Um verão inesquecível de putaria

  • 14 de setembro de 2022
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Esse conto de sexo, na época estava com uns 23 pra 24 anos, e num fim de semana, fui para o Litoral Paulista, passar o sábado e o domingo na Praia. Fomos a família toda, numa Kombi e num velho Opala dos anos 60.
Com nós, num total de 12 pessoas, ia um tio, irmão do meu falecido pai, que era tipo ator de Hollywood, cujo nome era Leonardo.
Com nossa turma foram mais conhecidos vizinhos, no velho Opala. Na praia, hospedados numa casa de veraneio de um dos nossos amigos, nos divertimos, tomamos banho de mar, percorremos a orla, conhecendo de perto os lugares pitorescos, almoçando e saboreando os chamados frutos do mar. Cervejas e caipirinhas, não faltaram. Todo mundo bebiam e se divertiam sob o sol forte do verão, escondidos nas barracas ou tomando banho de sol sobre toalhas e esteiras.
Foram dois dias maravilhosos, divertidos e cheios de emoções.
Mas, no retorno, as coisas se complicaram. Eram quase 17:30 e o velho Opala emperrou. Não houve jeito que o fizesse pegar. Tinha pifado de tudo, e só numa oficina é que se encontraria conserto.
Todo mundo queria ir embora. O sol já estava fraco, e cada um correu para a Kombi. O dono do Opala e o filho mais velho ficariam para procurar uma oficina. Ajudei na arrumação das coisas que trouxemos, no bagageiro, de forma que fiquei por último sem pressa de ocupar um lugar na utilitária. Ficou lotadinha. Só se sentou gente no colo do motorista, porque aí seria impossível ele, dirigir.
Chamava-se Gabriel e era o tipo de pessoa brincalhona e sarrista.
Ao acabar de arrumar as tranqueiras no porta malas do veiculo, foi procurar um lugar nos assentos. Estavam todos ocupados, e so meu tio Leonardo, nos fundos, não tinha ninguém sentado no colo.
Fiquei sem saber o que fazer. Se ficava com o dono do Opala, pra ir embora, Deus sabe, quando, ou se montava sobre as pernas do tio quarentão. Minha mãe, que carregava o irmão no colo,no lugar ao lado da porta, olhou para trás e disse:

— Bele! Vá no colo do seu tio! Estamos com pressa e a viagem é longa!Olhei para aquele galã, lindo, e ele sorriu, mostrando seus dentes brancos e regulares, dizendo:

— Vamos, Bele! Já estar dando 18 horas!

Olhei-o de cima abaixo. O danado era incompativelmente bonito. De cara, de corpo e usava um calção esportivo, encavado, mas curto e vestia uma camisa escura e aberta.
Não pensei duas vezes, empoleirei no seu colo, fechei a porta e o motorista deu partida na Kombi. Seria uma longa viagem pelas rodovias e estradas, até chegar onde morávamos.
Fiquei coladinha no corpo dele, não dava pra se mexer pra nenhum lado. Suas coxas, seu ventre, assim como seu tórax músculos, se encostavam dos ombros, até meus joelhos, e não demorou muito para sentir a temperatura do seu corpo, se misturar com o calor do meu. Estava vestida, apenas com um biquíni, curtinho, que cobria meu púbis e entrava no vão da minha bunda.

Na parte de cima, usava uma camisa aberta e amarrada sobre o umbigo.
Não me descrevi, mas naquela época, era uma mulher esguia, pequena, 1,65 de altura, de corpo bem feito, seios pequenos, redondos, cintura delgada, quadris largos, coxas torneadas e roliças, e dona de um traseiro carnudo, de carnes macias e ligeiramente protuberante.

Também, não demorou muito para que nesse contato, sentisse que o pau do titia, endurecia e fazia um indestrutível tarugo bem no meio da minha regada. Na Anchieta, num trecho vazio de veículos, o motorista, nosso primo, fez um ligeiro zig-zag, dizendo:

— Desculpe pessoal! É pra ajeitar a carga!

Só que nesse “ajeitar a carga” sentir que o membro dele, escapulia pelo lado do calção, e atingia o meio de minhas coxas, bem no cós direito do meu biquíni, e a pouquíssimos centímetros da minha buceta. Fiquei arrepiada, e titio sentiu meus estremecimentos. Subíamos a serra, e chegávamos ao planalto, quando não agüentando mais aquele clima, e tomada por uma excitação incontrolável, me remexi cuidadosamente, e puxando uma toalha sobre o encosto onde estava mamãe, e com um pouco de esforço, coloquei-a por cima dos meus seios, ombros e como era comprida, cobrir as laterais do meu quadris, e as ancas dele.

Titio Leonardo, permaneceu imóvel como uma estatua. Ele sentia, como eu, a aproximação das minhas pudendas, ainda dentro do biquíni, na metade da sua vara rígida.

Calculadamente, senti que a grande e grossa glande, parecia que queria se enfiar pela costura elástica do tecido. Procurei de todos os jeitos, fazê-la entrar pelo cós, mas não deu resultado. Estava toda babada, com os beiços da vagina molhadissimos, escorrendo para o púbis rapadinho. Nesse clima altamente erótico, senti que a cabeça do pau, latejava e também babava, soltando gotinhas de tesão. Sem nem pensar nas pessoas que estavam do meu lado esquerdos, tentei por duas vezes, erguer o corpo, para que a cabeça encontrasse o elástico, ou meu tio tivesse a coragem de enfiar a mão entre nos dois, e guiasse-a para a entrada da minha buceta. Mas, ele não se movimentou, talvez com receio de que as pessoas ao lado desconfiassem.

Tesão incontrolável sexo

Já estávamos chegando ao nosso destino, a tarde começava a escurecer. Ah! Não agüentava mais. A tesão era terrível, e queria gozar, nem que fosse com a pontinha daquele cacete. Por isso, extremamente cuidadosa, deslizei a mão esquerda, por debaixo da toalha, e como se estivesse tateando algo estranho e desconhecido, apalpei a cabeça da glande entre minhas virilhas, verifiquei que estava realmente porejando muco, e a empurrei para trás, ao mesmo tempo em que forçava- por entre o elástico e minha pele. Titio suspirou, estremecendo e entendendo minhas intenções, deu um jeito de se afastar pra trás. A glande ficou exatamente na abertura dos grandes lábios, dentro do biquíni. Titio ficou estático, querendo penetrar, mas como o pênis era comprido, grosso e não dava pra dobrá-lo, não fez nada.

Mas, não desistir. Minha tesão era por demais avassaladora, e com a vinda da noite, só as luzes da rodovia, iluminava, furtivamente o interior da Kombi.
Dona Maria, nossa vizinha, que viajava com o neto, um rapaz grandão no colo, parecia nem estar aí, com o que estava ocorrendo ao seu lado.

Decidida, soergui ligeiramente a bunda e os quadris, e com as pontas dos dedos, guiei a glande para a entrada da minha buceta. Esta se encaixou perfeitamente, e sem perder um segundo, arriei de volta o corpo.
Pelas Barbas do Profeta. O pau entrou com tudo, apertadíssimo, melado e com um gemido reprimido, deixei entrar até encostar o pano do calção dele nos cós do meu biquíni.
Que loucura. Nunca tinha feito sexo desse jeito. E foi a melhor e mais inesquecível foda, que dei durante toda a minha vida. Uma foda calada, imóvel, cuidadosa, mas cheia de emoções que nem sei descrever.
Deixei o pau dentro durante o percurso da entrada de São Bernardo dos Campos, até a saída de São José dos Campos. E foi incontáveis as vezes que gozei. A cada orgasmo, sufocava um gemido, estremecia e dava apertões nas paredes da vagina. Tio Leonardo, tinha estremecimentos constantes, e seu pau aprisionado, pulsava feito um caniço numa tempestade. Dava fortes tossidas, roncando feito um porco. Dona Maria, sem nos olhar, disse:

— Estar cansado, Sr Leonardo?

Meu tio murmurou um não grunhido, enquanto eu soltava os últimos esparmos daquela inusitada foda. Ele chegou ao final, e despejou pra cima, uma abundante e quente torrente de esperma, que queimou meu interior e sem poder me conter, soltei um sonoro Ooooohhhh, que fez minha mãe indagar:

— Cansada, Bele? Vamos chegar logo

Dona Maria rindo, comentou:

— Queria morrer desse cansaço! Olha que a viagem é longa!

Não prestei muita atenção as suas palavras, estava saboreando a ejaculação de titio, e gozando mais uma vez.
Não paramos em nenhum posto rodoviário. O motorista queria chegar o mais rápido possível na nossa cidade.
Só sei que o cacete dele ficou o tempo todo dentro da minha vagina, sossegado, tranqüilo e com a certeza, que não pegaria uma gravidez, já que tomava meus anticoncepcionais, desde os dezoito anos, quando perdi o cabaço para meu namorado Vini. Não dava mais pra ele, e nem o namorava. Havíamos rompido há uns três anos. Estava só e agora, caidinha por titio Leonardo de Bivar.
Quando a Kombi chegou em frente de casa, e começamos a sair, tirei o pau de dentro da buceta, semi mole, e na meia escuridão titio, escondeu o pinto dentro do calção. O pessoal começou a debandar pra as suas casa, mas fiquei ajudando a tirar as coisas do bagageiro.
Titio ajudou, e ao nos vermos as sós, sem a presença de mamãe e da vizinha dona Maria, ele me disse:

— Obrigado, sobrinha! Foi muito gostoso. Há tempos que não dava uma tão deliciosa e emocionante!

Pegando uma caixa de isopor, respondi-lhe, com um sorriso nos lábios:

— De nada, titio. Foi um maravilhoso e inesquecível fim de semana! Nunca vou esquecer! O Sr é incomparável. Um homem gostoso em todos os sentidos.

Segurando minha cintura, ele indagou:

— E quando vamos repetir a dose? Agora, não dá pra deixar pra lá. Estou apaixonado!

Vir-me e dando-lhe um beijo perto da boca, falei:

— Quando der titio! O Sr vai ficar em casa?

Ele riu, e entendeu logo a pergunta, respondendo:

— Vou Bele! Falarei com sua mãe para passar a semana toda com vocês!

— Que bom titio! — Completei, sorrindo. — O Sr conhece a casa e sabe onde durmo, neh? É só ter cuidado e ir me visitar, esta legal?

Ele apertou minha cintura, retrucando:

— Pode deixar, Noê! Sei de todos os hábitos da casa. Já morei aí, quando seu pai era vivo. Lembra-se?

Balancei a cabeça, concordando. É claro que lembrava dos tempos que era mais moço e de quando era uma adolescente, e desde estes tempos, que nutria uma atração incestuosa por ele.
Ele largou minha cintura, e dei uma olhada na semi escuridão para os lados da rua. Dona Maria, ainda parada no portão, parecia olha-nos discretamente. Só entrou, quando eu e titio, tiramos as ultimas tranqueiras da perua Kombi. Felizmente, seu Carlos, o motorista tinha irrompido numa dor de barriga pra dentro de sua casa, ao lado.

FIM DA primeira PARTE



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