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Transei com montador de móveis – Parte 2

  • 13 de julho de 2020
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Após uma semana da transa que confessei a vocês em outro relato ainda estava extasiada (pra quem não leu, era um jovem montador de móveis de 23 aninhos, mais ou menos 1,75, todo gostosinho), não conseguia tirar aquele homem da cabeça, fantasiava tantas coisas e por diversas vezes peguei o cartão que ele havia deixado caso eu precisasse novamente de seus “serviços”, mas não sou esse tipo de mulher, que fica ligando, insistindo ou perseguindo, então me aliviava entre uma siririca, banho gelado, ou os dois juntos! rsrsrs

Meus dias eram longos e sem graça, meu marido trabalhava muito e eu vivia quase sozinha. Já era quase duas da tarde quando ouço o buzinar de uma moto no portão e em seguida alguém chama: “Loja tal!”.

Estranhei mas fui atender, vocês não podem imaginar o tamanho da minha surpresa ao ver quem era que estava ali, encostado na moto, uniformizado todo profissional, estava com um papel qualquer na mão e me perguntou com um sorrisinho saliente e olhar profundo: A senhora é Suely (nome fictício)? Sou montador da loja tal!

Olhando para o outro lado da rua notei o porque do teatrinho, havia uma roda de vizinho logo na frente da Minha casa que atentos observavam tudo, então entrei logo no personagem: É sim, você deu sorte, se demorasse mais não me acharia em casa! Pedi que entrasse e seguisse até a porta, cumprimentei a vizinhança como pessoa sociável que sou para não levantar suspeitas e fechei o portão.

Sexo anal com o montador de móveis

Ele já me aguardava sem camisa na porta, estava trêmulo e ofegante, parecia um viciado em abstinência, e eu não estava tão diferente, pediu perdão pela ousadia e confessou que não parava de pensar na nossa primeira vez e que nunca fez uma montagem tão prazerosa como aquela e adoraria repetir, com certeza se eu dissesse algo estragaria o momento então preferi fazer…

Puxei aquele homem pela cintura e o beijei com todo desejo que vim acumulando durante a semana, ele mordia e chupava meus lábios com tanta vontade, descia sua boca carnuda até meus seios e abocanhava deliciosamente com uma carinha de adolescente órfão, enquanto uma mão adentrava por entre minhas coxas num movimento de vai e vem e com a outra acariciava seu pau enorme de grosso, aquilo me deixava louca, era impossível segurar os gemidos e de vez enquanto um gritinho escapava.

Ele cochichou no meu ouvido: Abre as pernas que vou provar do seu mel! Ele se ajoelhou diante de mim e começou a me beijar lá em baixo, sua língua molhada e quente ia e vinha sem pausa enquanto seu dedo me penetrava e fazia minha bucetinha babar cada vez mais, eu rebolava na sua língua enquanto mamava meu grelinho e ia se intensificando as dedilhadas á medida em que eu gemia e pedia pra não parar, neste momento eu já estava nas nuvens, não resisti dez minutos e gozei.

Ele se levantou e disse que queria ir pro meu quarto, porque a sala ele já conhecia e assim fizemos, quem resistiria um pedido daquele homem safado, deixamos um rastro de roupas pela casa. E no quarto já estávamos totalmente despidos, tanto de roupas quanto de vergonha ali dispostos a dar e receber prazer!

Fui direto pra cama, de quatro empinei tudo pra ele e abri minha bunda, queria sentir novamente aquela tora me rasgar, estava tão molhada que nem precisou lubrificar mais, era só ter um pouquinho de jeito, eu já tinha mostrado que dava conta, ele começou pincelando a cabeça do cacete na entrada da minha xaninha e de vez em quando deixava entrar um pouco da cabecinha, pensa num pau que tava duro, cada vez que ele descuidava entrava um pouco mais e eu podia sentir minha xana se alargando pra acolher aquilo tudo, morrendo de vontade de engolir tudo de uma vez.

Quando por fim entrou tudo ele não se conteve e começou a socar com toda força, a cama batia na parede num tá tá tá frenético e eu gritava e segurava os lenções, literalmente mordendo a fronha, o ápice foi quando ele agarrou meus cabelos e começou a dizer que nem dormiu na noite passada pensando em mim e me fuder gostoso, vendo minha cara de safada e ouvindo meus gemidos, ele precisava disso novamente.

Senti seu pau latejando dentro de mim e ele diminuiu a intensidade, perguntei se ele havia gozado, abriu um sorriso e me disse: Não antes de fazer uma coisa. Me virou e me puxou para beira da cama e começou a lamber meu cuzinho, enfiava a língua e ia abrindo aos poucos deixando sua saliva escorrer, colocou um dedo, depois outro, estava tão bom que já tinha três dedos, mas estava nervosa, pois dava o cú pro meu marido sempre e até usava um consolo que eu achava ser grosso, mas nem se comparava ao dele, o receio de não dar conta me assustava, mas o tesão era tanto que eu não podia dar pra trás! (Ou melhor, dá pra trás era a intensão)

Sussurrei quase implorando: Vai devagarzinho tá!?

Não precisa se preocupar, vou fazer gostoso! (aaahhh , que delícia de homem!!!)

Ele colocou minhas pernas em seus ombros e encaixou seu cacete na entrada do meu cuzinho e pediu para rebolar enquanto me puxava pelos quadris, assim fiz, aos poucos ia entrando, cada reboladinha que eu dava era alguns centímetros que aquele tronco rompia e eu podia sentir cada músculo e veia saltada daquele pau, não posso negar que doía, mas também não nego que era a dor mais gostosa que já senti!

Não demorou muito estava dentro de mim, não sobrou uma prega inteira era o que eu pensava! Tava socado até o talo e ele mexia sem tirar pra fora, podia notar que já estava nas últimas e tentava estender mais, mas como safada que sou queria vê-lo se desmanchar dentro de mim, comecei rebola e trancar meu cuzinho, eu contraia e ele gemia, gemido de homem é demais, eu prendia, soltava e ele de olhos fechados tentando pensar em outra coisa, estava sensacional perturba-ló daquela forma, passei pra segunda fase, frases provocantes: Que pau gostoso no meu cuzinho… me come, me fode…ai, ai gosto assim… me rasga com esse pau grosso, vai…come meu cú!

Acho que ele sentiu-se desafiado, me deu novamente aquele sorrisinho maroto e me perguntou se eu queria judiar, respondi que essa era a intensão e sorri de volta.

Segurando firme meus quadris ele começou a intensificar as socadas, cada vez mais forte e dizendo: Também sei judiar, toma… mais cachorra?…É isso que você quer, é assim que você gosta minha putinha?

Eu não podia mais segurar, gemia como uma louca, tesão sensacional, ele socava até as bolas, dava pra ouvir as pancadas ecoar pela casa, misturado com gemidos e respirações ofegantes, foram alguns minutos de socadas violentas e ele gozou deixando meu cú tão arreganhado que a porra escorria pra fora de tamanho buraco que ele deixou.

De pau mole e pingando ainda me ofereci para limpa-lo, abocanhei até o talo, era a única vez que consegui colocar tudo na boca, porque da primeira ele saiu ainda de pau duro, mesmo tendo gozado litros em mim, mamei como um bezerrinho, ainda insistia em sair leitinho, quanto mais eu sugava, mais saia! Começou a endurecer novamente então eu parei e deixei quieto, porque mais uma sessão daquelas eu não teria mais pregas pra contar a história e o celular dele acumulava ligações perdidas da loja! kkk



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3 comentários para “Transei com montador de móveis – Parte 2

  1. Alexandre • 14 de julho de 2020

    Nossa comer uma mulher casada é bom, fetiche que adoro sempre repetir…confesso tbm que sou um apaixonado por um cuzinho, a fêmea for daquelas safadas como você ai enlouqueço.

  2. Cardoso • 20 de julho de 2020

    Nosso que delicia esse conto. Quero montar seus moveis. Zap xxxx

  3. Alan • 23 de julho de 2020

    Nossa, consegui imaginar tudo que aconteceu pela riqueza de detalhes, muito bem escrito, delícia de conto, delícia de mulher!!!

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