Sexo maravilhoso com a colega do plantão

  • 21 de junho de 2021
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A gente combinou uma fodinha fogosa. Depois dela muito me ignorar, começou a ceder às minhas investidas. A carioca, loirinha do cabelo curtinho mede aproximadamente 1.65m, e tem um rabo de-li-ci-o-so. Uma marquinha de verão inesquecível.

Estávamos de plantão naquele dia, e depois das 12 horas de trabalho, combinamos de nos encontrarmos ainda no hospital, em uma salinha que, naquele dia pré-feriado, não teria ninguém.

Entrei na sala e a encontrei de costas, assinando uma lista qualquer. Nunca tínhamos nos beijado, mas éramos amigos.

Cheguei de mansinho, entrelacei a minha mão no seu cabelo, e nos beijamos. O beijo encaixou. E foi a partir daí que tive certeza que teríamos uma noite deliciosa. O tesão já me consumia naquele momento.

Após alguns beijos, combinamos de ir na casa dela buscar uma troca de roupa para que ela dormisse comigo na minha casa. Também estávamos com fome, e combinamos uma pizza.

Comendo a amiga do plantão

Ela mora com uma senhora e uma amiga em comum. A regra máxima da casa é não poder levar ninguém com essa finalidade sexual. Mas ela queria aventura. Meio que me escondeu da senhora e me levou para o seu quarto.
Abrimos o aplicativo e pedimos a pizza. Depois, sentei na sua cama e ela sentou no meu colo, abrindo aquelas pernas gostosas e me beijando deliciosamente, esperando o nosso pedido chegar.

Deitei na cama e continuei entrelaçando meus lábios nos dela. Ao progredir os beijos ao seu pescoço, ouvia alguns gemidinhos bem gostosos na orelha. Era nítido que ela se continha o máximo que podia para que ninguém nos ouvisse. Saudades daquele peito médio gostoso, daquela marquinha de biquíni, e de vê-la revirar os olhos quando eu os chupava.

Estava de cueca e ela com um belíssimo conjunto de lingerie. Em dado momento, ela se vira pra mim e fala: “olha como você está me deixando” – pegando sua mão e jogando a calcinha do lado, mostrando pra mim a bucetinha molhadinha.

O meu extinto máximo foi querer lamber toda aquela babinha, mas fui contido, com ela me dizendo “calma, você vai limpar essa bucetinha e comer ela a noite toda”.

Estava explodindo de tesão! Até que a pizza chegou. Ela desceu as escadas e foi buscar. Decidimos comê-la no quarto da nossa amiga, que sabia das minhas intenções ali.

Ao adentrarmos, colocamos um som para tocar e começamos a comer. A pauta daquele jantar foi absolutamente sexual. E depois de algumas latinhas de skol beats, as duas se pegaram, meio que “do nada!”. Fiquei louco!!!! Fiquei louco vendo elas se beijarem, e se acariciarem.

Depois, a carioca, ficou só de calcinha e sutiã e dançou pra mim, rebolando no pau, que babava de tesão de todo aquele contexto que eu não acreditava estar vivenciando. A carioca convidou a nossa amiga pro esquema, mas ela preferiu topar em uma outra oportunidade. (Estou aguardando ansiosamente por esse dia!).

Decidimos vir pra minha casa. Chegamos aqui, tomamos um banho, e fomos pra cama. Moro com outras duas amigas, e uma delas estava em casa no quarto ao lado.

Quando sai do banho e fui pro quarto, a carioquinha estava peladinha deitada na cama, olhando pra mim com uma cara de safada, como quem implorasse pra que eu a comesse. Segundo ela, fazia um tempão que ela não transava.

Retomamos o que tínhamos começado na casa dela. Muitos beijos, muitas chupadas no pescoço e nas tetinhas, na barriguinha… até que consegui chegar no pote de mel, naquela bucetinha lisinha e gordinha que babo a piroca só de lembrar enquanto escrevo esse conto.

Comecei progredindo os beijos da barriga até descer pra bucetinha… Não fui direto ao ponto, beijei sua virilha, suas coxas, e dava selinhos no grelinho… Eu nem tinha começado e ela já estava gemendo muito, e muito alto.

Quando chupei propriamente e de verdade, a intensidade e o volume dos gemidos aumentaram substancialmente, ela se contorcia, e me elogiava pela qualidade do oral. “Você realmente sabe tudo de anatomia!” (Um dado sobre nós: somos profissionais da saúde).

Ela gozou rápido, e depois implorou por mamar o meu pau. Quando o fez, foi um dos melhores orais que recebi!
Meu pau tem 15 centímetros e é grossinho. Ela mamava como quem realmente sabia o que estava fazendo! Depois de muito chupar, perguntou pelo preservativo e disse que queria dar bem gostoso pra mim. Rapidamente peguei a camisinha que estava estrategicamente do lado da cama.

Ela pediu pra colocar, e o fez com maestria, colocando no pau e a encaixando com a boquinha. O que mais me deixou louco nessa mulher eram as caras e bocas, de sa-fa-da!

Camisinha colocada, começamos pela tradicional posição “mamãe-papai”, e ao enfiar meu pau naquela bucetinha a minha maior surpresa foi: não entrava!!!  A bucetinha era muito apertadinha (E olha que eu meu pau tem o tamanho normal, nem é padrão grande).

Ela pedia pra ir devagar, e depois de um começo mais difícil pra ela, ela começou a se deliciar com aquilo que estávamos vivendo.

Mudamos de posição várias vezes, ela gozou e eu fiz o mesmo quando ela ficou de quatro, deixando aquele rabão na altura pra certa pra tomar uns tapas, gemendo e gritando implorando pedindo pra que eu a fudesse com vontade.

Depois daquele primeiro round ela disse que havia sido a melhor foda da vida dela. Ficamos um tempinho juntos, coladinhos, conversando… dormimos e acordamos uma hora e meia depois, e transamos loucamente novamente. Outra foda deliciosa. E de novo, ao acordamos juntos, antes de irmos pro plantão novamente.

Depois disso dormimos juntos mais uma vez. E sei que ainda dormiremos mais outras vezes. Ela é uma delícia, e o nosso corpo junto dá match demais!



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