpo pra frente mostrando meu decote – Então você não consegue arrumar uma namorada e por isso fica vendo pornô?

Ele tirou a minha mão da coxa dele e ficou bravo dizendo que não via pornô. Eu falei:

– Para de ser nerd, vamos, me fala, eu quero saber qual tipo pornô você fica assistindo no quarto. Você não fica vendo vídeos com garotas parecidas comigo e pensando em mim não, né? A não ser que você seja um pervertido – e dei uma piscadinha.

– Eu gosto de assistir…. Não, eu não vou falar sobre esses assuntos com você. Você é minha irmã e isso tá ficando esquisito.

– Você sabe qual tipo de pornô eu acho mais excitante? Pornô de incesto – falei mordendo meus lábios com cara de safada – Eu adoro ver irmãos transando. Eu sei que é loucura, mas eu me amarro, o que você acha?

– Você é maluca. Não, isso é nojento e muito errado. Eu vou fingir que não estamos tendo essa conversa. Sai daqui, vai embora pro seu quarto.

– Como você é lerdo… Tudo bem, eu só vou pesquisar nos históricos do seu computador depois – disse me levantando pra ir embora, nitidamente perdendo o interesse e broxando – Tchau, seu nerd chato, fracassado…

Transando com meu irmãozinho pela primeira vez

No dia seguinte, estava tocando siririca no meu quarto quando comecei a pensar se o meu irmão também poderia estar se masturbando no quarto dele naquele exato momento em que eu também estava. Fiquei tão curiosa que fui verificar. Estava com uma camisa bem comprida, que eu tinha roubado dele pra me masturbar sentindo o seu cheiro, e sem nada por baixo. Abri a porta na cara dura e como eu esperava, ele estava com aquele pauzão na mão. Eu comecei a rir e falei:

– Você está batendo punheta, seu safadinho?

– O que você está fazendo? Sai daqui – respondeu todo constrangido e com muita vergonha pois era muito tímido.

– Deixa eu ver, por favor? Vamos, deixa eu ver você batendo punheta?

– Não, eu não gosto dessas coisas. Respeita minha privacidade. Você é maluca.

– Por que não? Você nunca quis ver os peitos da sua irmã? Vamos, bate uma pra mim olhando para os meus peitos – falei colocando meus peitos para fora e lambendo meu mamilo, quando percebi que ele tocava o seu pau – Humm, então você gosta dos peitos da sua irmã né? – e virei de costas levantando a blusa e mostrando pra ele minha bundinha sem calcinha, abrindo e empinando ela pra mostrar o cu e a buceta – Você gosta disto aqui também, irmãozinho?

– Para, por favor, eu não vou conseguir me concentrar e bater uma enquanto você estiver aqui porque isso é estranho.

– É? Então eu posso tentar bater pra você? Por favor, você é o meu irmão e eu quero te provar – falei me ajoelhando e comecei a chupar o seu pau – Eu sei que você também quer isso.

Ele acabou se entregando e relaxando com a minha boquinha. Assim que os meus lábios tocaram a cabeça do seu pau, ele parou de demonstrar qualquer resistência e começou a gemer. Eu sentia o pau dele cada vez mais duro e falei:

– Ops, estou chupando o seu pau e você ainda não me impediu…. Você gosta da boquinha da sua irmã né? Olha só como o seu pau está tão duro! Podemos fazer isso todo dia se você quiser, antes da escola, depois do almoço e a tarde toda.

– Você sabe que nossos pais podem chegar a qualquer momento do trabalho né?

– Shhhh… Eles não precisam saber de nada. Esse vai ser o nosso segredinho. Você quer me comer? Por favor, quero muito que você me coma agora, irmãozinho.

Ele me comeu de quatro e depois fizemos papai e mamãe. Eu gemia e rebolava no pau dele igual uma puta e ficava falando toda hora: Eu te amo irmãozinho ou então eu amo gozar no seu pau, irmãozinho, você me come tão gostoso, irmãozinho e pedindo pra ele gozar dentro de mim pra gente fazer um filho. Ele só respondia: Você é maluca. A gente ficou metendo um tempão até que eu pedi pra ele gozar nos meus peitos porque nossos pais deviam estar chegando. Ele gozou e eu falei: Obrigada, eu te amo irmão e saí do quarto dele brincando, dizendo que iria mostrar os meus peitos gozados para os nossos pais e dando risada.

Depois que eu dormi e acordei, porém, bateu um arrependimento tão profundo que eu fiquei com depressão. Me sentia um lixo como se eu tivesse feito uma coisa muito errada. Cheguei a conclusão que tinha ido longe demais nas minhas fantasias eróticas e que tinha um problema mental muito grave. Fiquei tão arrependida que não conseguia nem olhar para a cara do meu irmão com tanta vergonha e nojo da gente ao mesmo tempo e fiquei um tempão sem falar com ele também. Quando almoçávamos com nossos pais, ficava um silêncio constrangedor e um clima pesado na mesa e eles não entendiam nada do que estava acontecendo entre a gente. Eles tentavam conversar comigo sobre isso mas eu não falava nada.

(*) Nome fictício para preservar a identidade dos envolvidos.



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