Minha primeira vez

  • 19 de janeiro de 2021
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Vou contar-vos como foi a minha Primeira vez. Mas antes quero dizer-vos que apesar deste relato ser gay, eu não me considero gay, na verdade não sei como me adjetivar (deixo isso para vocês), pois se me perguntarem, gosto muito de mulheres, a questão é que gosto tanto que dei por mim a querer sentir-me como elas, sem nunca deixar de ter ou sentir desejo por elas.

Importa ainda dizer, que neste campo de me sentir como elas me refiro a quase tudo, ou seja, dei por mim a desejar querer ter um pau para experiências, para mexer, chupar e ao fim de uns dias dei por mim a sentir uma certa tesão no meu buraquinho o que me levava a mexer nele e até a colocar cremes e mexer mais ainda, claro que tudo isto me levou a começar a meter, primeiro um dedo, depois dois e alguns objetos como por exemplo frasquinhos de desodorante, nada tirava a comichão e só ia aumentando a tesão.

Não quero ser muito longo, mas queria que vocês ficassem com ideia de como sou, o que sinto e como aqui cheguei. Passando à frente pois penso que já têm uma ideia.

Estravámos no verão e com o calor eu andava com o meu buraquinho em ebulição e apesar de pesquisas na net e até algumas conversas, não só nada tinha acontecido como a tesão aumentado. Estava desempregado e passava os dias em casa a tentar diminuir o tesão que sentia no buraquinho, a única forma de me alivar era passar óleo Johnson em todo o meu rabinho e em especial no buraquinho e ter lá enfiado uma espécie de butplug que inventei (é na realidade a tampa de uma garrafa de cristal), tudo isto estava a deixar-me louco.

Comecei a pensar em como poderia estar com um homem, Portugal é um pais complicado no que diz respeito a estas coisas e pode haver muitos problemas, logo tinha muito receio o que só aumentava a ansiedade. Num dia levantei-me cedo e pensei, porque não vou até à praia, meu dito meu feito, pus-me a caminho.

Minha primeira vez

No caminho lembrei-me de uma praia onde se faz nudismo e decidi ir até lá. A praia é enorme e por esse motivo as poucas pessoas que vão estão quase sempre muito longe umas das outras, lá chegado estacionei e comecei a percorrer o areal, alguns casais, uns pescadores aqui e ali e eu fui andando até que vi um homem que tinha ido até à agua e agora voltava para a sua toalha, era um homem que aparentava ter à volta dos 40 anos, com um bom corpo, continuei a andar e fui vendo melhor o seu corpo, claro que o seu pau me saltou à vista, era grandito e abanava enquanto caminhava para a toalha, a medida que me aproximava, não sei o que me deu, dirigi-me a ele, lá chegado disse:

“Boa tarde….. posso sentar-me por aqui?”, ele olha para mim e responde “sim…. Claro”

Estico a toalha, dispo-me e sento-me na toalha. “bom dia este, de calor”, “sim está bom….” Respondeu-me, acendo um cigarro e sempre que posso dou uma olhada ao seu pau, ele estava deitado e parecia-me de olhos fechados, o seu pau parecia estar a chamar-me, mas como disse, Portugal é um pais complicado. “queres um cigarro?” pergunto-lhe, “não fumo” responde, “fazes bem….” Digo-lhe de volta enquanto ía olhando o seu pau.

Passado um pouco diz-me “vou à agua….”, “força… vou mais daqui a bocado”, respondo ansioso de o ver retornar da agua, o que acontece pouco tempo depois, enquanto regressava o seu pau ìa abanando e eu não tirava os olhos dele, chegou deitou-se “está mesmo boa” diz, eu sorrio e respondo “sim… parece isso”, olhando para ele e como ele tinha os olhos fechados aproveitei para olhar novamente para o seu pau.

Ainda hoje não sei como me saiu aquilo mas digo-lhe “tens um bom pau”, ele solta uma leve gargalhada e agradece, “serio…. Tens, comparado com o meu….” (não sei se por causa da idade, tenho 51 apesar de aparentar pouco mais de 40, não sei se por andar com esta tesão ou ainda de não ter sexo há pelo menos 6 anos, a verdade é que o meu pau ficou mais pequeno), ele volta a rir levemente e diz-me “és gay?”, “não…. É só que está à vista e tirando as vezes que joguei um pouco futsal e no fim todos tomávamos banho que já não via um pau assim tão perto… mas porque me perguntas isso?”, “ahh… como comentaste acerca do meu pau…”, “ahh…. Pois…. É como te disse, quando tomávamos banho podia ver os paus de todos e só um é que o tinha…. Assim…. Bonito”, “achas o meu bonito?”, “sim…. É um bom pau… nunca tinha estado assim tão perto de um…” respondo.

Ele continuava deitado e de olhos fechados (pelo menos parecia) e eu estava de lado, virado para ele e não conseguia tirar os olhos do seu pau, “gostavas de lhe mexer?” diz-me assim do nada, não sei o que responder, se bem que na Minha cabeça a resposta é um sim muito grande, “não sei….” Digo-lhe por fim, ele começa a mexer no seu pau e diz “já que o achas bonito…. Vá.. pega nele”, sem lhe responder faço o que diz e começo a mexer-lhe, estou nervosíssimo e ainda mais fico quando me diz “então?”, “…. Acho que é bom… nunca tinha feito isto…”, “então aproveita, mexe à vontade”.

Claro que aproveitei e fui mexendo e podia senti-lo a ficar maior e mais duro, “acho que gostas”, ouço-o dizer, olho para ele e vejo que me olha, apenas sorrio e fico meio sem jeito, “estás à vontade, está a saber-me bem, podes continuar”, estou nervoso mas contente, vou massajando aquele pau que agora está duríssimo, “não o queres meter na boca?….”, “… já tinha pensado nisso…. Mas para primeira vez não quero abusar da sorte” e riu-me, “que nada, agora era um favor que me fazias…”, aproximo as toalhas e começo por ir lambendo, “nunca fiz isto…. Não sei…. “, nunca te fizeram?” pergunta-me, “sim…. Claro, mas só mulheres”, “faz como elas te fizeram…”, meto-o na boca e chupo a glande.

Vou dando umas chupadas e lambidelas, ele senta-se e mete a mão por cima da minha anca, vai acariciando o rabinho, eu chupo a gosto e ele parece estar a gostar, tenho a confirmação pouco tempo depois quando sinto o seu leite quente na minha boca, nada digo e não paro de chupar, tenho a boca cheia do seu leite e agora que faço? (Lembro-me de pensar), ele vai-se espremendo na minha boca “bebe tudo…. Bebe tudo…” é o que vai dizendo, sem pensar faço o que diz e engulo tudo, deixo o seu pau limpinho e agora mais macio mas ainda grandinho, vou apenas dando umas lambidelas e uma pequenas chupadelas na glande, “vamos à agua?” diz-me, “sim….” E vamos sem falar.

Já na toalha e perante o seu silêncio, pergunto “fiz bem?”, “muito bem, foi muito bom”, eu sorrio e respondo “para primeira vez é bom saber que não fiz asneira”, foi o inicio de uma longa conversa onde acabei por lhe contar um pouco da minha vida, o divorcio e por fim esta tesão que tinha começado a sentir, foi quando nos apresentámos, chamava-se Paulo(*) e tinha 39 anos, fomos conversando e eu pude ir mexendo no seu pau e por vezes dava-lhe umas chupadelas e uns beijinhos, os beijinhos foi ele que pediu e eu gostei de obedecer.

Já ali estávamos há quase 2 horas e numa das vezes que voltamos da agua tiro o frasco do óleo Johnson que tinha levado para pôr, ele diz-me “deita-te que eu ponho”, assim faço e ao entregar o óleo digo-lhe “é só para o rabinho…. Sabes sinto muita comichão e o oleo ajuda”, “ok” responde-me, entorna um bom bocado no meu rabo e começa a espalhar o óleo, rapidamente passa para o reguinho e no reguinho ao meu buraquinho, “é aqui a comichão” pergunta passando com 2 dedos à volta e por cima do meu buraquinho que começa a piscar, “sim… mesmo aí….”, vai massajando o meu buraquinho e metendo um dedo, eu vou gemendo, ao fim de um pouco diz-me, “não queres ajudar-me?”

Eu estava deitado de costas a saborear aquela mão, aqueles dedos, mas respondo “han han” e olho para ele, estava de pau duro, viro-me para os seus pés e fico meio de lado e começo a chupa-lo levemente, ele está excitadíssimo e vai-me penetrando o rabinho com os dedos, “acho que te vou comer, queres”, diz-me, “opá que estreia hoje…”, “queres que te coma o cuzinho?”, olho à volta, à distancia vejo ainda um casal e um pescador, “espera mais um pouquinho, pode ser que eles se vão embora, tá quase na hora de almoço”, deitamo-nos tipo conchinha e ele vai brincando com o seu pau no meu buraquinho, claro que eu estava cheio de tesão e ainda ficava com mais quando a cabeça do seu pau encaixava no meu buraquinho e ele fazia força, pronto, eu também e com o óleo que ía pondo ía entrando só a cabecinha, ele rindo ia dizendo “só a cabecinha….”, eu ria também.

Estivemos nisto um bom bocado até que o casal vai embora e fica só o pescador, “é agora” diz ele, ponho-me de 4 e dou-lhe um preservativo, ele rapidamente o coloca e aponta ao meu rabinho, já habituado à cabecinha rapidamente se mete em mim e começa a forçar, entrou bem os primeiros 10 centímetros, mas ali chegado doía muito.

Ele ía insistindo e lentamente ía entrando mais, devem ter passado uns 15 a 20 minutos e ainda não entrava todo, ele ía pondo óleo e quando não forçava e fazia o vai vem já me soltava uns gemidos de prazer logo seguidos de uns “ais” quando forçava mais um pouco, eu já estava deitado e ele por cima de mim ía metendo cada vez mais fundo até que sinto as suas bolas, ele está cansado e deixa-se ficar deitado sobre mim e só passado um pouco inicia um vai vem agora até ao fundo, está a ser bom demais, rodamos e ficamos de lado e ele não para de meter e eu de gemer até que o sinto a acelerar e a espremer-se em mim soltando uns barulhos só alternados pelo meu gemer, terminamos e ele deixa-se ficar dentro de mim, estamos a arfar, o calor que ainda se fazia sentir com aquela foda, estávamos cansados.

Depois de irmos à agua, já na toalha contou-me um pouco da sua vida, era casado e a mulher raramente o chupava e dar o rabinho era mesmo nunca, vivia a poucos quilômetros de mim, escusado será dizer que trocamos números de telemóvel e ele voltou a comer-me mais vezes, mas voltando àquele dia, combinámos ir embora separados, primeiro iria ele até porque tinha de estar em casa antes das 13h por causa da mulher e depois, passado uns minutos iria eu, assim fizemos não sem antes de ele ir embora, estava eu sentado na toalha e ele de pé à minha frente a vestir uma tshirt de eu aproveitar e ainda o chupar um bocadinho “foi estreia mas gostastes……” disse-me, e foi quando me tratou por Aninha(*) pela primeira vez, o que me fez sentir ainda contente, “vá… não abuses dele, amanha falamos e logo se vê”, sorrio, despedimo-nos ele vai embora.

Como combinado fico mais um pouco, vou à agua lavar-me, volto para a toalha, seco-me e fumo um cigarro, deito-me e acho que adormeci por minutos.

(*) Nome fictício.



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