Universo paralelo do prazer

  • 29 de dezembro de 2020
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Lá me encontrava, admirando sua silhueta olhando para fora da janela, uma paisagem maravilhosa, típica dos países nórdicos. Suas costas tinham um vinco no meio, graças aos formatos de seus músculos. Ele fumava um cigarro, enquanto apoiava uma de suas mãos na janela. Estava nu, e eu só imaginava como podia ter uma bunda tão gostosa.

Eu estava deitada na cama, de camisola branca (quase transparente) me perguntando o que aconteceria em diante. Tomei iniciativa, me levantei e o abracei por trás, ele como num movimento de luta (porém com muita delicadeza) passou os braços em Minha direção e ficou de frente para mim. Ele me deu um beijinho discreto, como se dissesse que estava apenas começando, e foi me conduzindo em direção a cama.

Momento de puro prazer

Era como se estivesse em um transe, eu só estava ali Parada recebendo seus beijos em cada parte do meu corpo, dos pés ao pescoço, delicadamente. Entre esses momentos ele dava uma mordida ou outra, fazendo uma corrente elétrica percorrer o meu corpo até o meu cérebro causando uma tempestade. Ele foi subindo pelo meu corpo, passando por cada centímetro quadrado, e quando chegou no meu pescoço, com sua boca deu um chupão tão gostoso e deixou uma marca, assim como eu sabia que esse dia marcaria. Eu já estava tomada por um sentimento de prazer, então ele começa a tirar delicadamente a minha camisola, puxando-a para cima.

O tecido de ceda desliza pelo meu corpo ativando ainda mais os meus sentidos. Ele joga-a ao lado da cama, e começa a passar a mão por todo meu corpo. Ele senta em guarda montada em mim, e começa a me tocar, consigo sentir os calos de suas mãos grossas e pesadas. Com essas mesmas mãos ele apertou minhas coxas, por trás delas e eu acabei me curvando toda. Ele então continuou me beijando, me chupando, me mordendo até que começou a descer com sua boca em direção aos meus seios. Sua boca encaixou num seio enquanto sua mão brincava com o outro. Ele dava leves mordidas no meu mamilo, depois passava sua língua em volta dele, e eu gemia bem baixinho. Era um envolvimento tão grande, estava acontecendo uma conexão real de prazer ali. Ele pressionava seu corpo contra o meu, como se fossemos um. Eu conseguia sentir seu suor escorrendo, a sua ereção, o sangue pulsando em seu corpo.

Começou a beijar minhas pernas, a parte interna das minhas coxas e foi subindo devagar. Eu, de olhos fechados conseguia sentir onde ele estava e cada vez que ele subia eu me contorcia. Ele colocou a mão no meu pescoço apertando com força, enquanto rebolava em cima de mim, fazendo pressão entre nossos corpos. Voltou a me beijar, suas mãos foram em direção aos meus braços e os pegou, colocando-os para cima da minha cabeça. Nessa hora ele tirou uma gravata debaixo do travesseiro (acho que estava tudo preparado) e amarrou minhas mãos na cabeceira da cama. Foi uma sensação muito louca, essa de submissão, de estar presa, porém eu estava presa exatamente onde eu queria estar.

Sua cabeça foi descendo, descendo até parar no meio das minhas pernas. Nessa hora eu já estava no auge da expectativa, louca de tesão e você começa a brincar com sua língua, com movimentos circulares, cadenciados, e a cada volta eu me debatia. Eu gemia e pedia pra você continuar. Minhas mãos amarradas me impediam de fazer qualquer movimento, e você ainda segurou minhas pernas com os braços me imobilizando, me deixando bem quietinha enquanto você me chupava gostoso. Não soltou enquanto minhas pernas não tremiam. Não tremeram, foi um terremoto.

Depois você me soltou, me girou, me colocando em cima de você. Fez o encaixe perfeito, tipo peça de quebra cabeça. Você me segurava o quadril e me ajudava a distribuir o peso do corpo para não doer meus joelhos. Deixei você conduzir o meu corpo com suas mãos. Você me mexia por cima da forma que queria, estava no controle dessa vez. Subia e descia com a maior facilidade como se eu tivesse a metade do meu peso. Então me pegou novamente pelas pernas, me coloca contra a parede, pressionando minha pele contra aquela madeira. Eu conseguia sentir minha respiração ofegante causando condensação e gotículas escorrendo pelo carvalho.

Fomos então para o chuveiro, com você ainda dentro de mim, éramos um só. Me segurando com os braços por debaixo das minhas coxas, me soltou no chão e me girou para que ficasse de costas. Levantou a minha bunda, deu um tapa bem forte e gostoso, puxou meu cabelo virando meu rosto para si e entrou sem dó. Nesse momento eu já estava no ápice do prazer. Todas aquelas preliminares, aquele jogo de dominação, a demonstração de força e virilidade culminaram num orgasmo que nunca senti antes na vida.

E assim toda essa cascata de sensações, esses impulsos elétricos percorrendo meu corpo como sua língua antes havia percorrido, o destilo final: Meu sistema nervoso entra em colapso, e começa a brilhar como o céu na virada do ano.

Era ali, o ponto máximo do prazer, que eu podia suportar. Eu de olhos fechados começo a abri-los lentamente. Minhas mãos agora apertam os lençóis. Estou toda molhada, minha cama nunca havia ficado desse jeito. Pressiono minha cabeça contra um travesseiro enquanto pego outro para pôr em minha boca. Ainda me contorcendo vou tomando consciência do que havia acontecido. Você não estava lá, era somente um fruto da minha imaginação, do meu desejo sexual mais profundo, e que de tão intenso se materializou em você. Obrigado, por essa noite inesquecível.



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