Me tornei uma verdadeira puta

  • 5 de janeiro de 2021
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Oi gente, meu nome é Vilma (*), trabalho como advogada, casada e tenho dois filhos. Tenho 1,65m de altura e peso 60 quilos, malho de três a quatro vezes por semana em academia e por isso mantenho meu corpo em ótima forma apesar dos meus quarenta anos. Tenho cabelos castanhos claros, lisos e compridos pelo meio das costas, olhos verdes, seios siliconados, 350 ml, bumbum durinho redondo e empinado, coxas grossas, enfim sou uma bela mulher que chama a atenção dos homens.

Bom, mas minha história começa num dia de verão, quando saí cedo de casa para ir à academia e depois fazer algumas compras já que naquele dia eu não iria ao escritório. Avisei a empregada que voltaria no fim da tarde. Peguei meu carro e me dirigia para a academia quando ao parar em um semáforo as portas do meu carro que eu havia esquecido de travar foram abertas e três negros mal encarados adentraram meu carro me mandando dirigir.

– Vai dirige logo senão te mato, gritava um deles.

Eu assustada dirigia enquanto eles vasculhavam minha bolsa. Acharam um pouco de dinheiro e meu cartão de débito. Paramos na rua próxima ao banco onde tenho conta e após passar minha senha do cartão para um deles, fiquei refém enquanto um deles foi sacar dinheiro. Passado algum tempo ele volta furioso, me da um tapa na cabeça e diz:

-Sua vagabunda, me deu a senha errada, bloqueou o cartão. “Vamu” mata essa puta.

Eu implorei que não me machucassem que tinha dado a senha correta e que não tinha ideia do que havia ocorrido.

Colocaram-me no banco de trás do carro e começaram a andar numa direção que eu não poderia ver, pois era obrigada a ficar de cabeça abaixada, quase colocando a cabeça junto aos meus joelhos.

Virei putinha de três negões roludos

Chegamos num lugar ermo, com varias favelas e um enorme matagal que dava nos fundos de uma espécie de fábrica abandonada, eles me tiraram do carro e me levaram pra essa fábrica abandonada, dois foram comigo enquanto o terceiro saiu com o meu carro.

Nesse dia eu vestia uma calça suplex de ginástica verde, bem justa ao corpo e um top branco. Fui andando na frente deles quando um deles disse:

– Essa madame é bem gostosa, vamos dar um trato nela.

Comecei a brigar, a falar que não, que eu era casada e que não faria nada com eles, quando fui lembrada por um revólver que seria pior se eu reagisse.

– Cala boca sua puta senão eu te dou um tiro na cara!!!

– Vamo lá madame faz um showzinho pra gente.

-Showzinho? Perguntei eu.

-É faz um strip-tease, tira toda a tua roupa pra começar a esquentar.

Fiquei paralisada, mil coisas me passaram pela cabeça, o fato de ter casado virgem e nunca ter tido outro homem além do meu marido. Fui trazida para a realidade por uma ordem aos gritos:

– Tira logo essa roupa sua puta!!!

Eles ligaram um rádio desses portáteis com uma dessas musicas funk de letras pornográficas e me obrigaram a dançar. Eles me davam ordens como quem dirige um show. Seguindo as ordens deles tirei os tênis, as meias e a calça de ginástica ficando somente de tanguinha e top.

-Olha o tamanho do rabão dessa puta, olha como ela é gostosa, isso vai até o chão agora.

Tirei meu top e fiquei só de calcinha dançando. Nisso chega o terceiro ladrão dizendo que já havia vendido o meu carro e quando me viu praticamente nua deu um sorriso e disse:

– Nossa!!! Que vadia deliciosa vou me acabar nessa buceta e nesse rabão.

Logo em seguida apalpando minha bunda e passando um dedo na minha xoxota por cima do tecido da calcinha. Confesso que minha vida sexual andava monótona, que eu e meu marido não tínhamos sexo há uns dois meses e que com aquele homem rude me tocando meu corpo deu sinais, pois eu senti minha xoxota umedecer.

– Vai andando até a parede de costas pra gente, tira a calcinha bem devagar, depois volta e vem dar ela aqui na minha mão.

Obedeci, fui mostrando a minha bunda e voltei mostrando minha xoxota e meus seios. Eu havia me depilado um dia antes e eles falavam entre eles da minha xoxota totalmente depilada, que eu deveria ser muito vagabunda, que mulher decente não raspa a buceta. Eu estava completamente submissa. Os três se despiram e pude ver três rolas enormes, grandes e grossas, muito maiores que a do meu marido, um deles me pegou por trás encaixou seu pau duro nas minhas coxas roçando em minha xoxota enquanto mordiscava meu pescoço e os lóbulos das minhas orelhas.

Seu pau era tão grande que eu podia ver um pedaço dele saindo para fora de mim como se eu tivesse pinto. Ele roçava seu cacete em mim e eu ficava toda arrepiada e sentia minha boceta me trair e se lubrificar a ponto de molhar o pau do meu estuprador. Outro veio pela frente e me beijou os lábios invadindo minha boca carnuda com sua língua grossa e áspera.

Nesse momento sinto meus mamilos cor de rosa tão duros e intumescidos que parecia que eles iam estourar, eu suspirava e gemia.

– A putinha casada ta carente, olha como ela tá molhada, olha como ela arrepia fácil.

Um deles me chupou a xoxota, sua língua esperta me levou a um orgasmo rapidamente, fiquei envergonhada, mas ao mesmo tempo com tesão, iria me assumir como puta para aqueles três. Ajoelhei-me e comecei a chupar a pica de um deles, caprichei na mamada, fiz bem babado alternando entre cabeça e corpo, lambendo o saco. Juntava saliva e cuspia na cabeça do pau masturbando e chupando aquele cacetão enquanto eles me tocavam na buceta, nos seios e no cu, numa deliciosa masturbação.

Depois de umas cinco tentativas engasgando consegui acomodar aquele pauzão na minha garganta deixando ele em ponto de bala. Eles me levaram pra um colchão velho, deitaram-me e aquele que eu chupava veio e me penetrou lentamente, senti minha xoxota se alargando, como se eu fosse deflorada novamente, na segunda metida eu já sentia seu caralhão tocar meu útero, e o barulho do caralhão dele invadindo minha buceta melada de tesão, não tinha mais jeito, eu estava trepando com um negro desconhecido e estava derretida de prazer.

Eu batia punheta para um deles e chupava o pau de outro, tive outro orgasmo, dessa vez mais intenso. Gozei gemendo alto, dando gritinhos, sentia meu corpo tremer todo como se tomasse um choque elétrico. Sentia ele duro como pedra dentro de mim, nisso voltei à razão e lembrei que pelo fato de meu marido ser vasectomizado eu não tomava anticoncepcionais.

– Não goza dentro de mim, eu não tomo nada, posso engravidar!!!

Não adiantou nada, ele aumentou o ritmo das estocadas e pude sentir fortes jatos de porra quente e viscosa lançada dentro do meu útero. Ele saiu de dentro de mim, se levantou, e saiu de perto, outro imediatamente mandou ficar de quatro e empinar a bunda, ele meteu seu pau na minha boceta já alargada e bem lubrificada pelo meu tesão e pela porra do outro negrão.

O outro veio pela frente e me deu seu enorme pau pra eu chupar. Eu rebolava na pica dele, ele me dava fortes tapas na bunda e fodia minha buceta me levando a outro orgasmo, o que eu chupava, me segurava pelas orelhas e praticamente fodia minha boca, sentia seu pau invadir minha garganta, eu engasgava, babava uma baba grossa que molhava o colchão, escorria pelo meu pescoço indo parar nas minhas tetas que balançavam violentamente com as estocadas que eu recebia. Eu fazia carinhos no saco dele como que ordenhando meu macho para que ele me desse bastante porra.

Num raro momento em que ele não atochava seu caralho na minha garganta consegui balbuciar:

-Goza na minha boca, me dá tua porra pra eu beber.

E continuei chupando, olhando pra ele com cara de safada até ele despejar toda sua porra na minha garganta e no meu rosto de princesa. Eu engasguei, engoli bastante esperma, senti a porra quente e viscosa me sujando toda, nisso o que comia minha buceta gozou também despejando mais porra dentro do meu útero, olhando pra eles com cara de safada. Eles caíram deitados, me aninhei no meio dos dois como se buscasse proteção, cochilei exausta no meio daqueles negros enormes.

Putinha dando o cuzinho virgem

Despertei com eles me tocando, apertando minha bunda, minhas tetonas e esfregando meu grelinho. Notei que o terceiro havia voltado, eu era acariciada por seis mãos, um deles deitou-se de barriga para cima e eu logo fui montando nele me encaixando no seu caralhão preto subindo e descendo, mexendo os quadris suavemente, olhando minha xoxotinha carnuda e rosada engolindo aquele pauzão negro, o contraste da minha pele branquinha com a pele negra dele aumentava o meu tesão. Eu gemia, pedia para me foderem, que eu era uma puta sem vergonha, que meu marido era um corno. Que pela primeira vez na minha vida eu estava trepando com machos de verdade, perdi todos os meus pudores.

Ele me dava tapas na bunda e sentia meu cuzinho virgem sendo tocado. Senti uma cusparada no meu rabo e um dedo safado forçando a entradinha do meu rabinho.

– Me bate!!! Ahhh que delícia!!! Bate na minha cara, me xinga de puta!!!

Olhei com cara de safada para o negrão que tocava meu rabinho se masturbando e disse:

– Aí não!! Nunca deixei meu marido mexer no meu cuzinho!!!.

Ele ficou louco, veio pela minha frente e mandou dar uma chupada e cuspir no seu pau, depois deu outra bela cuspida no meu cu e começou a enfiar. Senti minhas preguinhas arrebentando uma a uma, meu corpo dava descargas elétricas como se eu tomasse pequenos choques, me senti preenchida por aqueles dois paus deliciosos, ele me puxava pelos cabelos e me dava tapas na bunda enquanto o que me comia a buceta me xingava de puta e me dava uns tapas na cara.

– Sua puta, vadia, cadela tetuda, rebola mais sua piranha!!!

– Vai me fode seu negão safado, não queriam buceta? Então fode a minha mete com força arregaça meu cu, seus putos, seus safados, tão fodendo a casadinha branca? Fode a branquela puta, vai!!!!!

Nessa altura o terceiro negro já estava com o pau na minha boca e eu chupando com vontade, mamando naquele caralhão. Me sentia a maior prostituta com um pau na buceta, outro na boca e outro no cu. Eu a típica dondoca trepando com três negros. Perdi as contas dos orgasmos que tive, senti meu útero inundado de porra novamente, logo depois o que me comia o cu gozou bem fundo me entupindo o cu de porra.

Eles se levantaram e eu tive mais tempo para proporcionar uma bela mamada no terceiro. Sentia a porra dos outros dois escorrendo pelas minhas coxas. Fazia cara de safada, olhava para ele enquanto chupava, cuspia no pau dele massageava o saco, tentava colocar as bolas dele dentro da minha boca, ele gemia deliciosamente e eu adorava vê-lo daquele jeito.

– Nossa como essa vagabunda chupa gostoso, que boquinha macia.

Eu engoli o caralho dele inteiro deixando só o saco de fora, respirava forte pelo nariz, meus olhos lacrimejavam, mas mesmo assim eu fazia um vai e vem rápido masturbando-o com a boca, sentia minha saliva grossa escapando pela boca escorrendo pelo meu rosto até as tetonas. Sentia sua glande na minha garganta. Ele me segurou pelos cabelos, mandou abrir bem a boca e por a língua para fora e começou a gozar na minha cara e boca, senti o esperma esguichando pela minha cara e dentro da boca, mostrei a ele minha boca cheia de porra engolindo logo depois.

Eles me puxaram para o meio deles e descansamos um pouco. Logo eles me mandaram chupar as rolas deles, eu me dividia entre aquelas três rolas negras, começamos a trepar de novo com eles se revezando na minha buceta, na minha boca e no meu cu, eu sentia minha buceta alagada de tanto tesão, me sentia a mais vadia das mulheres, eu estava depravada.

Eles me humilhavam me xingando de vadia, cadela, vaca tetuda e puta, metiam com raiva nos meus buracos, eles iam gozando dentro de mim, sentia os jatos de porra quente e grossa misturando dentro do meu útero e do meu cu. Desmaiei de tanto gozar caí no sono, exausta, devo ter dormido por  duas horas. Acordei sozinha, pelada, deitada no colchão velho. Recolhi minhas roupas que estavam espalhadas pelo chão e me vesti, sentia a porra daqueles homens escorrendo da minha buceta e cu. Eu fedia a porra, estava toda marcada, arrombada, suja e descabelada. Saí daquela fábrica abandonada e caminhei por algum tempo até achar uma via movimentada onde consegui um taxi. Fui direto para o consultório da minha ginecologista.

Anne(*) além de minha médica é minha amiga e ficou horrorizada com o meu estado, contei todo o ocorrido para ela, omitindo os meus orgasmos e o fato de eu ter gostado é claro, falei que não queria ir à polícia por vergonha e que não gostaria que meu marido soubesse, e depois de um banho no próprio consultório tomei os coquetéis de medicamentos para evitar DSTs, tomei a pílula do dia seguinte e fui para casa, dei um sumiço nas minhas roupas e só disse ao meu marido que havia sido assaltada e que haviam roubado o meu carro e minha bolsa com dinheiro e todos os meus documentos.

Meu marido acreditou e ficou aliviado por não ter acontecido nada de pior comigo. Não teria coragem de fazer tudo de novo, mas as imagens daquele dia incentivam minhas siriricas e eu gozo como uma cadela no cio relembrando de todo o ocorrido.

(*) Nome fictício para preservar a identidade dos envolvidos.



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2 comentários para “Me tornei uma verdadeira puta

  1. P. • 15 de janeiro de 2021

    Que putinha que vc é heim Dr delicia onde vc é?

  2. A. • 19 de janeiro de 2021

    Isso parece mais uma fantasia…

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