A cunhada santa puta

  • 3 de maio de 2021
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Cara, na boa, meu irmão tava sendo otario. Apresentou uma loura e disse que era pura. Sai fora, olha pra cara da safada e se vê a santa que tem ali! Ela é três anos mais velha do que ele. Tentei alertar o cara, mas ele tava querendo se enganar.

Teve uma vez, que estávamos passando uma semana viajando, numa casa que alugamos, que resolvi por a prova aquele corpinho puro. Cara, na saída da praia, na volta,  resolvi ir pela estrada de barro, cara, muito mal intencionado. Meu irmão sabia, minha cunhada percebeu e se fez de boba, safada. Meti o carro na estrada de barro, dez quilômetros, pra ver se os peitões da cunhada purinha resistiam, sacolejavam, batiam mais que gelatina, peito rodado do caralho! Meu irmão ficou sem graça, percebeu que ela tava indiferente, ele disfarçou.

Fodendo a santa puta da minha cunhada

Lembro que ao chegarmos na casa, meu irmão disse que ia tomar banho, falei que ia ter que voltar na ponte, no peixeiro, a cunhada se ofereceu pra ir, meu irmão também. Sei que saindo dali, dobramos nas ruas certas até errar o caminho, levamos a cunhada pra uma picada de rio que tem ali perto, estacionei o carro, ela abaixou o banco do carona, meu irmão se chegou de trás, me aproximei pelo lado.

Tirei do bolso o um cigarro, acendi, dei três tragadas, passei minha cunhada. Logo a safada tava com os peitos de fora: piranha, safada. Comecei a chupar forte fortíssimo o bico do peito. A cunhadinha toda santa tinha peito mole e caído. Meu irmão foi no ponto: peito rodado!

Chupamos forte um em cada peito. A safada tinha puxado as nossas mãos e enfiava dois dedos de cada um na xota enorme dela. A safada encharcada gozou com quatro dedos dentro da xota. Nos recompusemos, e enfim, fomos a ponte, compramos umas postas de filet de peixe gostosas.

A cunhada tinha se recomposto. Tava purinha de novo. Preferi voltar para o Rio. O final de semana prometia perversões.

Sei que me afastei o resto da vida. Quando certa vez nos encontramos, meu irmão estava em outra cidade e ia chegar um dia depois. Logo que a vi, fiz um checkout. Tinha se passado trinta anos. Ela tinha envelhecido. De imediato, olhei os peitos. Eram mamas flácidas. Mesmo assim me deu vontade de chupá-las. Perguntei pelo meu irmão. Disse que levavam uma relação abertíssima. Me interessei. Mas não precisei ir muito longe pra perceber que a cunhada tava me dando mole.

Nos encontramos num restaurante, de lá fomos para uma garçoniere que ela me levou. Safada, puta, chegou no apartamento, logo me veio com um cigarro. Acendi, traguei umas três vezes, e entreguei pra ela. Ela fumou ele quase todinho.

Cheguei perto dela, ela não recuou. Tirei os sapatos dela. Puxei pra baixo a saia e calcinha. Mantive o sutiã. Fui chegando por baixo. Cheguei na xota encharcada da cunhada santa. Lembrei da vez que pusemos os quatro dedos lá. Enfiei dois, três dedos. Fechei o punho, enfiei o punho inteiro. Ela parecia nem sentir.

Eu girava o punho e ela com cara de paisagem. Tirei o punho. Olhei a xota arregaçada. Botei na minha pica com toda força. Fodi duas, três, quatro vezes aquela bucetona arregaçada. Ela montava com força na piroca, subia e descia. As mamas tavam comportadas no sutiã.

Na boa, quando desabotoei, as mamas arriaram. Ela me perguntou se eu preferia que ela pusesse o sutiã. Falei que não, mas as mamas dela não me deram liga. Tava com tara na xota dela.

Eu enfiei com toda força a pica grossa na xota da cunhada santa. Logo depois ela montava forte na minha pica. Depois fizemos uma espanhola nas mamas. Fodi a puta da cunhada santa o dia inteiro. Deixei a vadia com a xota assada de tanta pica.



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