Comi a garçonete do meu local de trabalho

  • 22 de maio de 2020
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Eu era gerente de um restaurante em uma região nobre, só podíamos contratar belas mulheres como garçonete. Houve uma vez que eu contratei duas amigas, uma loira e outra morena, lindas. A loira era dançarina de grupo de forró em horas vagas. Uma delícia de mulher, além de muito atirada.

Eu sempre respeitei o trabalho e sou casado, nunca trai a minha esposa. E as duas pereceram que eu tratava a todas com seriedade e a loira fez uma aposta com as demais de que eu não ia resistir a ela. Um dia após o movimento eu estava no escritório e ela bateu dizendo que queria falar comigo algo sério.

Eu falei para ela entrar… não pude deixar de notar suas belas pernas e sua barriguinha sarada. Ela inventou uma história para puxar assunto e me falou depois, “já que não pode me ajudar, amarra minha sandália por que estou com dores nas costas”. Eu sem maldade ia amarrar, quando ela colocou o pé na lixeira eu vi que ela estava sem calcinha. Eu me levantei e bradei com ela, “o que é isso, Verena?”. “Minha bucetinha molhadinha, tô querendo fuder contigo aqui”, disse me encarando. Fiquei sem reação e de repente alguém bateu na porta (era a subgerente que tinha ciúmes de mim), pedi para Verena sair, ela piscou e saiu.

Não resistir e comi a garçonete do restaurante que trabalho

Passaram-se os dias e ela me provocando cada vez mais, com roupas decotadas, gestos e palavras. Um belo dia eu decidi ir embora mais cedo e vejo a Verena no piso de baixo do shopping. Ela me acompanha e me diz, me dá uma carona. Eu sabia que não ia prestar.

Ela entrou no carro e ficou me encarando, eu não pude deixar de ver o decote que expunha seus seios fartos. Quando saímos do estacionamento ela pegou na minha coxa e disse, “hoje você é meu”… começou a pegar no meu pau que já estava duro. “Nossa, Felipe, está regulando essa delícia, tem de aproveitar enquanto é vivo”. Ela abriu o zíper da minha calça, quase bati o carro. Como a rua era pouco movimentada eu parei o carro de deixei ela fazer o que queria… não consegui mais resistir aquela mulher gostosa diante de mim.

Ela mamou meu caralho como nunca tinha acontecido antes, ela babava, cuspia, segurava meu pau com força e olhava para mim sorrindo, “vai me fuder hoje”. Eu suava frio, nunca havia passado na minha cabeça trair minha esposa. Mas aquela mulher, aquele momento, loira, linda e gostosa fez minhas barreiras morais cederem.

Fomos para um motel próximo, entramos no quarto e ela foi tirando a roupa e ficou nua, seios rosadinhos e duros, bunda empinada e uma bucetinha lisinha. Ela perguntou, ” e, então, que tal?. Antes de me começar bom saber que era uma aposta, mas vendo o tamanho da sua rola eu quero que você me foda com ou sem aposta”.

Tirei minha roupa e fui ver aquela buceta de perto, dei umas lambidas naquele grelinho gostoso, chupei com gosto e vi ele se retorcendo, ela me puxou e me beijou. Sua língua invadiu minha boca, eu correspondi com o mesmo tesão, agarrei aqueles peitos lindos e coloquei na boca. Dava umas mordiscas e ela montou em cima de mim. Falei “vamos por a camisinha”. Ela disse, “camisinha o caralho, e sentou no meu cacete, fiquei sem reação, aquele potranca gostosa cavalgando no meu cacete como uma puta. Ela fazia uns movimentos que eu nunca ha via visto e experimentado. Ela cavalgava e dizia, “Rola gostosa do caralho” .

Eu estava quase gozando e joguei ela na cama e a coloquei de quatro. Soquei a rola sem dó, meu saco batia na bunda deliciosa dela, eu dei um belo tapa que ficou marcado. Ela gritou de prazer, puxei seus cabelos e disse, “toma sua puta, não era isso que você queria?”. Ela respondeu gemendo de prazer, “é sim, fode sua putinha, fode”. Ela mordia o lençol e gritava “não para porra!! Fode!!! Fode!! Caralho!! Vou gozar seu puto!!! Não para!!”.

Eu não aguentava mais e deixei rolar…gozei dentro da buceta dela, e continuei bombando. “Só vai parar quando eu gozar caralho”. Eu estava suando, e vendo que ela estava gostando. Era uma verdadeira puta insaciável. Eu quis mudar de posição e ele não deixou, “fode caralho, não para porra”. Deliciosamente agressiva…eu socava,.via a porra escorrendo da buceta dela caindo na cama, ela começou a passar a mão na bucetinha dizendo que ia gozar…ela arrancou o lençol colocou na boca e rasgou ao dizer. ..”Tô gozando porra!!! Vai toma no cu, rola gostosa do caralho!!! Eu não resisti aquela cena e gozei junto.

Estava todo suado e ele ainda quis limpar a minha rola, “deixa eu experimentar um pouco do seu leitinho”. Lambeu a cabeça do meu pau…olhou para mim e foi para o chuveiro e disse…’vamos logo que eu ainda volto para o restaurante para o turno da noite”.

Depois daquele dia ela pediu demissão. Mas não, sem antes passar no escritório da loja.. mas isso é uma outra história.

(*) Para preservar a verdadeira identidade, foram usados nomes fictícios.



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4 comentários para “Comi a garçonete do meu local de trabalho

  1. M. • 28 de maio de 2020

    Eu gosto de comer minha mãe

  2. Camila • 16 de junho de 2020

    Nossa que delícia

    • Tobias • 27 de junho de 2020

      pelo nome você é gostosa, venha sentir meu pau de 20 cm e grosso.

  3. Tobias • 27 de junho de 2020

    que gostoso

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