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Transando gostoso com o vizinho em um dia de verão

  • 23 de abril de 2020
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Era um domingo bem quente, parecia que o sol queria invadir minha janela, mas antes que o fizesse, a abri e deixei a luz entrar.

Estava numa casa de praia com meus amigos, eles já estavam todos de pé, pois iam a uma praia mais afastada. Não quis ir naquele dia então fiquei em casa tomando sol no quintal.

Coloquei meu fio dental e desci, com os seios de fora. Já que estava sozinha mesmo.

Um manhã de verão trepando com o vizinho

Um tempo depois que estava no sol, notei alguém me olhando. Era meu vizinho que só nos cumprimentávamos de vez em quando. Eu fingi que não estava vendo e comecei a passar bronzeador na minha bunda, que é bem grande.

-Aliás, sou uma magrinha, com seios pequenos e uma bunda gigante. Digna de ser olhada.

– Ele me assistia sem piscar.

Em um determinado momento, olhei fixamente pra ele e assim soube que eu tinha o visto.

Ele apareceu no muro e pediu desculpas pela ousadia de olhar.
-Não tem problema, pode olhar a vontade.

Eu respondi, colocando minha mão na minha buceta, me masturbando com ele me olhando.

E quanto mais ele fixava os olhos em mim, mais prazer eu tinha.
-Posso ir aí te ajudar? Ele pergunta com uma cara de safado.
-Claro que pode.

Então, aquele negro, alto e gostoso, pula o muro e vem em minha direção.
Quando ele chegou perto, já veio me dando um beijo na boca e acariciando minha buceta com vontade.
Eu gemia de prazer, sentindo aqueles dedos entrando e saindo de mim.

– Que delícia tá molhadinha.

E foi direto me chupar. Sua língua passava em meu clitóris e parecia que eu ia explodir de prazer.
Ele lambia a entrada da minha vagina, enfiava a língua e de depois voltava pro clitóris.

-Agora é minha vez.

Eu deitei ele na canga que eu estava, tirei seu short e vi aquele pau gostoso que dava água na boca. Comecei pela cabecinha, dando lambidas bem devagar, depois desci lambendo até às bolas, que eu sugava e ele gemia ainda mais.
Depois coloquei o pau inteiro na minha boca e comecei a chupar com vontade. Enfiava tudo na boca, chupava a cabecinha e depois engolia as bolas.

– Caralho que chupada! Agora quero sentir essa buceta sentando no meu pau.

-Vamos subir pro meu quarto? Meus amigos podem chegar a qualquer momento e atrapalhar a gente.

E subimos, ele já me beijava com vontade nas escadas, queria me comer ali mesmo, mas eu estava com receio de alguém chegar ver.

Quando entramos no quarto já fui pegando a camisinha e quando ele meteu na minha buceta senti meu corpo tremer. Ele enfiava lento, como se quisesse sentir cada parte de mim.

Eu sem aguentar pedia pra ele me foder mais rápido e forte. E ele obedeceu, me cada fodida, minha buceta queria mais.

-Vai me fode caralho. Fode essa putinha com vontade. Quero sentir você inteiro dentro de mim.

-Quer sentir é? Então toda, sua puta.

Agora vai saber o é um pau de verdade.

Em um momento ele me colocou de quatro e começou a me foder com mais força, cada vez que o pau deve entrava eu sentia mais tesão.

– Fode meu cu agora?

Eu estava com tanto tesão que queria que ele comesse meu cu, com aquele pau gostoso. Eu peguei o lubrificante, passei no meu cuzinho apertado e ele foi colocando aquela cabeça. Colocou devagar e eu gemendo cada vez mais alto. Até que colocou o pau inteiro. Eu estava com tanto tesão que gritava de prazer. Ele que no início estava lento, sentiu meu cuzinho tão apertado e queria arrombar ele com toda força que tinha. E foi metendo comigo de quatro e gemendo.

-Ta sentindo meu pau te arrombando? Quer mais vadia?

-Ai! Quero sim. Mais e com mais força. Vai caralho, me fode. Me fode mais.

Eu gritando cada vez mais e ele me pegou pelos cabelo e foi socando aquele pau no meu rabo gostoso.
Foi socando, socando até que eu gozei de tanto que ele comia meu cu.
Ele veio logo em seguida.

-Caralho vou gozar!

-Goza na minha boca? Quero engolir sua porra.

Então ele tá prestes a gozar, joga camisinha de lado e dá aquele leite quente na minha boca. Eu bebo, estava com sede daquela porra.

Os dois cansados e gozados.
Deitam na cama.

-Prazer, meu nome é Lilian(*).
– Prazer, o meu é Jorge(*).

(*) Nomes fictícios para preservar a verdadeira identidade.



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