Perversão de marombeiro

  • 29 de julho de 2022
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Sou aquele cara marombeiro, gasto uma boa grana do meu salário todos os meses na compra de produtos para definição do meu corpo, também invisto em suplementos alimentares, tratamentos médicos específicos e pago instrutor na academia. Todos sabem que eu sou gay e eu acho isso muito divertido. Não tenho medo de preconceitos, sou descolado, sei que o dever mínimo das pessoas é respeitar as diferenças e eu gosto mesmo de ser extremamente como sou. Ultimamente eu ando muito carente, não tenho nenhum pau amigo, nenhuma foda, meu cu já está virgem de novo. Meu último relacionamento durou cinco anos, havíamos combinado de nos casarmos, mas em meio a Pandemia eu descobri que ele tinha caso com uma prima Minha que morava no exterior mas naquele anos estava reclusa no Brasil. Diferente de mim ele era bissexual, eu não, só o cheiro de buceta já embrulha o meu estômago, eu gosto é de cacete mesmo, pau na bunda, na cara, na boca, eu sonho com pau todos os dias e já não vejo a hora de enviar meu cu no cacete de alguém.

Na academia onde eu malho o que mais tem é gay irrustido, tenho pena das namoradas que infelizmente são enganadas por eles. Enquanto eles pagam de comedores estão mais esperando é pelo fio terra de pessoas como eu, eles não medem esforços em deixar claro que gostam mesmo é de dar. Já peguei vários machinhos daqueles e todos foram as minhas cachorrinhas. Mesmo eu sendo um gay passivo não gosto de desperdiçar a oportunidade de estar com algum homem. Fiquei sabendo pelos corredores que vão fazer um surubão na Festa de final de ano, espero ansioso pelo convite.

Quem eu queria mesmo era Fábio, o meu instrutor. As mulheres babavam por ele, mas nunca vi ele retribuindo nenhuma investida. Já pensou se ele fosse do vale?! Nossa, que babado, seria meu sonho de princesa.

Manu era a menina que malhava um horário antes do meu e eles eram inseparáveis, melhores amigos, entre eles não rolava nada, afinal ela namorava a menina mais bonita daquele lugar. Resolvi dar uma sondada em Manu, quem sabe ela me confidenciava alguma coisa referente a sexualidade do Fábio, eu só precisava ser discreto para não gerar desconforto em ninguém e assim eu fiz. Cheguei mais cedo na academia, ambos batiam altos papos em meio a tantas gargalhadas, eu daria tudo para compartilhar aquela fofoca.

Ele me deu uma calcinha de presente

 Esperei Manu dar uma descansada entre um aparelho e outro e começamos a conversar, ela era muito divertida, impossível não rir com os papos daquela garota. Naquela ocasião ela me perguntou se eu estava de rolo com alguém e claro que eu fui sincero demonstrando a insatisfação da minha seca. Ela me convidou para o surubão de fim de ano, seria um amigo oculto somente de homem, e os únicos presentes eram brinquedos eróticos. Gargalhando por alguns minutos, aceitei o convite e Fábio chegou bem pertinho de mim. Como eu estava sentado eu senti aquele cheiro de rola suada saindo da bermuda dele, tive a ligeira impressão de ver seu pau marcadinho, mas ele logo disfarçou dando aquela mexida no saco. Levantei e fomos para o aparelho, ele sempre fui muito educado, mas notei algo diferente naquele dia em específico. Ele me perguntou se eu iria sair no fim de semana, se tinha algum plano em mente? Internamente eu estava rindo, seria aquela uma cantada de Fábio?

Infelizmente eu não havia plano nenhum fora de casa, somente um cine pipoca com uma amiga minha que estava de passagem na cidade e seria fácil desmarcar. Fui ousado, disse a ele que a única coisa que me tiraria de casa seria o meu instrutor da academia, ele riu todo sem graça, mas disse que aceitava e eu ardia todinho.

Marcamos em um shopping, passei meu melhor perfume, coloquei uma roupa que nunca havia usado e fui com uma ansiedade tremenda. Meu cu seria comido naquela noite e a minha única curiosidade naquele momento era o tamanho do cacete dele. Fábio estava lindo, muito bem vestido, usava um relógio enorme que combinava com o seu braço inteiramente tatuado. Ele era filho de um político da cidade, seu pai havia sido vereador por longos mandatos, então a condição financeira dele era excelente, diferente da minha que não vinha de uma família tão bem de vida assim.

Sentamos em uma choperia e conversamos por um bom tempo. Ele colocou em cima da mesa uma sacola muito bonita, disse que era um presente especial, que havia saído com sua mãe e não resistiu e acabou comprando aquele item. Fiquei sem graça, não esperava aquela surpresa e eu nem pensei em levar algum agradinho para ele além do meu cuzinho arrombado. Agradeci a gentileza e abri o pacote, era uma calcinha de renda toda branca, fio dental, um tecido muito delicado que demonstrava um ar de sofisticação. Adorei o presente, o meu radinho iria ficar lindo com aquela calcinha.

Surubão de fim de ano

 Entre os nossos diálogos eu aproveitava sempre para seduzir Fábio, fazia caras e bocas e eu já estava percebendo o quanto ele estava ficando excitado. Pedi a ele que fossemos para um lugar mais reservado, tudo que eu mais queria era sair da seca. Ele tinha um carro muito bonito, saímos do estacionamento e logo eu abri a calça que ele vestia. O pau dele era enorme e a cabeça era perfeitinha. Comecei a fazer movimentos de masturbação, tampava o cacete e deixava ele à mostra, até que ele me pediu para ir mamando aquela tora durante todo trajeto. Ele ia ao ao delírio, meu boquete é bem babadinho e eu cuspia bastante naquela rolona. O que eu mais queria era sentar com força, mostrar para ele que eu já estava arrombado de tanto dar e que caberia gostoso todo aquele pau dentro do meu cu. Minhas lambidas eram tão gostosas que Fábio vibrava, aquelas veias enormes reluziam no seu falo. Pedi para que ele gozasse na minha cara e após alguns minutos ele gozou. Deixou meu rosto todo lambuzado de leite, que delícia. Aquela porra grossa dava a entender que ele também não transava há algum tempo. Chegamos no seu apartamento, toda sua postura de hétero naquele momento caía por terra. Na sala havia um tapete branco felpudo, cortinas de voil e almofadas rosas. Aquele local parecia mais uma casinha de boneca, tom sobre tom, quadros e mais quadros e beijos gay. Em seu quarto havia um espelho enorme, sua cama era redonda feita de motel e um cachorrinho Poodle alegrava o ambiente. Na sua suite havia uma banheira enorme e era ali mesmo que eu queria ser comido. Meu instrutor pediu para que eu me despisse, me colocou de quatro, passou uma coleira do seu cãozinho pelo meu pescoço, pediu para que eu abrisse bem a bunda para me penetrar. Ele ficou encantado com o meu bumbum. Primeiro ele caiu de boca, depois meteu com força. Tirei a barriga da miséria, fui a cachorrinha dele naquela noite.

Como eu havia aceitado o convite de Manu, eu não poderia deixar de comparecer. Aqueles homens todos malhados pagando de héteros estavam ali para dar o cu, todo mundo iria comer todo mundo e eu estava adorando aquela farra. Fábio chegou, me lascou um beijo em frente todos e disse que naquele cuzinho só ele podia gozar.

Foi pau para todo lado, muito dedo no cu e gritaria, mas eu resisti a tentação e só fodi gostoso com o meu instrutor super dotado.



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